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A VERDADEIRA IDENTIDADE DOS ANJOS - PARTE II



Surgem, na história sumeriana, personagens como Enlil, Enki, Anu, Ninharsag, Ishtar, que aproximadamente a 450.000 anos chegaram à Terra, se estabelecendo em diferentes territórios, interessados na mineração do ouro e mais tarde interferindo drasticamente na evolução misturando o material genético dos primeiros primatas com o próprio (anunnaqui), gerando um ser “à sua imagem e semelhança”, ao qual deram o nome de “Adamah” ou “Adapa”, que significa “torrão ou pedaço de barro”. É bom lembrar que quase todas as lendas da criação de todas as culturas e civilizações possuem semelhança com as que podem ser encontradas nas tabuinhas e escritas cuneiformes sumerianas...

No que se refere aos “mensageiros” ou “anjos” denominados DIN-GIR pelos sumérios, devemos esclarecer que eles sempre se apresentavam como manifestações materiais de “carne e osso” e nunca como seres etéricos... Podemos verificar que a origem do conceito “anjo” tem uma conotação bastante diferente à que foi dada pelas religiões e dogmas na atualidade. Basta lembrar que somente em 1870, durante o Concílio Vaticano I, a Igreja chegou a um acordo a respeito da origem e hierarquia desses seres, determinando-os como seres espirituais e mensageiros do Altíssimo.

Mas a história e escritos como os Manuscritos do Mar Morto, o Livro de Enoch, os pergaminhos de Qumran, evangelhos apócrifos e os próprios escritos sumerianos, descrevem esses seres como físicos, com necessidades fisiológicas, inclusive sexuais (muitos desses “anjos”, chamados “caídos”, se cruzaram com as “filhas dos homens”), apenas apresentando algumas diferenças no aspecto físico, sendo descritos como homens altos, fortes, cabelos brancos e possuidores de certo brilho nos olhos e rosto, mantendo relações sexuais e dando origem a uma nova linhagem de seres...

Podemos concluir que a origem e história desses seres a quem chamamos anjos é muito diferente daquilo que nos foi ensinado... Provavelmente, mais uma vez nos encontramos frente a entidades que pertenciam a outras raças ou civilizações que possuíam poderes tecnológicos, viajavam em carruagens de fogo e nuvens, tinham poderosas armas destrutivas, etc. Seres que, se aproveitando da condição da raça humana, manipulavam à vontade, protegiam apenas os “escolhidos” do “Senhor Deus” ajudando muitas vezes nas batalhas e lutas dos diferentes grupos e de acordo com seus interesses...

Vejamos outras nomenclaturas: durante a época da Babilônia esses seres foram chamados Keribu dando origem à palavra Kerubim, nada ligados à proteção do homem; apenas guardavam a porta dos templos e palácios, a exemplo do querubim com sua espada flamejante e giratória que foi colocado na porta do Jardim do Éden para que Adão e Eva não conseguissem entrar depois de terem sido expulsos e amaldiçoados por Deus.
Já os semitas que deram origem ao judaísmo denominavam esses seres de “Vigilantes” ou “Guardiões” (para mais informações ver o livro de Enoch)...

Viajando pelo tempo encontramos os diferentes nomes e personagens que surgiram, a partir das histórias consideradas “lendas”: os romanos acreditavam nos “JUNOS” que protegiam as mulheres e em uma espécie de “Gênios” que protegiam os homens e as crianças. Os gregos usaram a palavra “Ággelos”. A expressão latina “angelu”, que significa mensageiro, deu origem ao nome “anjo” que usamos na atualidade. No judaísmo foram chamados de “MAL´AK” que significa “enviado”. Os muçulmanos chamam esses protetores de “Malaika”. Os Japoneses de “Kami”. Enfim, todas as culturas, sem exceção, cultuam suas crenças nesses misteriosos seres.

Como fica, então, o nosso querido “Anjo da Guarda”? Será que foi mais um engano do ser humano?

Vejamos uma outra definição de anjo, ou como prefiro chamar, de “centelha divina”, “partícula da Deidade Suprema”. Cada centelha divina representa uma virtude, um atributo como por exemplo: amor, verdade, justiça, benevolência, caridade, misericórdia, beleza, etc. Elas não possuem qualquer forma, figura ou personalidade; são apenas energia, sentimento, manifestação. Por conseqüência, não poderiam ser nossos guardiões; apenas se manifestariam em nossas almas e espíritos como atributos divinos...

Por outro lado, para quem é espiritualista e acredita na multidimensionalidade do ser sabe que existem seres que, se encontrando num mundo extrafísico, podem por amor assumir o papel de protetores ou “anjos guardiões”. Para que isso seja possível existem algumas condições:
1 - o ser que irá cumprir o papel de protetor ou guia deve ter um grau evolutivo condizente com sua missão.
2 - a pessoa que receberá essa “atenção” ou bênção deverá estar também de certa forma alinhada e com sua freqüência vibracional razoável, pois do contrário impossibilitaria a aproximação do protetor ou guia.

Sendo assim e tendo em vista que grande parte da humanidade se encontra num estado energético e espiritual lastimável, de que forma esses seres amorosos poderiam nos ajudar? Resta apenas essa “proteção” para quem já alcançou certa consciência da espiritualidade.

Em outras palavras: que tipo de anjo ou protetor poderia ter um bandido, um assassino, uma pessoa perdida pelos vícios? E como chegariam, à energia desses seres de luz e guias espirituais, as crianças doentes, miseráveis, mortas de fome e nas guerras? Para quem ficaria, então, essa missão de proteger os doentes, as almas perdidas, os miseráveis, enfim, todas aquelas pessoas que possuem índole boa, porém se encontram em situações desesperadoras? De quem é o dever de assumir a função do “anjo da guarda” deles?

Adivinhe! Seu, meu, de todos aqueles que foram agraciados pelo conhecimento, por uma nova consciência, pelo sentimento de misericórdia, pelo sentido de justiça, liberdade e verdade. Mas não por uma questão de carma! E sim de consciência e responsabilidade.
Por uma questão de gratidão a todos os seres que cuidam de você desde outras realidades dimensionais. De exemplo de divindade!

Pense, analise, estude, leia, use a lógica, o bom senso e seu discernimento e responda: O que é realmente “anjo da guarda”? O que é realmente ser um anjo? Olhe para você mesmo! Você é uma centelha divina, na verdade, você é um conjunto de centelhas divinas! Você tem a resposta! Você é a resposta!

Carina Greco
25 de maio de 2007

Texto revisado por Cris
Publicado dia 29/5/2007

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