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A vida tem objetivo?

por Margareth Maria Demarchi

Publicado dia 31/5/2020 em Autoconhecimento

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Por mais situações arbitrárias que aparecem na vida, ao olhar para trás, sabe-se que não retiraria nada, tudo foi e é, assim como se segue.

Cada situação julgada como “ruim” leva a um aprendizado para a vida. As situações “boas”, muitas vezes condicionadas à  adaptação para os outros, podem contrariar e deixar uma sensação de falta de coragem por não fazer da forma como gostaria.

A vida pode movimentar entre adaptar, contrariar, mas, se preferir se diferenciar, saberá onde e porquê necessita do adaptar; isso tira a inocência e devolve a culpa por temer a perda do vínculo, mas jamais pode se sentir escrava da situação, pois sabe que a decisão é sua.

A verdade ainda caminha sozinha. Pode ter a pessoa que vê a sua verdade como algo a esconder (ruim), outras podem falar para alguns e outras ainda tentam esconder até de si mesmo; tudo isso são formas de encarar suas verdades.

Toda essa adaptação no mundo levou muitas  pessoas a esconder seus sentimentos e emoções na medida do possível. Mas como a verdade interna é a realidade mais pura de si, elas podem não conseguirem deixar de sofrer o influxo dos sentimentos e emoções de forma interna (mal estares, ira, raiva e agressividade e até somatizações no corpo).

Mas ao tomar consciência através do conhecimento em si, saberá que é o próprio observador que tudo olha, interpreta e julga o que está fora.

Avaliando melhor o  fora de nós, ou seja os outros, até que ponto se ouve, evita, menospreza, ignora, desvaloriza, despreza, humilha, pode fazer de conta que ouve, entre outras situações de comportamentos conhecidos, porque é assim que nega, trata e sente o seu EU, isso vai se repetir para os outros por ter dentro de si o “julgador”.

Observa que toda a sua reação contrária de fora é uma forma de proteção para não se sentir incomodada por aquilo que pensa de si mesmo.

Quando se aprende que bom e ruim são qualidades de sentimentos, e que esses sentimentos estão cheios de imagens que foram criadas a partir dos efeitos das experiências sentidas, interpretadas e reagidas, depois reprimidas sem solução, mas a vida nunca deixa você achar que resolveu, quando a verdade a acompanha.

O sentimento pode gerar contrariedades para com o seu EU verdadeiro que não tem espaço para expressar, mas quando pode dizer para o seu EU:

- Aceito-me como sou, e cada experiência e tudo que vivi e vivo são reações de mim mesmo.

Começa a luz da verdade que se deixa perceber nos detalhes das intenções de cada situação. Obtém clareza no pensar e sentir e a responsabilidade no agir. O respeito por você lhe garante o respeito aos seus criadores (Pai e Mãe) e toda sua ancestralidade esse sentimento de respeito vincula e permanece.

O EU, quando é visto, inicia a sua parte humana, começa entender as máscaras que usou para esconder o seu EU.

Ao se aproximar do EU, percebe que ele quando reconhecido, pode existir livremente e sem confrontos (guardado como se estivesse dentro de uma caixa de recordações boas e ruins).

O EU reconhecido e entendido começa a explorar a vida, e a melhor maneira é o existir sendo como uma ideia divina do aspecto espiritual que anima e vigoriza o EU, criando a cada dia: vontade, amor e sabedoria em seu existir, sem intenção, apenas com a vontade que dirige a ação para ser de forma livre e ao mesmo tempo responsável para servir o motivo da sua existência.

A vida lhe oferece uma ideia em prática, sem méritos, sem expectativas, sem necessidades, apenas sabe que é o caminho porque passa a ter um estado de harmonia.

Todos os caminhos que foi e é, foram necessários para a consciência ser ampliada através das experiências, pois muitas situações foram vistas para serem entendidas e compreendidas. Quando chega o momento da verdade do EU é que retorna a sua prioridade, consegue perceber que tudo fez sentido e nesse momento compreende o motivo de sua existência e descobre a lógica da vida.

Texto Revisado

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