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Como saber se você é uma Mulher que ama demais?

por Adriana Mantana

Publicado dia 13/2/2020 em Autoajuda

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Primeiro, gostaria de esclarecer que este texto não esgota o assunto sobre 'mulheres que amam demais'. Trata-se de um tema vasto, complexo e doloroso. No entanto, sinceramente espero que ele seja uma contribuição para o seu processo de autocura e autoconhecimento. Fique comigo até o final, desejo-lhe uma excelente leitura.

Na minha experiência de consultório, percebo que também existem homens que amam demais (não estou generalizando dizendo que somente as mulheres amam demais), entretanto, em minha amostragem, este tipo de situação é bem mais recorrente em mulheres do que em homens. Lembrando que a mulher que ama demais pode ser heterossexual ou homossexual, embora eu me refira a relacionamentos heterossexuais no texto.

Amar demais não significa amar homens demais, se apaixonar vezes demais ou ter um amor genuíno profundo demais por outra pessoa. Na verdade, significa ser obcecada por um homem e chamar essa obsessão de amor, permitindo-lhe controlar suas emoções e grande parte de seus comportamentos, percebendo que isso influi negativamente em sua saúde e seu bem-estar e ainda assim se vendo incapaz de desistir. Significa medir o grau do amor pela profundidade do tormento.

Dentre todos os possíveis parceiros que as mulheres que amam demais encontram, quais são as pistas que as levam para os homens com quem podem realizar a dança (trauma/bloqueio) que conhecem tão bem da infância? E como elas reagem (ou não) quando encontram um homem com um comportamento mais saudável, menos carente, imaturo ou abusivo do que aquele a que estão acostumadas, e cuja dança não se sincroniza tão bem com a dela?

O importante não é tanto o parceiro escolhido ser igual à mãe ou ao pai, mas sim o fato de podermos reproduzir o clima conhecido da infância e usar as mesmas manobras que já praticamos tanto. É isso que, para a maioria de nós, representa o amor. Nós nos sentimos à vontade, confortáveis e estranhamente “bem” com a pessoa com quem podemos ter todos os nossos comportamentos e sentimentos familiares. Mesmo se os comportamentos nunca deram certo e os sentimentos são desconfortáveis, são o que conhecemos melhor. Temos aquela sensação especial de pertencer ao homem que nos permite dançar os passos que já conhecemos. É com ele que decidimos fazer um relacionamento dar certo.

Conforme for lendo o texto note se você se percebe como uma mulher que ama demais.

Quanto maior a dor na infância, maior o impulso de reencenar e superar essa dor na idade adulta. Se uma criança pequena sofreu algum tipo de trauma, esse trauma surgirá e ressurgirá em suas brincadeiras até fazer algum sentido e ela finalmente superar essa dor na idade adulta. Na imensa maioria dos casos, uma mulher que ama demais não consegue sair sozinha desta situação, e será essencial é buscar ajuda externa/terapêutica.

Como mulheres que amam demais, fazemos a mesma coisa: reencenamos e reexperimentamos relacionamentos infelizes em uma tentativa de torna-los controláveis e dominá-los.

Em todas as mulheres que amam demais há dois fatores operando: (1) a compatibilidade dos tipos fechaduras e chave dos padrões familiares dela com os dele; e (2) o impulso de recriar e superar os padrões dolorosos do passado (infância).

E quando esses relacionamentos começam, por que é tão difícil rompê-los, desistir do parceiro que arrasta você para todos os passos dessa dança destrutiva? Um princípio básico é que, quanto mais difícil é terminar um relacionamento ruim, mais elementos do conflito da infância ele contém.

Seria difícil exagerar a carga emocional que esse tipo de relacionamento representa para uma mulher envolvida. Quando ela tenta se desligar do homem que tanto ama, é como se milhares de volts de dolorosa energia passassem pelos seus nervos e os destroçassem. O antigo vazio surge ao seu redor, puxando-a para baixo, para o lugar onde seu pavor infantil de ficar só ainda vive, e ela tem certeza de que se afogará na dor.

Também é o motivo pelo qual, quando surgem homens em nossa vida interessados em nosso bem-estar, nossa felicidade e satisfação, geralmente não nos interessamos por eles.

Eu gravei um vídeo no meu canal no YouTube sobre este tema caso queira assistir CLIQUE AQUI. Aproveite e se inscreva, será um prazer te ver por lá.

Também criei uma meditação guiada no meu canal de CENTRAMENTO e LIMPEZA, caso queira praticar CLIQUE AQUI.

Agora, se você está vivendo uma situação dolorosa e se identificou como uma mulher que ama demais e deseja iniciar um processo terapêutico comigo CLIQUE AQUI e veja a possibilidade de agendar uma sessão de atendimento individual.

Bibliografia utilizada no Texto: Mulheres que amam demais. Autora Robin Norwood. Editora Bicicleta Amarela Rocco.

Grande abraço.

Adriana Mantana

Texto Revisado

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Sobre o Autor: Adriana Mantana   
Bióloga, Terapeuta Integral, Consteladora, Renascedora, Terapeuta ThetaHealer®, Terapeuta de Barras de Access™, Floral de Bach, Radiestesista, Operadora de Mesa Quântica Radiônica, Cromoterapia, PNL, Mestre em Reiki Usui, Hooponopono, Cristaloterapeuta, Giver Deeksha, Terapeuta de Integração Quântica do Ser® e Ativista Quântica. CRTH 4103
E-mail: [email protected]
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