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Cada terapeuta tem o paciente que merece (como encontramos nossos espelhos)


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É incrível como tem uma coisa que sempre se repete na minha vida. Eu paro e penso sobre algumas coisas que anda me incomodando – mas ainda não consegui realmente conscientizar – e voila, aparece aquela situação, igual ou muito parecida, com um cliente de mentoria ou com uma mandala terapêutica de tarô.
Outro dia atendi uma moça que está me seguindo há anos no Instagram e que sempre participa muito dos meus conteúdos. Ela aproveitou que vagou um horário de mentoria para começar a dela e dar um upgrade na terapia. Legal, adorei porque já gostava dela. E me lembrava que ela vinha passando por um novo relacionamento.
Pois bem, na sessão ela me disse que terminou o relacionamento e o porquê. E esse porquê foi exatamente uma coisa que eu vinha pensando há dias – não no mesmo contexto, mas da mesma maneira.

Mágica? Tecnologia? Com certeza, um pouco de cada. Acontece que eu precisava, de alguma maneira, entrar em contato com aquilo que ela estava falando na minha própria vida. E como o meu trabalho é o que mais me puxa a atenção, aparece o espelho justamente nele. O grande e imenso espelho que, o fundo, só mostra nossos próprios conteúdos.

E é assim o tempo todo. Não só com clientes e pacientes – a frase do título eu tirei da fala de uma professora minha da faculdade – mas em qualquer lugar e com qualquer pessoa. Pode ser com alguém próximo – como os parentes ou familiares – ou com aquela senhora simpática na fila do sorvete numa terça-feira quente que resolveu que quer bater um papinho com você. Os espelhos estão por toda a parte.

Uma vez uma terapeuta minha falou que terminou um relacionamento por uma coisa que ela ouviu no metrô. Ela tinha feito um exercício, pedindo que o inconsciente dela mostrasse o que ela deveria fazer. Um dia depois ela pegou um metrô e se sentou ao lado de uma senhora que conversava efusivamente com a o que parecia a filha dela. As duas comentavam sobre outra pessoa, uma mulher, que parecia estar em dúvida sobre seu relacionamento no que ela ouviu “Eu acho que ela tem que terminar aquele namoro, pelo amor de Deus, já deu”. A mais jovem concordou e ali ela viu a sua resposta. Ela disse, inclusive, que foi a melhor decisão da vida dela.

Os espelhos estão por aí: batendo papo no metrô ou jogando alguma coisa numa discussão no trabalho. Em uma cliente que você atende ou até na história de um filme ou numa música. Basta ter olhos de ver e ouvidos de ouvir e, claro, separar o que é desejo e o que é a realidade. Sempre.

Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Andrea Pavlo   
Psicoterapeuta, taróloga e numeróloga, comecei minhas explorações sobre espiritualidade e autoconhecimento aos 11 anos. Estudei psicologia, publicidade, artes, coaching e várias outras áreas que passam pelo desenvolvimento humano, usando várias técnicas para ajudar as mulheres a se amarem e alcançarem uma vida de deusa.
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