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Como lidar com a vulnerabilidade ao extrafísico

por Ingrid Monica Friedrich
Como lidar com a vulnerabilidade ao extrafísico

Publicado dia 5/8/2020 em Autoajuda

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Fomos educados, e pelas próprias condições do bebê e criança, a crermos que somos suscetíveis a tudo, até mesmo uma corrente de vento que poderia nos deixar gripados.  Aos poucos, o medo dos riscos típicos do atrito com a vida, dos relacionamentos, estar fora de casa sem supervisão, de falar com estranhos, aceitar comida ou presentes de desconhecidos, de ser competente ou não, de realizar uma tarefa, para a qual ainda não havíamos sido habilitados, do fracasso, e com isto decepcionar alguém, foram sendo imputados em nós como sementes que crescem durante a vida.

A criança pequena, ainda hipersensível por não estar totalmente encaixada no corpo, poderia sentir coisas que os adultos não percebem mais, e ao comentar com a família, era ridicularizada ao invés de ser acolhida, e os monstros no armário, debaixo da cama, as sombras dos brinquedos amplificadas no escuro, que gerou a ativação do medo do escuro ancestral, pois houve uma época para a espécie, que animais podiam nos predar durante a noite, se aproveitando do escuro, ficando invisíveis. Desenvolvemos um temor para tudo que não podemos ver com clareza, aquilo que não somos capazes de compreender, a ponto de negarmos sua existência, ou entramos na Lei de São Tomé: se não posso ver ou tocar não é real.

E este temor foi crescendo com o tempo, sem termos ideia da sua origem, e abrange os mitos e superstições, o medo da magia, da bruxaria, de forças que trabalham no oculto, muitas hoje chamadas de obsessões e trabalhos feitos, tendo uma causa espiritual, e que, invariavelmente, tem um objetivo nocivo.

Todo o temor infantil de não dar conta da vida tão vasta, que nunca nos sentimos preparados ou prontos para ela, condensa-se em uma entidade monstruosa, enorme, enquanto nós  permanecemos pequeninos, como uma criança de dois anos, olhando para os adultos e saindo de casa, tremendo, ao mesmo tempo, de expectativa como de medo; apenas o enfrenta por estar com os pais, nos quais têm confiança incondicional, desde que estejam ao alcance de seu toque, do olhar, ou de preferência, no colo, protegidas pelos abraços.

Reproduzimos este comportamento em adultos, sempre queremos ter alguém que cuide de nós ao alcance, nem que seja via celular, um apoio psicológico e às vezes até a motivação de ser o provedor/cuidador de alguém. Temos que ter alguém com que nos ocupar, para nos sentirmos vivos, validados, e seguros.

Mas por mais amados que sejamos, mais bem-sucedidos, o invisível ainda nos aterroriza, o medo do mal que existe na vida, que vem em forma de inveja, de mau olhado, de entidades obsessoras, ou qualquer coisa que nos tira do equilíbrio, para que não assumamos a responsabilidade, ainda identificados com vitimismo ou com o trauma da  impotência infantil, vem do invisível e nos ataca, nos prejudicando.

Mas isto só demonstra nossa crença arraigada de que somos impotentes, e que nada podemos fazer para nos proteger. Estamos nus e vulneráveis, expostos.
Mas é de nosso arbítrio, de nosso poder e capacidade de discernir e escolher, mudar uma crença que não é funcional.

Podemos alterar nossa postura da crença de vulnerabilidade, para a de: sou Invulnerável ao mal. Não sou permeável a qualquer coisa que me desequilibre.

Temos decretos fixados em nós, absorvidos na infância, que se tornaram limitantes ao adulto e nos cabe alterá-los.

Da crença que o mundo é poderoso, um monstro prestes a nos abocanhar, podemos mudar a postura, apoiados em todas habilidades, dons e talentos que desenvolvemos, para a crença  de que não importa o que a vida nos convidar como desafio, daremos conta, e se cairmos, levantaremos e seguiremos em frente, aprendendo a fazer melhor.

Tudo no Universo tem uma função positiva, visa desenvolver-nos e nos fazer evoluir, tornando-nos mais capacitados e adaptados ao atrito da vida.

O medo do invisível, de sermos obsediados, real ou imaginário, visa nos fazer tornamos posse de nosso campo bioenergético, e o blindarmos para a entrada, absorção ou afetação que qualquer energética proveniente do exterior.

Como fazemos em nossa casa física, temos uma porta e janelas que ao sairmos, a trancamos, checamos toda segurança, criamos cercas elevadas, e mecanismos de detecção e defesa para que na nossa ausência ninguém nos roube, ou invada nossa propriedade. Mas porque não temos o cuidado de fazê-lo em relação ao nosso campo áurico? Porque não temos noção que nossa individualidade não termina na interface pele, que separa o meio visível externo de nós.

Desconhecemos que somos muito mais que o corpo físico, nosso campo áurico, feito de elétrons, expande-se e se contrai, temos forças ancestrais que sondam o invisível em busca de perigos, nossas sombras de meio ambiente, nossa sombra sensorial e sombra de defesa de nossa integridade (um sistema guardião ou imunológico do extrafísica), responsáveis pelo que atraímos ou repelimos de nossa realidade, conforme nossa vibração e crenças, o que nós trazemos ao absorvermos, nos afetando a integridade, que busca atacar o conteúdo toxico.

Como aprendemos a dar extrema importância a tudo que possa nos prejudicar  e adestramos a nossa atenção ao que possa nos fazer mal, nossas sombras além-físico se ocupam em nos avisar de qualquer risco para que arbitremos sobre como agir e reagir.

Como perdemos a confiança na capacidade deste nosso sistema, que manteve a vida orgânica e a espécie humana sobrevivendo por milênios, pela necessidade de controlar com o nosso arbítrio pelo neocórtex, desarmamos muito das defesas que eram automatizadas, dependendo de uma ação consciente.

Isto é excelente pois nos permite modificar a resposta a um risco, atualizando nossas programações, conforme os riscos atuais, ressignificando condicionamentos. Já não existe mais um predador por detrás de cada árvore prestes a nos devorar, mas  existe a necessidade do cuidado em atravessar uma rua, pois pode vir um veículo que nos coloque em risco. Mas obrigarmos que tudo passe pela nossa lucidez desarmando nossas defesas é arriscado.

Imagine se ao respirarmos uma bactéria, ao invés do sistema responder automaticamente produzindo anticorpos, tivéssemos que estar lúcidos para emitir o comando.

Da mesma forma, podemos dar liberdade do controle mental, ao nosso sistema de defesa em relação às energéticas, supostamente danosas, que chamamos de obsessão, dando um novo comando:

Ao invés de estarmos convencidos de sermos vulneráveis, declarar que somos invulneráveis, ou blindados, que nada nos afeta, e readestramos nossas sombras para barrar qualquer energética que vem de fora.

Mas como cuidado, sabendo que somos sistemas semiabertos, que precisamos do exterior para nos nutrir e manter a vida em nós, e que desejamos receber do Universo coisas boas, termos os caminhos abertos para que possamos prosperar, de apenas  fechar sua permeabilidade, vulnerabilidade, buscar a blindagem a tudo  que é danoso, à integridade e sobrevivência de nosso Ser, em várias facetas da vida.

Ou seja, capacitarmos nosso sistema de integridade que lida com nossa bioenergética tão capaz quanto sua contraparte que lida com nosso corpo físico, o sistema imunológico.

Assim como é embaixo, é em cima, como é dentro, é fora,  diz um paradigma hermético, da mesma forma que nosso corpo físico precisa de uma pele que proteja seu interior da exposição do exterior, precisamos gerar uma pele psico-mental- astral, que é formada a partir de nosso arbítrio somado à capacidade ancestral do corpo terráqueo de se adaptar e defender do meio terreno, com todos seus desafios, perfeitamente capaz de lidar com a vida, exceto no que tange à interferência de nosso recém adquirido pelo nosso desenvolvimento do neocórtex.

Sinta-se blindado, invulnerável e perfeitamente capaz de lidar com os desafios da vida, a  tudo que possa ser tóxico, porém, esteja aberto às bênçãos da vida, à prosperidade, aos bons amigos, ao prazer...

Nunca se feche totalmente à vida, mas administre bem o que lhe afeta, o que deseja absorver e o que não deseja trazer para si.

Mantenha-se íntegro e purificado do mal, da maldade, do negativismo, e cultive em si o Bem, para si mesmo como prioridade (no autoamor e não no egoísmo) e para todos.
Texto Revisado

 

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Sobre o Autor: Ingrid Monica Friedrich   
Ingrid M. Friedrich (CRT 44680) Atua com Psicoterapeuta Alquimista Consciencial- Conselheira Metafisica, Mediúnica e Profissional-Terapeuta Breve-Lado Sombra, Reprogramação Autoimagem, PNL, e técnicas em sincronicidade, como facilitadora no processo do autoconhecimento transformando o chumbo toxico emocional em ouro, em melhor qualidade de vida.
E-mail: [email protected]
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