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Apesar dos erros, use o positivismo e siga adiante


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Permanecermos estáveis e positivos no nosso melhor é a proposta mais sensata para alcançarmos um estado de felicidade e paz duradoura.
No entanto, nossos pontos fracos, nossas deficiências e paradigmas equivocados podem emergir de nós, quando menos se espera.
Conscientes disso, precisaremos trabalhar alguns meios defensivos a fim de estabilizar e sustentar nossas aquisições emocionais, conduzindo nossa vida de uma forma mais benigna.
Sabemos que até alcançarmos um ponto de equilíbrio permanente haveremos de escorregar muitas vezes nos nossos desvios particulares.
Suponhamos que na nossa personalidade exista um ponto falho ou vários deles, algo que precisará ser trabalhado.
Vou exemplificar este conceito para que fique mais claro.
Imaginemos que a nossa pedra de tropeço seja, por exemplo, nossa habitual desconfiança. Sem dúvidas, precisamos estar atentos às coisas, às pessoas, às situações.
Relacionar-nos é um processo complicado e temos que ser cuidadosos, estar atentos, para não sermos traídos ou enganados por pessoas mal-intencionadas. Contudo, entre a capacidade de nos preservar e uma desconfiança generalizada que somente consegue ver o mal em todo, existe uma grande diferença.
Provavelmente, estamos repetindo conceitos que aprendemos com nossa família de origem.
Conceitos do tipo:
O mundo é um lugar perigoso,
As pessoas não são confiáveis.
Desconfie, não seja ingênuo.

Paradigmas aprendidos e reforçados por nós ao longo da vida podem significar nosso buraco negro, aquele em que reiteradamente entramos sem perceber. Possivelmente, encontraremos pelo caminho alguém que funciona como um catalisador, um reforço externo para nossos erros.
Aquela amiga previdente que costuma andar sempre por perto, para com boa intenção nos dar alguns toques e nos alertar; no entanto, se olharmos com atenção, ela é o espelho daquilo que também somos, que também faz sentido para nós, o espelho de nossos pontos fracos, neste caso específico, a desconfiança desmedida. Um tipo de paranoia que desejaríamos evitar, mas não conseguimos. Então, uma palavra dita no momento errado pode ser capaz de abrir a nossa caixa de Pandora e deixar fugir um monte de criaturinhas estranhas que tínhamos aprisionado a sete chaves.

O externo, neste caso, a nossa amiga conselheira, é aquele empurrão e aí vamos nós de novo deslizando ladeira abaixo pelas encostas da desconfiança.
Começamos a olhar em volta e tudo nos parece suspeito, somente vemos pessoas que estão aí para nos prejudicar, para nos lesar, ou pior ainda, para nos destruir, tirando proveito da nossa ingenuidade, e assim por diante.

Após algum tempo, que pode ser longo ou somente de alguns poucos dias, sairemos daquela auto-hipnose e, vendo com clareza, poderemos ser capazes de nos mover para fora desse pântano mental, promovendo ações mais positivas, mais elevadas, pensamentos mas conscientes.
São vários os pontos frágeis na nossa personalidade que sem dúvida precisam ser trabalhados, gretas na alma que nos ligam as zonas enfermiças a que ainda pertencemos.
Vivemos erguendo tapumes improvisados para tampar esses buracos; contudo, às vezes, esse recurso não é suficiente e a turba d’água das nossas emoções em desequilíbrio se encarrega de pôr abaixo aquele isolamento precário. Então, chega o empurrão do lado de fora (a nossa amiga, por exemplo), e nosso lado de dentro responde de forma automática, porque em realidade não existe fora ou dentro, tudo é uma coisa só... Aquele todo somos nós.

Emoções desequilibradas, que supúnhamos ter dominado, emergem mais uma vez e deslizamos para dentro de nossos pântanos que não soubemos limpar convenientemente.
Erros que se repetem, recorrentes, inevitáveis, como tendo vida própria.
Passados alguns dias de cegueira e confusão, acordamos num estado de ressaca emocional e vendo as coisas de uma órbita mais lúcida, reparamos que já estivemos lá muitas vezes, no mesmo ponto em que reiteradamente nos perdemos.
São comportamentos aprendidos que se  repetem por pura invigilância da nossa parte.
Padrões reativos que nos esforçamos em combater, às vezes sem aparente sucesso. Um relembrar da nossa sombra que acaba sendo positivo por nos apontar o tanto que ainda precisamos fazer em beneficio da nossa paz.
Nessas horas, o recurso da prece resulta providencial, aliás, nossa melhor aliada, trazendo-nos luz e equilíbrio interior.
Sem dúvida, escorregaremos ainda muitas vezes  no mesmo erro, até sermos capazes de nos retificar definitivamente.
Usemos, no entanto, de positivismo e sigamos adiante...

Texto revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Adriana Garibaldi   
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