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Personalidade e Sentimento



Contrariando a concepção básica da psicologia oficial de que a nossa personalidade se forma a partir de aspectos genéticos, familiares e sociais, a Psicoterapia Reencarnacionista diz que nós já encarnamos com uma personalidade definida: a que viemos apresentando nas nossas últimas encarnações. Essas características individuais são as tendências que já trazemos conosco e que, no confronto com as situações da vida terrena, passamos a manifestá-las.

Nós não formamos uma personalidade, nós a revelamos. Somos seres com vários corpos, mas somente um é visível ao olho humano; mas além dele temos o corpo emocional e o corpo mental.

Após a morte, que é apenas a morte do corpo físico, os corpos sutis permanecem exatamente como são. Ao reencarnarmos, aqui chegamos no mesmo nível de sentimentos e de pensamentos do que quando saímos da última vida terrena e, portanto, cada um de nós, ao passar pelas situações atuais da vida intra-uterina e da infância, vai reagir de maneira diferente.

Isso é facilmente observável em famílias com vários filhos, em que cada um tem a sua maneira de ser desde muito criança: um é bravo, impaciente e agressivo; um outro é calmo, suave e meigo; um outro é magoável, retraído e entristece-se facilmente, e assim por diante. E por que acontece assim? Porque tudo é uma continuação, nós somos os mesmos que desencarnamos na vida terrena passada; apenas mudamos a nossa forma física(casca), o nome e os demais rótulos, mas permanecemos muito iguais.

Essas tendências negativas revelam o que viemos curar ou melhorar, ao reencarnarmos.
Nós reencarnamos para nos "curarmos" de sentimentos e pensamentos ainda inferiores, passando por situações que fazem aflorar alguns sentimentos negativos. Mas o objetivo disso é fazer com que possamos evoluir, ou seja, podermos enfrentar e vencer tais situações. Viemos para transformarmos características negativas em positivas, o que ainda não conseguimos em tentativas anteriores (encarnações passadas).

Na verdade, temos que agradecer, pois aquilo que parece muito ruim apenas está se apresentando porque é o que temos que curar nesta encarnação.

Caso de regressão
Certa vez fui procurada por uma senhora de 57 anos, casada, com três filhas e bastante espiritualizada. As iniciais de seu nome são E.P.. Ela apresentava síndrome do pânico e depressão há muitos anos. Já havia feito inúmeros tratamentos, tomava remédios ansiolíticos, antidepressivos, receitados pelo seu psiquiatra. Também com muita insônia, não dormia sem o auxílio dos “remédios”. Porém, a queixa maior era realmente a Síndrome do Pânico que, a seu ver, foi o que ocasionou todas as suas dificuldades. Comentou também sobre ter perdido sua mãe quando tinha apenas 7 anos e que tinha dificuldades de relacionamentos com um dos irmãos. Seu pai havia falecido há poucos anos.

Fizemos 3 atendimentos com Psicoterapia Reencarnacionista, para eu poder entender a real situação de E.P.. Indiquei também alguns florais para que fôssemos trabalhando a causa principal daquilo que desencadeou seus problemas.

Quando E.P. foi submetida à Regressão Terapêutica, assistida pelo seu Mentor, se viu sendo empurrada por um homem em um buraco muito escuro, úmido, sem ar, não tinha como sair. Sentia muito medo, angústia, tristeza, ressentimento. Naquele momento percebeu que o tal homem que lhe havia empurrado, era seu irmão na vida atual. Naquele momento chorava muito porque não entendia o motivo daquele acontecimento, o porquê de estar ali, sozinha, no escuro, com fome e longe daqueles que amava. O tempo foi passando e se viu morta (corpo físico) dentro daquele “buraco”, totalmente esquecida. Em seguida percebeu que uma luz muito forte, cristalina e que transmitia paz entrou naquele local; seu espírito foi resgatado daquele sofrimento e levado para um lugar que parecia um hospital... foi recebendo tratamento, foi melhorando... se viu num enorme jardim com muitas flores, natureza. Durante o tempo em que se viu no astral conversava com uma “mulher” e esta foi lhe explicando várias coisas da sua última encarnação e que ela precisava perdoar, entender e continuar sua missão. Disse que esta mulher parecia ser sua mãe... tinha uma sensação boa, um bem estar inexplicável. Aos poucos E.P. foi ficando tranqüila, serena, leve e em paz. Então, fomos terminando a sessão de regressão, pois minha cliente sentia-se muito bem.

Ao terminarmos a regressão E.P. foi fazendo algumas ligações da vida atual com o que foi visto nas situações de vidas passadas. Percebeu que o medo, fobia por lugares fechados e até mesmo os sintomas que surgiam quando chegava a determinados lugares, tinham a ver com questões de um passado no qual estava sintonizada.

Pedi, então, que naquele momento não falássemos mais sobre os acontecimentos, pois era muito importante que ela fizesse sua própria sintetização, que pudesse assimilar tudo o que foi rememorado e que aos poucos começaria a entender o porquê de certas coisas acontecerem.

Passados 15 dias E.P. voltou para um novo atendimento em Psicoterapia Reencarnacionista para conversarmos sobre como ela se sentia desde a regressão. Para minha surpresa trouxe-me resultados muito positivos: estava conseguindo dormir com luz apagada, sentia-se mais tranqüila e diferente, talvez mais segura. Conseguia perceber que o pânico começou a surgir em sua vida quando houve uma perda significativa em sua vida: a irmã e, algum tempo depois, o pai. Sentiu-se abandonada quando eles morreram, o mesmo sentimento de quando estava lá naquele lugar (na regressão), escuro, sozinha e com medo... abandonada... rejeitada.

Passaram-se alguns meses e tive um novo contato com E.P.. Ela falou-me que havia ido na cidade onde o irmão morava e que não tinha tido pânico... pavor, nem falta de ar, ansiedade e que muitas coisas tinham melhorado; sentia-se com mais qualidade de vida. Havia conseguido conversar com o irmão de forma amigável sem entrar em conflito, pois fazia muitos anos que eles não tinham um convívio harmônico e sem discussões.

Hoje já se passaram mais de 2 anos e ½ da primeira regressão e E.P. não teve mais crises de pânico, ansiedade, angústia e conseguiu parar com os “ansiolíticos”, “anti-depressivos” e calmantes para dormir. E.P. foi diminuindo as doses dos remédios químicos, chegando ao ponto de não precisar mais, com o auxílio e aval de seu médico. Chegaram à conclusão de que não era mais necessário pois as queixas iniciais não mais existiam.

Anelise Lopes
Terapeuta Reencarnacionista e de Regressão, Florais e Apometria Quântica. Membro da Diretoria da Associação Brasileira de Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica.
soluaterapias@yahoo.com.br

Texto revisado por Cris
Publicado dia 18/11/2007

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