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A inquietude e agitação mental

por Rodrigo Durante
A inquietude e agitação mental

Publicado dia 31/7/2020 em Autoconhecimento

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Muitas vezes nossa mente trabalha mais do que gostaríamos. Seguimos nosso dia agindo de acordo com as exigências do nosso intelecto acreditando que isso é o melhor para nós, mas acabamos assim por despender uma enorme quantidade de energia para mal conseguirmos sustentar um mínimo de paz. O resultado é que estamos constantemente cansados, sentimos que não aproveitamos a vida como gostaríamos e que nosso trabalho não rende. O estresse toma conta do nosso mental, emocional, físico e nos tornamos um alvo fácil para outros desequilíbrios e doenças também.

Neste ritmo, chega um momento em que precisamos descansar mas não conseguimos, pois parece que nossa mente não consegue desligar. Temos vivido como se precisássemos de estímulos mentais para acordar, para seguir com nossa rotina, para trabalhar, para cuidar da saúde e, por mais confuso que isso pareça, de outro estímulo para desligar também. Estímulo atrás de estímulo, acabamos por nos viciar neste comportamento e lidamos agora com o grande desafio de encontrar o caminho de volta ao nosso natural, à paz, calma e silêncio do ser.

Uma vez presos a este comportamento, sintonizamos nossa mente com três fontes de pensamentos/emoções principais: a primeira são as energias que captamos da coletividade, das grandes formas-pensamento das massas e dos ambientes. A segunda são os laços mentais e emocionais, de apego, rejeição, controle e manipulação que sustentamos com as pessoas que interagimos em geral. A terceira é nossa rejeição ao momento presente, com nossas contínuas viagens ao passado e futuro, além da imaginação de situações que não existem.

Este fluxo pode ser bem intenso, principalmente se não estamos atentos a nós mesmos e apenas reagimos ao meio, ao que a vida exige de nós. Assim, tentar parar os pensamentos repentinamente é muito difícil e desgastante, além de poder proporcionar algumas reações mentais desagradáveis. O que podemos fazer então muito mais facilmente, é aproveitar este fluxo mental para assumir o leme e, a partir daí, trazer nossa consciência para o ser, no aqui/agora.

O primeiro passo é aquietar o corpo, sentando em uma posição confortável mas com os pés bem apoiados no chão. Sentir suas raízes de luz saindo dos seus pés e conectando com o núcleo cristalino do nosso planeta, o coração da Mãe Terra. Traga sua atenção à sua respiração por alguns instantes, percebendo como seu corpo já está em silêncio, aguardando que sua mente se ajuste a ele.

Feito isso por alguns segundos ou minutos, vamos agora começar a ajustar nosso mental através do nosso foco e percepção de tempo e espaço. Sem lutar com a mente, vamos apenas nos imaginar fazendo exatamente a mesma coisa que estamos fazendo agora, sentados, aterrados, conscientes da nossa respiração. Estamos com isso criando em nossa atividade mental desequilibrada uma imagem do real no aqui/agora. Criada esta imagem, vamos "acoplar" esta imagem em nós mesmos, sobrepondo a imagem ao nosso corpo no aqui e agora.

Fique assim por alguns instantes, imaginando-se (agora em primeira pessoa) exatamente onde você está. Você pode começar a sentir que seu nível de energia começa a aumentar, pois sua mente já está fechando alguns drenos só de você sustentar sua atenção em si mesmo. Aos poucos, a necessidade de ir ao passado ou futuro vai diminuindo e seu nível de alegria vai aumentando, embora ainda haja algum desequilíbrio.

O próximo passo é o truque que ajustará nossa mente ao natural novamente. De uma postura de imaginação ativa em que nos encontramos, vamos agora mudar nossa intenção interior para a aceitação. Assim paramos de nos imaginar fazendo o que estamos fazendo e vamos apenas aceitar o que estamos fazendo, que estamos sentados meditando. Começamos a aceitar nossa ação no momento presente, seguindo por aceitar qualquer interferência que aconteça, sejam ruídos externos, sensações e até mesmo pensamentos e emoções que possam surgir.

Dedicando alguns minutos a esta postura interior, percebemos que já não estamos mais presos à reação, mas em um estado de observação e aceitação, muito mais livres em relação aos pensamentos e emoções que outrora nos controlavam. Mais dispostos e presentes, voltamos a perceber a paz do ser que habita em nós!

Em Paz,
Rodrigo Durante
Texto Revisado

 

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Sobre o Autor: Rodrigo Durante   
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