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Sim, eu te amo, mas posso viver sem você!


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Comecei o ano de 2016 oferecendo a palavra Otimismo como uma escolha para a tônica deste momento.
Para aqueles que acompanharam as dicas do último artigo eu sugeri entre elas que escolhêssemos nossos pensamentos e as notícias que lemos e ouvimos como uma das formas de purificar a alma e o corpo.
Para essa semana convido a todos para mais uma reflexão.
Quem são as pessoas que você se relaciona com frequência?
Qual a sensação que você percebe dentro de você quando as encontra?
Seu termômetro interno dar sinais de “sentir-se bem ou mal”?
Neste caso, não falo de apenas um desconforto passageiro ou de um desentendimento ocasional, mas sim da sensação recorrente de que algo não funciona bem.

Em alguns casos, pode ser que você esteja percebendo no outro algo que vibra essa mesma energia dentro de você mesma, por exemplo:
- Eu sinto desconforto por conviver com alguém muito racional mas, na verdade, trata-se da lembrança que eu preciso trabalhar o uso da razão dentro de mim mesma.
Mas pode ser também algo como:
- Eu vejo uma pessoa muito mandona, isso me recorda que eu também sou mandona, mas como já trabalhei muito em mim essa energia, hoje sou apenas assertiva. E a convivência é como um lembrete para mim.
Neste caso, reconheço o lembrete e agradeço.
Entretanto, existem as situações onde nos relacionamos com pessoas que têm de fato, comportamentos e valores muito diferentes dos nossos.
Quando podemos simplesmente nos afastar dessa relação sem maiores danos, como um amigo ou conhecido, o assunto fica resolvido.
Porém, se temos uma diferença fundamental com alguém próximo da família, a separação pode ser mais complexa.

Nessa hora, travamos uma batalha interna sobre a lealdade com o sistema e a nossa integridade.
Essa é a hora que devemos permanecer atentos e despertos para o nosso mundo interior.
Ter clareza que podemos amar alguém ao mesmo tempo que escolhemos amar a nós mesmos.
Sentir quais são os nossos limites para essa convivência.
Saber colocar fronteiras claras para preservar seus valores.
Pois quando dizemos “sim” para alguém contradizendo um valor essencial interior, estamos dizendo “não” para nossa alma.
O resultado é que acabamos ferindo a nossa integridade e nos sentimos muito mal com toda a situação.
Portanto, neste ano escolha quais os limites que você vai colocar nas suas relações externas para preservar sua alma e sua integridade!
Vai dar trabalho fazer isso, mas sou otimista, sei que nós vamos conseguir!



Texto revisado
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Conteúdo desenvolvido por: Nathalie Favaron   
Nathalie Favaron é Coach e Terapeuta Sistêmica especializada em Constelações e Hipnose Ericksoniana. Autora do LIVRO O Reencontro e do CURSO ON LINE - A História da sua Família SAIBA MAIS AQUI www.nathaliefavaron.com.br ou whatsapp 11-950203079
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