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Ouvi dizer!


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Como estamos dando por verdades, ditos ouvidos e nunca conferidos, pois a necessidade de demonstrar que estamos por dentro de tudo que está acontecendo, na prática nos têm deixado cegos. E podemos dizer surdos também para os fatos reais.
Em uma linguagem mais intelectualizada se diz “oitiva”, palavra sofisticada com o significado do título deste texto.

O Michaelis diz sobre “oitiva”: “Informação de procedência pouco segura, que se transmite por ouvir dizer, ouvida.”. Garanto que todos os muitos e atuais “especialistas” de coisa nenhuma nem sabiam o nome do que têm praticado. Especialistas de assuntos dos quais nunca sequer ouviram falar.

Mas o som das palavras associadas às repetições de outros já são os estímulos para se fazerem de entendidos.

Tenho escutado criticas às redes sociais, à internet e outros meios de comunicação, mas pouco escuto em relação ao uso que as pessoas estão dando a esses instrumentos. Pois é. Uma faca é um instrumento que veio a facilitar em muito a vida do ser humano, porém, quem a usa pode transformá-la em uma arma fatal. A faca não é a culpada.

Com toda a evolução da tecnologia e das facilidades conquistadas, há muito tempo disponível para as pessoas, agora é possível sair do anonimato, lugar comum de grande parte de nossa população. Não o digo em sentido pejorativo, como alguns podem pensar, pois tenho comigo que os verdadeiros heróis e heroínas de nossa nação permanecem sim no anonimato.

E com as facilitações que tantas coisas úteis nos trazem, trazem também o uso inadequado e muitas vezes leviano desses recursos.

“Oitiva seletiva”, eis uma citação cujo significado está sendo utilizado sem nenhum escrúpulo. “Ouvi dizer apenas o que gosto e quero ouvir”!

Tenho acompanhado algumas manifestações de opiniões desprovidas de qualquer embasamento. E pior: parte delas sendo extremamente desrespeitosas com outras pessoas. Quando na discordância se agride, podem ter certeza que não há segurança por parte dos que assim se manifestam.

Vejo argumentos utilizados fora de contexto para justificarem e negarem fatos.

Percebam que essas ocorrências se intensificaram com a pandemia e relacionadas a todas as áreas, em algumas mais que outras, porém, em todas.

O que nos leva a sermos seletivos? E tão críticos, tão agressivos?

O ser humano se encontra tão insatisfeito e desorientado que tudo que possa parecer uma ameaça é “deletado” de sua frente. Não acreditam?
Vejam as vendas de ansiolíticos, foram tão altas. A ansiedade, como já dissemos em outros textos, é a forma de expressão de um estado de ameaça, o que gera muito medo.

 Agarrar-se ao que se quer acreditar traz uma falsa sensação de segurança e domínio.

 Quando formos olhar algo, façamos vendo todos os lados. Os que gostamos e os que não gostamos.

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Paulo Salvio Antolini   
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