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A criança interior ferida, só deseja se sentir amada pela mãe.


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Uma relação delicada e muito importante.
De acordo com Bert Hellinger, a mãe tem a face do sucesso. E aquele que não consegue se alegrar com a mãe, também não conseguirá se alegrar com a vida.

Sei que é um assunto delicado, principalmente se você, que está lendo este texto, passou por alguma situação difícil durante a sua infância. Gostaria que soubesse que compreendo a sua dor, mas também acredito que este texto poderá contribuir com você de alguma forma, por isto prossiga comigo até o final por favor.

O primeiro relacionamento que todo ser humano tem, ao iniciar o seu processo de manifestação aqui na Terra é com a mãe. O útero alquímico onde toda a jornada gestacional acontece.

O homo sapiens possui dois processos gestacionais, um intrauterino normalmente 9 meses dentro do ventre da mãe e outro extrauterino também de 9 meses, fora do ventre materno. Ambos com total dependência da genitora.

A natureza é sábia e com certeza isto faz todo o sentido para o desenvolvimento da psique humana. Caso contrário isto não seria tão impactante nos casos em que este ciclo é interrompido por alguma razão.

No ventre materno o feto não possui ego, ele está totalmente imerso no inconsciente pessoal da mãe, portanto as emoções, pensamentos, complexos e sombras psicológicas da futura mãe, interfere diretamente na vida deste futuro adulto.

Não raro atendo casos em que a pessoa não sabe a razão de tanta insegurança, medo e ansiedade. E quando vamos investigar mais a fundo, a causa muitas vezes traumática, foi gerada durante a gestação e o parto. Atualmente dispomos de técnicas e abordagens que conseguimos ir a fundo nisto durante a sessão de terapia.

O ego é formado normalmente entre 2 a 3 anos de idade e a primeira fase da infância é considerada até os 6 anos de idade. Isto quer dizer que a criança está totalmente imatura e absorve tudo a sua volta, através dos seus cinco sentidos.

Muitas vezes adultos não se recordam muito bem de sua infância, em alguns casos trata-se do mecanismo de defesa do ego, que muito sábio protegeu esta pessoa de maiores danos. Esta função é especialmente necessária, enquanto a psique é amadurecida.

No entanto, quando a pessoa está mais madura, este mecanismo de defesa continua ativado, causando desta forma, bloqueios e dificuldades de diferentes ordens.

Este relacionamento é crucial, pois a mãe representa a própria vida. E se eu nego a minha mãe, eu também me nego. E, portanto, perco força e não consigo me alegrar com a vida de forma genuína.

Claro que se a pessoa passou por algum tipo de abuso, foi adotada ou até mesmo tem uma mãe com algum tipo de transtorno mental, sempre oriento que antes de ir direto tratar esta relação, que primeiro a pessoa faça um fortalecimento do seu próprio ego. E olhe para a mãe interna, que chamamos de complexo materno na psicologia profunda, com o objetivo de retirar a potência deste complexo. Em outras palavras, tratar a ferida interna, para só depois trabalhar a relação com a sua própria mãe.

Cada pessoa é única e tem a sua própria história e o constelador e terapeuta, precisam atuar com muito respeito perante o sistema do cliente, justamente por ser uma relação extremamente delicada e muitas vezes de profunda dor.

O ego muitas vezes não aceita, pois foi muito machucado na infância e não quer nem pensar na hipótese de entrar em contato com esta dor interna novamente. Por isto disse que o primeiro passo é fortalecer o ego que está machucado, para só depois atuar na ferida interna e na sequência o relacionamento com a mãe.

E por mais que a pessoa diga que não quer saber de curar esta relação, o que nós consteladores vemos na prática é exatamente a validação da frase de Bert Hellinger que coloquei no início do texto. Não adianta fugir, mas existe um respeito muito grande em relação ao tempo de cada um para curar esta ferida.

Que começou na imersão do ventre materno, na primeira infância e se não curada e tratada continuará impactando a vida da pessoa por muito tempo. A criança interior ferida precisa ser curada, para se sentir verdadeiramente amada e querida pela mãe arquetípica. Só assim terá uma sensação genuína de autoconfiança, amor-próprio e segurança.

Parabéns para você que chegou até aqui na leitura deste texto! Sei que é um assunto delicado e para muitos, doloroso. Espero sinceramente que fique bem!

Gravei 7 áudios com exercícios voltados para cura desta relação com a mãe. Me baseie nos estudos e práticas avançadas das Constelações familiares. São exercícios terapêuticos, com a visão sistêmica, ao ouvir e praticar, a pessoa consegue ver uma melhora gradativa neste relacionamento tão fundamental com a mãe. Caso queira adquirir CLIQUE AQUI

Agora se a sua situação é mais profunda e delicada, pode desejar agendar uma sessão de terapia, para tratar a sua questão ou agendar uma Constelação Familiar.

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Cuide-se com amor!

Grande abraço.

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Adriana Mantana
 

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Autor: Adriana Mantana   
Terapeuta Junguiana, Consteladora, Renascedora, Terapeuta de Integração Quântica do Ser®, Terapeuta ThetaHealer®, Terapeuta de Barras de AccessT, Floral de Bach, Radiestesista, Operadora de Mesa Quântica Radiônica, Cromoterapia, PNL, Mestre em Reiki Usui, Cristaloterapeuta, Giver Deeksha, Ativista Quântica. CRTH - 4103
E-mail: adrianagcl@gmail.com | Mais artigos.

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