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As Dimensões da Supraconsciência

por Instituto AION

Publicado dia 28/10/2008 em Autoconhecimento

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É conhecida por todos a extraordinária capacidade que os iogues possuem de controlar mentalmente seus corpos e mentes, por meio de técnicas e disciplinas meditativas que alteram diversos processos corporais e físicos, que a nossa crença de conhecimentos ocidental tem dificuldade em aceitar.

Essas técnicas mostraram que temos essa capacidade de controlar ondas cerebrais, o fluxo da respiração, os batimentos cardíacos, e que podemos suportar sensações de dor mais do que havíamos imaginado.

São comuns no Oriente histórias de iogues que, além de possuírem um controle total sobre seus corpos e mentes, conseguem aparecer em vários lugares ao mesmo tempo e, inclusive, levitar. Alguns deles conseguem, por meio de uma técnica especial, parar totalmente os batimentos cardíacos e suspender toda a respiração por horas e até por vários dias.

Em um estado completamente “vegetativo”, descarbonizam o sangue e as células do corpo, rejuvenescendo o cérebro e o sistema nervoso; colocam a força vital, que antes estava empenhada na manutenção dos movimentos involuntários do organismo, sob total controle de suas vontades, podendo permanecer nesse estado por tempo indeterminado, fazendo cessar o envelhecimento do corpo.

Os iogues tibetanos chamam de “corpo dourado” um estado semelhante em que o monge atinge um estado de perfeição e que, segundo eles, atingem a imortalidade do corpo físico.

Há histórias em vilarejos ao norte dos penhascos do Himalaia que relatam a existência de mestres espirituais que conservam suas formas físicas há séculos. A Bíblia cristã fala de passagens que mostram Jesus pairando sobre as águas e existem outros relatos da Igreja Católica sobre santos que levitavam e apareciam simultaneamente em lugares diferentes.

Outros milagres atribuídos a Jesus revelam claramente uma semelhança desses poderes e os de iogues e mestres orientais, assim como com as descobertas da física quântica. Muitos desses “milagres” nada mais são do que a aplicação de certas leis da natureza que ainda desconhecemos, mas que a ciência, aos poucos, procura desvendar.

O que comumente é chamado de milagre é um colapso de tempo, uma manifestação descontínua da realidade, que altera nosso padrão de percepção.

É fato que a nossa percepção da “realidade” pode ser alterada conforme alteramos nosso estado de consciência e, mais do que isso, ela produz efeitos no mundo objetivo ou concreto, quer seja em nosso corpo quer no meio ambiente.

Tanto a física quântica como a filosofia do Oriente e a Cabala falam da consciência e da luz como um fenômeno da natureza. A consciência é tratada freqüentemente como uma luz que é aplicada a um aspecto particular.

As pessoas que atingem tal estado de entendimento e conhecimento, percebendo e vendo coisas que normalmente não são observadas nos estados comuns de consciência são geralmente chamadas de iluminadas.

Tanto a luz como a nossa mente são conceitos absolutos e universais. Estas semelhanças apontam para os aspectos básicos e fundamentais, uma vez que tanto a luz como a nossa consciência são os alicerces do mundo.

Sem a consciência, não há conhecimento dos mundos físico e psíquico, e a luz é uma base que permeia toda a existência. Essas duas realidades, do mundo externo e outra psíquica, parecem apontar para a mesma direção.

A ioga ensina que existe um estado mental onde parece não haver nenhum tipo de pensamento. Nesse estado de consciência não há nenhuma identificação com o ego, mas uma expansão dessa consciência plenamente identificada com o Self, com a alma.

A filosofia indiana identifica, ainda, outros estados mentais subseqüentes a esse, em que a mente experimenta estados transcendentais. É uma consciência pura, um sentido não afetado por pensamentos e imagens, onde há uma consciência do “nada”.

Os iogues, neste estado meditativo chamado de “samadhi”, atingem os níveis celulares e atômicos do corpo. Nessa dimensão, como nos níveis quânticos, estabelecem contato com uma realidade que nossa consciência normal não consegue experimentar.

Ao transcenderem os limites comuns da consciência, integram-se a um universo e a uma essência de todas as coisas e de todos os seres da Criação. É um estado de superconsciência (por não pertencer à esfera do ego), de uma união com toda a existência.

(Texto extraído do livro DNA Espiritual - de Celso Cardoso)

Texto revisado por: Cris


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