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Autenticidade - vivendo a sua verdade



Se nos conhecêssemos melhor, se soubéssemos entender o outro, aceitar as diferenças, relaxar com relação às expectativas que temos do outro e de nós mesmos...
A crítica ao outro revela que temos um interior crítico e que certamente somos críticos conosco mesmos. Não aceitar as diferenças revela uma rigidez que não ocorre somente no lado social, mas muito mais forte no nosso interior. Rigidez em não aceitar coisas diferentes do que esperamos revela que temos regras e que não aceitamos que as pessoas ajam ou as coisas ocorram de forma diferente do que queremos.

Na verdade, a rigidez, a falta de aceitação é um sintoma de que algo não está bem. A raiva encoberta que fica à espreita de algum momento de descuido do outro para se revelar, mostra que existe um desconforto interno, um sofrimento psíquico que se auto-alimenta em sua dinâmica e nos faz sofrer.

Os padrões de comportamento são baseados em vivências passadas, sejam de outras vidas ou de nossa primeira infância, até aproximadamente os 5 anos de idade e é ali que moldamos nossas crenças, que definimos qual ângulo do prisma da vida iremos focar em nossa vida.

O autoconhecimento, através do estudo aprofundado, do desenvolvimento da espiritualidade, de um processo terapêutico sério e contínuo, da busca interior por conhecimento de nossa missão através do desenvolvimento de nossos dons e de nossas capacidades é o caminho para se viver feliz. Viver em sintonia com a natureza, com nossa própria natureza, pois somos únicos e, na verdade, a vida social nos impõe regras as quais devemos nos enquadrar para sermos vistos como indivíduos “normais”... Mas o que é normal senão um padrão imposto pela média, pelo mediano o que nos lembra da palavra “mediocridade”?

Ser livre desses padrões e seguir seu próprio caminho - claro, com responsabilidade - não deixando de cumprir suas obrigações mundanas, culturais e sociais, mas nunca deixando de lado suas emoções. Aliás, sempre tendo em primeiro plano suas emoções, seus sentimentos quanto a todas as situações, às pessoas à sua volta e ao mundo. Exercendo a sua vontade, que nada mais é do que atuar na vida com razão e emoção integradas, mente e coração, e seguindo sua própria missão, sem fazer mal a ninguém mas principalmente a si mesmo. Fazer isso é exercer seu próprio poder, seguir sua lenda, viver de propósitos e atuar na vida com mais autenticidade. E esta postura autêntica tem que ser voltada, antes de tudo, à autenticidade consigo mesmo e à sua verdade pessoal.


Roberto Gwydion é terapeuta e tarólogo - tarologoweb

Texto revisado por Cris


Publicado dia 3/5/2007
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Autor: Paulo Zonta   
Terapeuta e Coaching
E-mail: paulozontaescritor@gmail.com | Mais artigos.

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