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A felicidade plena

por Rodrigo Durante

Publicado dia 13/8/2020 em Autoconhecimento

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Ao longo de nossa história, temos acumulado crenças e registros distorcidos da pureza do ser, guardando como referencial para definirmos quem somos uma enorme quantidade de densidade emocional que ofusca nossa percepção das qualidades mais sutis do ser. Traumas, sofrimentos, dramas, medos, culpas, acusações etc. acumulados em nossas células físicas e em suas correspondências espirituais, influenciando em nosso sentir, pensar, desejar, escolher e agir, além de atraindo todo tipo de dificuldades e mais sofrimentos em nossas vidas.

Assim, passamos a acreditar que a felicidade era algo fora de nós, algo que não tínhamos e que precisávamos lutar para conquistar. Porém, quando pensamos e agimos como se a felicidade fosse uma meta a ser atingida ou conquistada por mérito de nossos esforços, já estamos em desalinhamento com ela, agindo no sofrimento, resistência e escassez. Tudo o que buscamos em nossa vida, se não tiver alegria no momento presente e em todo caminho, torna-se um fardo, uma obrigação, um peso que carregamos desnecessariamente.

Nada na sintonia do ser requer esforço, lutas ou conquistas, pois tudo isso pertence ao ego negativado. O ser já é alegre e vive a felicidade plena, sem impor condições para isso. Foi nosso ego quem restringiu nossa felicidade à presença ou posse de alguns objetos, pessoas, qualidades e situações em nossas vidas, intelectualizando a vida e não percebendo a perfeição que sempre existiu dentro de nós.

Desassociando nossa felicidade de qualquer motivo que tenhamos colocado como condição para senti-la, a encontraremos mais facilmente dentro de nós e a viveremos sempre que estivermos presentes, sem julgamentos, controles e entregues ao aqui e agora, pois esta é nossa maneira natural de ser. Mas ao dizermos que a felicidade tem um preço, perdemos o direito de usufrui-la gratuitamente e ninguém a não ser cada um de nós tem o poder de fazer isso para si.

Abrindo-nos para a felicidade do ser nos tornamos mais presentes, pois não há nada no passado ou futuro que precisamos buscar para estarmos bem. Cada momento é vivido e aceito como é, não havendo nenhuma necessidade de que as coisas ou pessoas sejam de um jeito ou de outro, pois já estamos bem com nós mesmos, podemos nos libertar das pesadas exigências que tínhamos dos outros, da vida e do mundo.

A felicidade plena não é tão eufórica como a felicidade reativa do ego negativado, carente que está de extravasar seus sofrimentos. Talvez por esta razão seja mais difícil de a percebermos enquanto ainda funcionamos mais intelectualmente, dando pouca atenção ao ser. É importante então trabalharmos o nosso sentir, percebendo assim nosso estado interior e nossa vibração, além de nos desapegarmos das nossas opiniões e histórias que contamos e que nos mantém na limitação e realidade de um ego em sofrimento.

Enquanto trabalhamos nossas questões interiores, vamos tendo insights, aberturas para a luz do ser, sensações destas frequências mais elevadas e perfeição que pertencem a nós. Aos poucos, na medida em que compreendemos que isto é o que verdadeiramente somos, deixamos de alimentar o que não somos e nos entregamos ao bem-aventurado fluxo natural da vida. A felicidade plena passa então a fazer parte da nossa vida, atraindo situações mais alinhadas a ela. Já mais conscientes de quem somos por tudo o que passamos e aprendemos, sabemos que não nos perderemos novamente, pois agora estruturamos nossos passos de forma a nos sustentarmos nas qualidades Divinas do ser.

Em Paz, 
Rodrigo Durante
Texto Revisado

 

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