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Há coisas que não vendem


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Saber que há um carma e que tenho que pagá-lo? Isso não vende.
Saber que nossa vida financeira e amorosa podem ter limitações que impedem que tudo sejam flores como desejamos? Isso não vende mesmo.
Saber que não há como fugir de certas determinações já impostas desde o nascimento? Isso também não vende.
Saber que há forças na vida que vão atuar independente de eu concordar com elas ou não? Isso igualmente não vende.
Saber que as teorias mágicas de riqueza, prosperidade e sucesso não se aplicam a todas as pessoas porque cada um de nós tem um contrato reencarnatório pessoal e individual único e personalizado, e que ele pode nos afastar completamente do “posso tudo o que eu quiser”? Isso então é que não vende de jeito nenhum.
Saber que a vida não está completamente sob nosso controle; saber que não existem formas garantidas de moldar só felicidade o tempo todo;
Saber que o mundo é uma escola para ensinar a muitos (pela dor mais vezes do que pelo amor) ou um hospital em que estamos internados para curar nossas mazelas;
Saber que vamos sim ter que enfrentar sofrimentos duros;
Saber que haverá calmaria, mas também inúmeras tempestades e que nossa única opção é encará-las? Isso vende muito menos.

Na grande “feira” do “esoterismo quântico terapêutico estelar”, a barraca das verdades desagradáveis está sempre vazia, e a barraca das mentiras reconfortantes está sempre lotada – e com uma fila quilométrica. Afinal, a vida já é tão desafiadora que a maioria das verdades existenciais em distonia com expectativas sonhadoras, não vende nunca.

O que vende, então? Fazer a pessoa acreditar:

. Que tudo está ao alcance dela “se ela realmente quiser”. 
. Que ela pode moldar 100% da vida sem se sujeitar a nenhum condicionamento de determinismo. 
. Que ela pode fazer alguma mágica na mesa ultrabiônica e se livrar de problemas financeiros, amorosos ou existenciais. 
. Que qualquer “teoria quântica atômica” se aplica a qualquer pessoa e funciona igual para todos.
. Que existem terapias milagrosas que simplesmente dissolvem nossos carmas sem que precisamos ter nenhum trabalho ou responsabilidade pelos nossos atos nevastos do passado. 
. Que basta pagar uma terapia, que a própria empresa se apruma automaticamente, que o dinheiro aparece automaticamente, que a gordura corporal desaparece sem esforço, que o amor da vida surge para viver uma relação de contos de fadas, que o problema na justiça desaparece, que pode ficar rica e próspera sem precisar de esforço, que enfim, nós realmente temos nas mãos o controle de tudo que queremos, se quisermos, e que se não temos todas aquelas maravilhosas realizações é porque estamos cometendo um erro que basta ser corrigido com a terapia ou filosofia X. 
Isso vende. E vende muito!

Tudo isso é muito lindo e reconfortante. Mas não muda a realidade factual: todas as pessoas encarnadas no mundo possuem um plano de vida já predeterminado e fixo, ainda que não seja um plano que controle 100% de tudo (na maioria das vezes é um plano parcial, apenas de fundamentos básicos). Todos os contratos reencarnatórios pessoais e individuais nos dão espaço para escolhermos muitas coisas - mas jamais todas, porque uma parte já esta escolhida desde antes de nascermos, já foi co-criada lá no centro de planejamento reencarnatório.

Genética do corpo, situação geral da vida amorosa, situação geral das finanças, potenciais de realização, desafios principais, carmas a serem quitados, missão de vida, melhor caminho para se seguir a jornada da experiência humana, falhas e mazelas pessoais a serem combatidas, e panorama geral de facilitadores a serem aproveitados ou dificultadores a serem enfrentados mês a mês, ano a ano, ciclo a ciclo, bloco a bloco, tudo preparado e planejado por nós e/ou nossa mentoria espiritual com um único objetivo: fazer nossa passagem pela vida valer a pena sob a ótica dos valores de evolução.

Agora, um ponto é fato: como vamos reagir ou encarar essas predeterminações, é escolha inteiramente nossa. Aproveitar virtudes e combater mazelas, é escolha nossa. Seguir ou não o caminho para o qual estamos mais bem preparados no sentido de obter plenitude da vida, é escolha nossa. Aprendermos ou não as lições da vida para nos livrarmos delas, é escolha nossa. Aludindo: fazer ou não limonada doce do limão azedo, é escolha nossa.

Mas aquilo que faz parte de nosso Plano de Vida ou Contrato Reencarnatório como “fixo”, não será mudado com lei da atração ou com qualquer nova técnica milagrosa da terapia X ou Y.

Mas note: nenhum Contrato Reencarnatório ou Plano de Vida tem como objetivo fazer as pessoas sofrerem. O objetivo é fazer com que as pessoas se afinem a faixas mais elevadas e assim, se tornem mais plenas que na experiência anterior, e assim sucessivamente.

Se formos falar de carma, sempre há duas formas de se pagar um carma. A forma pelo amor, ou a forma pela dor. Se não queremos pagar pela forma do amor, a forma da dor vai vir e vai cobrar.

Por exemplo: se tenho um carma com dinheiro, posso fazer duas mil terapias na vida, que continuarei tendo problema com dinheiro, de tal forma que a única forma de me livrar desse carma é pagá-lo. E como pagar um carma com dinheiro? O seu Contrato Reencarnatório dirá. Pode ser, por exemplo, que o pagamento se dê com sua plena e total dedicação ao trabalho em seu segundo ciclo de vida. Em outros casos, basta se aplicar às leis da prosperidade (gastar uma parte, guardar uma parte, doar uma parte) que o carma é pago. Em outras situações, pode ser que o pagamento desse carma  envolva a necessidade de fazer caridade. Isso é individual e depende do Contrato Reencarnatório de cada um. Mas sempre há uma forma de pagar o carma de forma suave. A forma mais dura só vem se renegamos a forma mais suave, e aí, no caso do dinheiro, o carma é cobrado nos impondo escassez. Já se tenho um carma que atravessa rasgando a vida amorosa, posso fazer outras mil terapias e centenas de consultas de Tarot que me prometem maior fluência na vida afetiva, que continuarei tendo problemas na vida amorosa. Como pagar esse carma? Fazendo o que meu Contrato Reencarnatório recomenda especificamente neste ponto, o que pode da mesma forma variar de pessoa para pessoa.

Entendamos: somos a soma das experiências que vivemos. Somos seres individuais. Somos específicos. Fórmulas prontas não funcionam igual para todos. A fórmula mais eficaz é aquela que é individual. O que pode ser bom para um, pode não ser eficaz para outro. Essa é a maior de todas as realidades espirituais.

Mas, repito: isso não vende. Prejudica o negócio das terapias. Não atrai clientes. Não mantém a pessoa na terapia. Não faz o consulente voltar. Não gera receita recorrente. Não estimula o ser a querer continuar pagando o coaching. Não por acaso, o pensamento e o intento de muitos é: “temos que descredibilizar essa ideia”.

Mas por que, ao invés disso, as pessoas simplesmente não estudam e se desenvolvem para proporcionar em suas terapias o entendimento de “onde”, “em que área” e “se” aquela pessoa veio viver compulsoriamente no mundo? Por que não se habilitam a revelar à pessoa que existem sim áreas que a pessoa pode moldar e construir como bem entenderem, mas que existem outras que precisam ser aceitas como são e entendidas como bençãos? Por dois motivos: primeiro, e óbvio, porque isso não vende. Segundo, porque isso dá trabalho, e o que dá trabalho demais, não é desejado. Porque vivemos no mundo de anseios por facilidades. Afinal, é isso que vende. Então, eu faço aquele curso rápido e fácil naquele final de semana, ganho o diploma, acho que naquelas poucas horas eu já aprendo a técnica a ponto de me considerar um especialista, e na segunda feira eu já posso ser terapeuta. É fácil. E aí começo a atender pessoas replicando a mesma ideia falaciosa que meu anseio por facilidades me ensinou: basta ativar a terapia X que tudo será encaminhado. E cada dia mais desavisados são convencidos disso. Fazer 5 anos de curso para só depois oferecer um serviço especializado? Jamais! Se agora tudo é quântico, consigo pagar uma ondulação de 250 livros e já fico “sábio” sem esforço.

Passa algum tempo antes que a pessoa se dê conta que está vivendo uma ilusão. Para alguns, com Contratos Reencarnatórios mais difíceis, logo percebem que a técnica milagrosa não deu e não dará certo. Para outros, com contratos mais fáceis que já previam melhorias naquela certa época da vida independente de terapias maravilhosas, atribuem a melhora da vida à terapia e não ao seu próprio plano de vida.

Não estou aqui dizendo que as terapias são inúteis. Não é nada disso. O que estou dizendo é que toda terapia nada mais é do que um instrumento coadjuvante no processo de restauração de um ser. E não tem problema algum se nos tornarmos dependentes delas por um bom tempo. Afinal, já somos dependentes de muitas coisas que nos sustentam o equilíbrio da vida, como comida e banho. Mas o ponto aqui é que os protagonistas somos nós, e protagonizar a restauração de nós mesmos dá trabalho, pede tempo e exige esforço pessoal e individual no sentido de nos modificarmos interiormente e mudarmos muitos pensamentos, conceitos, crenças, sentimentos, nossa forma de nos expressar, e sobretudo, nossas atitudes para com as pessoas e para com a vida. Sem isso, sem a disposição de fazer esses movimentos, toda terapia (séria) será apenas alívio temporário.

A vida é individual, e embora vários conceitos se apliquem à coletividade, a fórmula de plenitude é única, personalizada e específica para cada um de nós. Para alguns, e para algumas épocas da vida, vai dar mais trabalho, e a terapia séria pode ajudar a pessoa a enfrentar aquela etapa mais extenuante. Mas o maior poder que podemos ter à nossa disposição é o conhecimento de nós mesmos.

Não falo de nos conhecer apenas no sentido de saber como somos e conhecer as tendências que temos. Isso é básico. Falo é de conhecermos o nosso Plano de Vida e agirmos de forma consonante a ele, não depositando todas as nossas fichas do jogo da vida apenas em uma terapia, como se ela fosse a solução milagrosa de tudo sem que tivéssemos que fazer força alguma.

Se eu sei que daqui a 3 anos eu vou enfrentar um tempo de mais escassez financeira, que esse tempo vai durar dois anos, mas que logo depois virá um tempo de prosperidade, o que eu faço? Me preparo economizando o suficiente para quando chegar naquele ciclo, eu ter condições de o enfrentar sem desesperos. E posso fazer a terapia também, para ampliar meu potencial de preservação financeira naquela época difícil. Se eu sei que no momento atual meus ascendentes energéticos não estão favorecendo aquela cirurgia plástica, para que vou arriscar? Não é melhor me programar para época que seja mais favorável?

Se eu sei que profissionalmente o tempo é de lutar para me manter no trabalho aceitando os desafios mais pesados dos enfrentamentos, mas que daqui um ano tudo vai se estabilizar, por que perder a cabeça agora e pedir demissão? E posso fazer a terapia também, para ampliar minha paciência e diminuir o peso da situação. Se eu sei que minha vida amorosa vai passar por um ciclo auspicioso daqui seis meses e que ele vai durar dois anos antes de voltar ao padrão de menos possibilidades, por que não aproveitar esses seis meses até lá para fazer exercícios físicos e estimular minha autoestima para com isso atrair uma pessoa à altura de meus anseios? E por que, conjuntamente, não faço uma terapia que me auxilie a alcançar esse objetivo?

Se eu sei que os próximos 6 meses vão me favorecer extremamente numa sociedade em um negócio, mas que depois passarei por um ciclo de 3 anos completamente desfavorável para sociedades, por que abrir aquela empresa com aquela pessoa agora?

Vamos além:

Se sei que meu destino aponta para um norte, por que esperar maravilhas de realizações em outra direção?
Se sei que minha missão é Y, por que não assumi-la?
Se sei que meu desafio de um ciclo é aquele, por que ignorá-lo como desafio e vê-lo como castigo?
Se sei que tenho virtudes que se colocadas em prática me levarão à mais plenitude, por que insistir em mazelas?

E se está difícil lidar com isso, por que não contar com ajuda de uma terapia alternativa séria para me dar suporte diante disso?

Mas não. Queremos agora. Nosso ego quer agora. Não queremos economizar parte do que ganhamos para enfrentar eventuais ciclos ruins depois; queremos é ter agora para gastar agora. Queremos a cirurgia plástica agora. Queremos que o chefe pare de nos “encher” agora. Queremos o amor da vida hoje (e ele tem que me aceitar do jeito que eu sou, não preciso mudar nada porque sou o ouro puro de Ofir). Queremos abrir a sociedade agora e ai de quem nos disser que ainda não é o momento. E queremos porque ouvimos na palestra do Coach iluminado que se quisermos, podemos tudo com a lei da atração e tantas outras. Então o que nos resta fazer? A terapia que nos promete dar jeito em tudo. Simples e fácil. Paguei e resolvi.

Doce engano.

Podemos fazer uma alusão interessante:

Cada vida no mundo é um rio individual já existente. Ele foi programado antes de nascermos. Ele já existe. Ele já tem suas curvas, seus trechos de corredeiras, seus trechos de marasmo e pacatez, seus pontos em que a correnteza é mais forte e outros em que é mais suave, seus lugares com quedas inevitáveis das cachoeiras, e assim por diante, até que esse rio deságue no mar, quando desencarnamos e voltamos à nossa realidade maior. Nós somos um simples barco. Nosso poder é sobre nosso barco. Podemos o que quisermos com as leis e terapias no sentido de melhorar nosso barco. Elas (as terapias sérias) nos ajudam a ter barcos mais estáveis, motores mais fortes, mais combustível, mais suprimento, mais robustez para aguentar passar pelas corredeiras ou a suportar a queda de uma cachoeira; elas (as terapias sérias) nos proporcionam barcos que nos geram mais satisfação ao aproveitar aqueles momentos de calmaria na jornada mas também que nos dão força para passar por águas tormentosas com o mínimo dano possível. A terapia não muda o curso do rio e menos ainda tem qualquer poder para fazer parar magicamente a correnteza. O rio, seus trechos, o tempo chuvoso ou ensolarado a que estamos sujeitos no percurso, essa ou aquela queda, essa ou aquela corredeira, tudo isso representa o Contrato Reencarnatório ou o Plano de Vida. O barco somos nós. A terapia ajuda o barco a passar melhor pelo rio. Mas ela nunca e em tempo algum mudará o rio. Ele é imutável.
Sabendo disso, posso por exemplo usar a Decodificação de meu Contrato Reencarnatório para prever que naquele trecho, naquela época do ano, o rio estará agitado, transbordante, perigoso, inavegável. E aí posso me preparar para manter meu barco parado e protegido durante aquela tempestade ao invés de colocá-lo na correnteza e correr desesperadamente atrás da terapia que me convença que meu “motor do barco” da conta de ir contra a correnteza e conseguir atravessar para águas mais calmas. Isso quando não criamos a ultra ilusão de que podemos fazer o barco fluir por terra ou pelo ar, atravessando limites improváveis para navegar em outro rio que nem seja o nosso.

Alguns até encontram recursos para equiparem seus barcos com hélices poderosas, motores inimagináveis, e enquanto a revolta da não aceitação durar, até conseguem feitos inacreditáveis. Mas além disso custar um preço elevadíssimo que nem todos tem condição de sustentar para sempre, toda vez que voltarmos à nossa correnteza de nosso rio pessoal (e sempre voltamos), é ele (o nosso rio pessoal) que temos que enfrentar.

Mas reforço: não sou contra técnicas, métodos, dinâmicas, filosofias, terapeutas ou terapias. Muito pelo contrário. Eu gosto muito de terapias. Para mim, para os meus, e sempre as tenho recomendado por perceber o poder latente em cada uma delas, dependendo do que se busca, até aquela que considera o “supra sumo” de todas as terapias (por englobar todas elas) que atualmente é o Quantec. Na verdade, eu sou contra tudo que ilude as pessoas voluntária ou involuntariamente, questões nascidas no amadorismo, na superficialidade, na preguiça de não querer investir anos de estudo para se tornar um bom terapeuta, no mercantilismo desenfreado do curso de final de semana que vai formando pessoas apenas e tão somente para sustentar financeiramente o instrutor, e tantas outras coisas que não levam em conta a necessidade de sermos absolutamente e irrepreensivelmente corretos com as pessoas e vidas que de nós se achegam. Não acho leviano que alguém viva do trabalho que faz. Não acho absurdo que um terapeuta viva do serviço que presta. Não acho absurdo que um esotérico viva das respostas que fornece. Não acho absurdo que um radiestesista viva do auxílio fantástico que presta. O que eu acho leviano é tudo isso sem preparo à altura do que é minimamente esperado. Isso sim eu acho absurdo, e pavoroso; senão mortífero. E o acho por um motivo muito simples: já vi, nesses mais de 30 mil atendimentos realizados, pessoas com vidas completamente destruídas por terem depositado sua confiança e suas esperanças em amadorismo, negligência, superficialidade, promessas milagrosas e mercantilismo puro – isso quando não chegam com um profundo sistema de crenças enraizadas em uma longa trajetória de lavagem cerebral. Há também pais e mães daqueles que se suicidaram depois de criarem tantas expectativas que foram frustradas por entendimentos completamente equivocados de que há de fato alguma forma de ter plenitude e satisfação na vida que não passe necessariamente pela nossa mudança interior, o que exige esforço e trabalho duro.
 
Na causa essencial do problema, temos assim um ponto simples que se tratado, resolveria a questão na raiz: buscar auxílio em ajuda médica oficial, ou ajuda terapêutica alternativa com aqueles profissionais que empreenderam dedicação disciplinada durante pelo menos alguns bons anos de estudo formal e sistematizado, com aprendizado teórico e prático, antes da pessoa se aventurar a servir de instrumento para interferir positivamente na vida de outros seres. Mas, infelizmente, as pessoas veem isso como difícil, demorado, trabalhoso, e, obviamente, isso não vende. De toda forma, preciso encarar a realidade: eu, particularmente, valorizo o que não vende. Eu sou aquele que está na barrada das verdades desagradáveis, não para as lançar impiedosamente na face de quem quer que seja – pois isso seria de uma impiedade nociva - mas para, com carinho e sem julgo de qualquer natureza, esclarecer que há sim saída para tudo, mas que essa saída não está apartada do esforço pessoal e individual, ainda que na situação caiba uma boa e bem vinda terapia alternativa como apoio consistente em todos os processos de harmonização que se façam necessários.

E não me importo em absoluto se essa visão “vende” ou não. Eu realmente não estou preocupado em vender nada a ninguém. Aliás, sempre tenho recomendado que se a pessoa não tem condições de pagar por uma terapia ou uma decodificação de contrato reencarnatório (que é sim muito caro pois da um trabalho imenso), que então conviva com essa realidade e não faça nem uma coisa e nem outra. Não há problema em não ter condições de fazer uma terapia ou decodificação. Talvez isso faça parte do aprendizado necessário neste momento da vida, exercitando em você mesmo a capacidade de contar apenas consigo próprio e com sua fé realizante, ou com as inúmeras formas tradicionais já consagradas de auxílio gratuito de igrejas, centros espíritas, casas de Apometria (as sérias e gratuitas) que existem por aí, e que, dentro do que se propõe fazer, são respeitáveis em suas respectivas capacidades de auxiliar pessoas (de graça) no sentido de as esclarecer, fortalecer e melhor direcionar dentro do que elas se afinam naquela época da vida – ou naquela vida.
Texto Revisado

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Conteúdo desenvolvido por: Tony Valentim   
Tony é um ser comum, sem privilégios ou destaques que o diferenciem das demais pessoas. Devorador de livros, admirador de culturas religiosas sem preconceitos, e eterno aprendiz do Cristo. Mestre de nada, sábio de coisa alguma. Alguém como você, que chora, sorri, busca, luta, exercita a fé e cultiva no peito a doce flor da esperança.
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