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Reaprender a ser feliz!


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“Eu não nasci na Etiópia, lá a criança já nasce sem ter o leite da mãe e sofre de fome. Doutor, eu preciso reaprender a ser feliz!”, e com esta frase ela resumiu anos de dores, tristezas revoltas e muitas perdas. Em seu processo, descobriu o que muitas pessoas precisam descobrir também, e é disso que vamos falar um pouco, pois o assunto é inesgotável.
Pessoas que hoje possuem uma aparência para os outros de felicidades e sucesso, quando em seu meio familiar mostram-se amargas, insatisfeitas por tudo e por nada, buscam ser controladoras de todos que as cercam, não reconhecem o valor de seus pares, as conquistas dos mesmos são apenas mera obrigação.

Quantos sofrimentos passaram, quantas perdas, quantas traições viveram e que agora se reconfortam quando seus entes se sentem também subordinados às dores e imposições que, segundo os primeiros, é a vida que assim exige, e não eles.

Há anos atrás escrevi que semelhança não é igualdade. Essas pessoas antes dos golpes viveram momentos onde reconheceram, sim, seus companheiros, suas companheiras, e aí veio a grande decepção. Ver uma pessoa feliz por algo os reporta aos momentos que precederam a pancada. Com medo da repetição, agem como ditadoras, em suas cabeças estão apenas se protegendo e pior, acreditam piamente que estão protegendo ao outro, a outra de fazerem uma grande besteira.

Se não acordarem haverá apenas dois caminhos: viverem todos infelizes e cheios de doenças, pois irão somatizar essas emoções, ou terminarem sós, pois quem os acompanha descobre que há outras formas de viver e muito mais saudáveis. O terceiro caminho é a busca de ajuda.

Esta cliente tinha perdido o seu quarto relacionamento. Ela o amava e ele também a amava, e muito. Descoberta feita apenas após ter sido deixada. Quando ele se foi, disse todos os motivos pelos quais estava terminando, e como era de se esperar, ela não aceitou nenhum como verdade, dizia que eram desculpas para justificar ter sido desmascarado de tudo que ela usava para acusá-lo.

Em suas descobertas conseguiu identificar em si mesma cada colocação que não só esse último tinha feito, mas também dos relacionamentos anteriores. Foi ao que imaginou ser o fundo do poço!

Ao ter a humildade de assumir suas responsabilidades e erros causadores dos fracassos de suas relações, identificou os primeiros degraus da escada que veio posteriormente a retirá-la desse poço, amargo e triste.

Surpreso, recebi a pouco tempo uma ligação dela. Me disse que graças ao processo pelo qual passou estava reaprendendo a ser feliz. Descobriu isso pelo como seu relacionamento estava indo bem e pelo sonho de quando era criança e muito feliz.

“Doutor, esta foi a forma que eu me redescobri feliz!”
Texto Revisado


 

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Conteúdo desenvolvido por: Paulo Salvio Antolini   
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