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A SÉRIE DUNA E A LEI DA ATRAÇÃO



Olhem só a Lei da Atração agindo de novo! E é sempre surpreendente! É sempre de improviso, quando menos se espera - como uma bela cartola de mágico!

Vendo o filme e lido o livro O Segredo, venho conduzindo meus dias no exercício e na observação consciente da maneira como a Lei de Atração atua. E eis que, sem mais nem menos, mais uma demonstração prática surge, sugerindo que aparentemente as ferramentas de estudo teórico e prático sobre este assunto vêm ter nas nossas mãos no tempo e na hora precisos, sem que necessitemos para isso fazer o menor esforço!

Por uma razão banal qualquer - acho que por conta de ter lido nalgum site de cinema sobre o currículo dos filmes de um mesmo ator da minha predileção - chamou-me a atenção, nos últimos dias, a referência a um filme que a esta altura já pode ser considerado antigo, fora da ordem do dia dos lançamentos cinematográficos: a série Duna (Frank Herberts), que começa com o filme Duna, propriamente dito, e prossegue, ao que entendi, em compasso com o conteúdo dos livros nos quais foram inspirados os filmes, que contam um total de seis.

Na verdade, dei atabalhoadamente com o terceiro deles, Os Filhos de Duna, já que o primeiro filme, ultimamente, é artigo de luxo - quase impossível de se achar! Assim, comprei a continuação, começando a assistí-los do correspondente ao terceiro livro, Os Filhos de Duna - O Império Harkonnen, com as suas seqüências, O Império de Arrakis,, e O Império Corsino. Do modo como me aconteceu foi uma ilustração contundente de como na extensão total da eternidade das nossas vidas a Lei de Atração funciona às vezes, à nossa percepção esfacelada da totalidade da nossa história, de modo desconcertante como num filme ao qual de fato assistamos do meio para o fim, voltando depois ao seu início.

Porque - resumindo o resumo - para o que princípio a compreender desta portentosa obra clássica da ficção, que teve seu auge nas últimas décadas do século XX, a coisa toda gira em torno de um mundo distante, Arrakis, pólo produtor da Especiaria que atende às vias vitais de sustento das populações daqueles mundos distantes, oito mil anos à frente do nosso tempo: e ao incremento da faculdade de pré-ciência dos Atreides, por exemplo, povo do qual descende Paul Atreides, o governante do Império Arrakis que, em Os Filhos de Duna, é sucedido por seu filho Leto II, após uma série gigantesca de intrigas políticas e embates tórridos entre famílias regentes e povos dos planetas envolvidos no conflito. Mas o que nos chama a atenção e o que justifica este artigo, se atém justamente a este Leto II, dotado de magistral capacidade de pré-ciência e obsessão de controle do tempo e do futuro, irmão gêmeo de Ghani, que é regente junto com ele após a suposta morte de seu pai, Paul Atreides, o messias Muhadib.

Como é mencionado neste Os Filhos de Duna, Leto II não quer uma humanidade alijada de escolhas. Quer uma com liberdade total para construir o seu destino e não presa a ditames de profetas, políticos e sacerdotes. Em suma, Leto nos diz de uma humanidade com capacidade perceptiva suficiente para percorrer o que denomina Caminho Dourado: o caminho da escolha; aquele em que a nossa pré-ciência das engrenagens de passado presente e futuro é absoluta e segura, fundindo estas estâncias da existência no seu devido tempo real - o agora - e exercendo sobre elas um absoluto e pleno controle que, tal como vimos discorrendo ultimamente acerca da Lei da Atração, nos permite decidir em absoluta consciência o que queremos para nós em termos de vivências e de realizações.

Não sem razão, Leto é denominado, no quarto livro da série, após o terceiro Filhos de Duna, como o Imperador-deus!

E o que todos nós somos sem sabermos, já neste instante, no fim das contas e naquele tempo em que viermos a exercer sobre nós mesmos a consciência suficiente para focalizar, com sabedoria, apenas o que nos serve aos propósitos de avanço, de felicidade e de progresso no caminho humano?!

Segue!

Lucilla

Texto revisado por Cris
Publicado dia 28/5/2007

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Autor: Christina Nunes   
Chris Mohammed (Christina Nunes) é escritora com doze romances espiritualistas publicados. Identificada de longa data com o Sufismo, abraçou o Islam, e hoje escreve em livre criação, sem o que define com humor como as tornozeleiras eletrônicas dos compromissos da carreira de uma escritora profissional. Também é musicista nas horas vagas.
E-mail: meridius@superig.com.br | Mais artigos.

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