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A JUSTIÇA



O arcano 8 significa reavaliar, arbitrar, resolver, equilibrar e é evolucional, conclusivo e cármico.

A Justiça, também designada como Ajustamento, Justice, La Justice, Die Gerechtigkeit, La Giustizia ou La Justicia, tem como ornamento comum na lâmina do tarot, uma mulher sentada num trono, uma balança na mão esquerda, uma espada na mão direita e ela está totalmente voltada para a frente.

A mulher, também símbolo da reflexão e passividade, está sentada e ereta denotando muita paciência e precaução. Seus braços estão abertos e sua mão segurando uma balança, símbolo da justiça, do equilíbrio e da ordem social, e uma espada com a lâmina para cima, símbolo da decisão, palavra, bênçãos, poder e morte. Está sentada num trono, indicando que tem o poder de administração e gerenciamento. Ao contrário do arcano 2, em que há a retenção do conhecimento e do sentimento, aqui a força feminina é ativada, mesmo estando sentada, contribuindo para a aplicação do saber livre de emoções. Seu corpo está literalmente voltado para a frente e, seus olhos bem abertos, sinalizam total atenção para qualquer atitude errada; sua atitude indica frieza, imparcialidade e advertência.

Este arcano sugere muita ponderação e reavaliação. Evoca situações bem familiares em nossa rotina: justiça pessoal, social ou divina. É interessante observar que perante toda a forma de justiça, não haverá direitos garantidos se não houver rígidas normas de conduta e dever pessoal, bem equacionados. A justiça terrena se diz cega, a social se faz pela honra e a divina pelos atos cármicos.

O principal sintoma é o arcano 9, O Eremita; neste limite simbólico a tônica é a prudência, cautela, reserva e espera; portanto a Justiça tem de deixar o tempo passar, analisar todas as possibilidades de acertos e erros possíveis, pois nada é rápido e tudo é denso e dependente de uma ordem social e jamais pessoal.

Em sua simbologia percebemos que os limites de atuação da Justiça são bastante delicados, tanto no acautelamento quanto nos princípios da verdade; andar sob esses dois aspectos é a única forma de não perder as conquistas anteriormente galgadas. Podemos extrair uma reflexão: observar os deveres pessoais e aceitar as limitações sociais é a única forma de passar incólume pelas obrigações da vida.

Taróloga

Texto revisado por Cris
Publicado dia 15/6/2007

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