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AOS MÉDIUNS DE HOJE



"Não se afasta a atuação mediúnica e seus efeitos das ocorrências mais comuns do cotidiano da vida material; mera questão de observação pura e simples, para que se chegue a esta constatação.

Relacionamo-nos diariamente com um sem número de pessoas. Estejamos nas vias públicas, nos setores de serviço, nos ambientes familiares, ou em qualquer recinto público, a grande realidade, que no mais das vezes nos passa despercebida, é que cada um destes contatos travados no decorrer das nossas atividades mais comuns nos imprimem marcas, influências e impressões, sendo a recíproca desta assertiva também verdadeira para os que conosco convivem.

Quantas vezes não nos deparamos com desconhecidos cuja energia pessoal saturada de negatividade e de inquietação não nos desestimula instantaneamente, enfraquecendo-nos, ainda que talvez de início imperceptivelmente. Doutra feita, quantos que conosco convivem na base de subida empatia dalma ou de convicções não nos deixam a impressão de um benvindo e grato refrigério, após apenas algumas horas nas suas companhias, inundando-nos de bem estar e de excelentes condições de humor?

Ainda e sempre são, estas menções, uma recordação oportuna aos médiuns presentes no contexto das atuais vivências do mundo, para que nunca se descuidem da devida coscientização do modo como funciona a lei basilar do universo das energias atuantes entre os seres e entre todas as coisas, operando trocas, químicas interpessoais, e magnetizando, tanto positiva quanto negativamente, o nosso universo íntimo em consonância com as reações evocadas em cada qual com quem nos relacionamos, durante a nossa trajetória de vida.

Médiuns de hoje atuam, de fato, em meio à confusão caótica das massas que perambulam, na sua maior parte, inconscientes pelos palcos do orbe, mergulhadas nos seus imediatismos e nas preocupações disso advindas, sem a mínima noção do tanto que são influenciadas pelas presenças circundantes e do tanto que as influenciam. De fato, não há um mero esbarrão ocasional acontecido em via pública, mesmo que ligeiro, que não nos deixe a sua marca, espelhada nas impressões que nos desperta. Um bom dia dado de mau humor nos afetará o psiquismo à nossa revelia, ao passo que um único olhar compreensivo em momentos de dificuldades opera maravilhas no nosso eventual estado de ansiedade, em instantes de preocupações críticas.

Médiuns todos somos sempre, e não apenas das energias emitidas dos seres viventes na invisibilidade da dimensão terrena, na medida em que interagimos em caráter permanente e absoluto com o todo do mundo que nos cerca. A diferença está na consciência desta realidade, mais desperta nuns que em outros. E, na medida em que nos inteiramos deste campo de ação da vida muito mais vasto, percebemos que isto nos cobra grande responsabilidade nos pensamentos, atitudes e ações, na proporção em que a experiência nos ensina, gradativamente, que sintonizaremos sempre, e com exatidão, com seres, causas e efeitos correspondentes ao que emitimos de nós mesmos a partir do nosso estado evolutivo e íntimo.

Mas, em contrapartida, tal descoberta descortina também um universo mais amplo, do qual fazemos parte e onde nos achamos aptos a materializar o mundo de mais luz e de maior felicidade dos nossos sonhos, edificando-o em primeiro lugar, todavia, dentro de nós mesmos.

Segundo ensinava nas suas palavras simples o pitoresco personagem de quem se recordou a vossa cidade do Rio de Janeiro no decorrer desta última semana, eis aí o princípio áureo que deve nortear os bons médiuns, em todos os tempos:

"Gentileza gera gentileza!"(*)
O meu afeto a todos os leitores, Caio Fábio Quinto, pela psicografia de Lucilla."

(*)Meu mentor faz alusão ao Profeta Gentileza, personagem conhecido das ruas do Rio de Janeiro falecido em 1996, relembrado nesta semana no noticiário em virtude da passagem da sua data natalícia.

Texto revisado por Cris
Publicado dia 12/4/2007

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Autor: Christina Nunes   
Chris Mohammed (Christina Nunes) é escritora com doze romances espiritualistas publicados. Identificada de longa data com o Sufismo, abraçou o Islam, e hoje escreve em livre criação, sem o que define com humor como as tornozeleiras eletrônicas dos compromissos da carreira de uma escritora profissional. Também é musicista nas horas vagas.
E-mail: meridius@superig.com.br | Mais artigos.

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