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Tudo nos revela...



Nosso modo de vestir, nossas idéias, nossa maneira de ser, nossos gostos e nossos defeitos, mostram quem somos mesmo que queiramos esconder... Pra alguém mais atento, "damos bandeira" o tempo todo.

Mas é assim que somos e isso é um dos pontos que faz com que seja tão fascinante viver a experiência humana na Terra. Conhecer pessoas, reconhecê-las, ser reconhecido (de outras vidas por exemplo), entender, não entender, não compreender e não ser compreendido. Enganar-se, acertar, identificar-se, desiludir-se, sintonizar-se totalmente com alguém, não suportar a presença, etc. Tudo isso mostra que não somos sozinhos no mundo e que precisamos das outras pessoas para viver. As pessoas que aparecem em nossas vidas, de alguma forma, fazem parte de nossa história, da nossa caminhada, são pessoas com quem temos que aprender algo, ou ensinar, mesmo que não saibamos disso, mesmo que achemos que não temos o que ensinar ou aprender. Não é a sabedoria intelectual que prevalece nessas experiências, mas a vivência e a convivência que nos traz experiências nas quais aprendemos muito mais do que num livro, ou em anos numa carteira escolar. As experiências que vivemos, as pessoas que atraimos, podem dar pistas de nossa missão de vida, de nosso carma pessoal, do que precisamos aprender e superar, modificar e transmutar em nosso próprio Eu.

Como naquela música de Zélia Duncan: "Tudo aqui quer me revelar, minha letra, minha roupa, meu paladar, o que eu não digo, o que eu afirmo, onde eu gosto de ficar, quando amanheço, quando me esqueço, quando morro de medo do mar..."

Identificamo-nos com personagens, com objetos, com pessoas, pois de alguma forma elas se conectam com alguma coisa boa dentro de nós. Uma história que nos emociona sempre é um reflexo de algo muito profundo e muito autêntico dentro de nós, que de alguma forma se identifica com aquela história e se revela através de nossos sentimentos. Os sentimentos são o termômetro mais preciso de quem somos e de qual caminho devemos seguir em determinadas situações na vida.

E continua a música: "o que eu procuro, o que eu rejeito, o que eu nunca vou recusar... meu grito, meu beijo, meu jeito de desejar..."

Não somos tão autônomos assim como pensamos. Somos ligados às outras pessoas por fios invisíveis que criamos ao vincularmo-nos afetivamente a elas. É um contexto energético sem o qual não podemos viver e é o que nos faz perceber que "somos todos um".

Roberto Gwydion é terapeuta e tarólogo - tarologoweb

Texto revisado por Cris


Publicado dia 3/9/2007
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Autor: Paulo Zonta   
Terapeuta e Coaching
E-mail: paulozontaescritor@gmail.com | Mais artigos.

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