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Ano Novo e o fim do Calendário Maia

por Maria Silvia Orlovas

Publicado dia 23/12/2008 em Autoconhecimento

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Como essa história de ano novo, vida nova e expectativas vibra em nós!!! Nesta época, parece que todo mundo fica pensando no que a vida nos reserva num misto de esperança e pessimismo.
Há alguns anos, foi justamente nesse espaço entre Natal e Ano Novo que aconteceu o Tsunami. E falando em abalo mundial, transformações, crise mundial, energias da Terra, lembramos que acabamos de vivenciar momentos difíceis em Santa Catarina. Cenas e mais cenas de sofrimento que, na maioria dos casos, não podemos esquecer mas, que quando vemos na televisão parece um filme e não um fato da vida real.

Todos sabemos que a vida e a morte já estão determinados desde o nosso nascimento. Por que então se fixar nos problemas e no sofrimento? Ao contrário desse fatalismo, que muitas vezes gera estagnação e medo, acho que todos nós dentro desse desafio de continuidade da nossa sociedade e lidar em harmonia com o planeta, temos que arregaçar as mangas e trabalhar pelo bem que acreditamos.
A fé em ação é viva e pode transformar tudo à nossa volta e está ao alcance de todos nós.
Compreendo que o primeiro passo esteja em mudar a nossa atitude, porque modificar os outros e enxergar os defeitos alheios é fácil demais. Já, olhar para si mesmo e tomar coragem de alterar comportamentos e atitudes, não é assim tão trivial, porém, é possível e muito gratificante quando conseguimos.

Não devemos nos desanimar com as coisas negativas porque sempre algo dessa mudança depende de nós. Se cada pessoa, cada família se conscientizar de sua forma de agir, procurar diminuir o consumo e limpar o excesso de raiva e medo, com certeza o mundo será melhor. Não estamos nessa Terra por acaso. Se nossa existência se deve a fatores kármicos, qual o karma do momento planetário?
Se cada país, cada cidade, cada grupo ou família tem sua egrégora, sua energia coletiva por que pensar em final dos tempos? Apocalipse ou no fim do calendário maia, previsto para 2012, como o fim do mundo?
Se somos parte de um todo cada um de nós pode e deve então cuidar da sua energia, de suas escolhas, de seus comportamentos e esse cuidado mudará o mundo. E, neste sentido, como ensina o nobre Mestre da Chama Violeta, Saint Germain: “O tempo urge”.

Se pensarmos nessa história de egrégora, vamos ver que o povo maia teve seu apogeu e seu reinado destruindo, brigando entre si, fazendo sacrifícios humanos e se conectando a uma faixa vibratória muito negativa do astral e, justamente por isso, dentro do processo evolutivo do planeta, foram dizimados. Dizem que estudaram os astros e que muito do que eles colocaram, até então, tem fundamento, mas de certa forma é fácil interpretar aquilo que já aconteceu como um juiz de futebol vendo um vídeo tape...
Mas, não devemos esquecer que olhar o que já aconteceu e encaixar em profecias fatalistas é relativamente perigoso porque podemos assim imaginar como será terrível o nosso futuro e, pensando em tudo o que pode acontecer, podemos nos deixar levar pelo inconsciente coletivo e ficar falando mal do governo que não cuida dos mananciais de água, que não ampara devidamente as crianças, que ainda não erradicou a dengue e outras doenças, que não existem políticos honestos... Mas e nós? O que temos feito para erradicar as nossas doenças?
O nosso mau humor diário que brinda o café da manhã daqueles que vivem conosco, ou têm que nos enfrentar no cansaço do nosso longo dia a dia de trabalho?
O que fizemos da nossa vida nesse ano que se passou?
O que você fez?

Acredito no bem e aprendi com os mentores espirituais que a morte é a única certeza de todos os que estão vivos, mas que a vida não segue inerte dentro de limites fatalistas. A vida é dinâmica como as ondas que batem numa praia. A vida pode mudar. Tudo pode mudar e é justamente nos colocando nesse refluxo divino que vamos aprendendo, continuando e acertando nossos passos.
Como Sai Baba disse na Índia em seu discurso de boas vindas a 2008 que presenciei: “Reação, reflexão e ressonância são as energias que controlam a vida humana”. Se você está vendo apenas dor à sua volta cuide de seu olhar, pois o mundo oferece muito mais que isso. Se você acha que não tem oportunidades para você ser feliz, se expressar ou ganhar dinheiro pense em outro tipo de ocupação, doe-se mais, faça por amor, faça apenas por fazer e verá a vida começar a circular e levar você junto. E, finalmente, vibrando mais amor, a ressonância desse sentimento seguirá curando você de todas angustias do seu coração, pode confiar.
Uma vida sem fé não cabe nesse momento planetário porque a vida é a própria fé que Deus nos ofertou para sentir o seu amor.

Um feliz 2009, crentes que o fim do calendário maia se aproxima... Graças a Deus, pois terminando essa regência de domínio do ódio, tenho certeza que o amor reinará numa humanidade que estamos fazendo ser diferente.
Confira os ensinamentos e meditações curativas que Maria Silvia ensina participando de um dos seus grupos.
Venha participar do seu
Grupo de Meditação Dinâmica que acontece todas as quartas-feiras no seu espaço em São Paulo. Venha ouvir pessoalmente as canalizações.

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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