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As mulheres estão certas?

por Flávio Bastos

Publicado dia 15/9/2008 em Autoconhecimento

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Sabemos pelo transcorrer da história - e esse ideal não perdeu totalmente a sua força - que algumas culturas e seitas antigas pregavam que as mulheres deveriam escolher aquele que seria pai de seus filhos, o homem que tivesse atributos especiais como inteligência acima da média, saúde físico-mental e, principalmente, caráter.

O ideal visava, com o passar das sucessivas gerações, depurar a espécie humana através do nascimento de homens e mulheres cada vez mais inteligentes, saudáveis e moralmente íntegros.

Ultimamente, tenho observado, no comportamento da mulher moderna e esclarecida, uma tendência natural de escolher no parceiro que será o pai de seus filhos, os mesmos atributos aos quais me referi anteriormente. Situação que, absolutamente, esteja relacionada à união formalizada pelo casamento. Ao contrário, tenho percebido nessa "tendência" moderna, uma despreocupação com as formalidades tradicionais, mas uma preocupação em gerar filhos saudáveis e inteligentes.

Estão erradas as mulheres que pensam assim?

Antigamente as mulheres eram desde crianças preparadas para o atendimento básico das necessidades de uma família, ou seja, aprendiam a cozinhar, costurar e a criar seus filhos conforme exemplos domésticos. Casavam precocemente com maridos escolhidos pelos pais e comumente tinham uma vida a dois sem prazer, situação que gerava amargura e infelicidade. Restava-lhe apenas a resignação e a dedicação aos filhos.

Hoje, vivenciamos a realidade social da mulher emancipada e com direitos iguais ao homem, e vejo que é através dessa ousada percepção em relação ao que ela deseja de sua vida que começam a surgir as primeiras mulheres que estão direcionando conscientemente o seu instinto maternal para a escolha de um parceiro que preencha suas exigências como pai assumido, ou até mesmo um simples caso fortuito sem compromisso que preencha tais requisitos pré-avaliados na pessoa.

Estão erradas as mulheres que agem dessa forma?

Embora o instinto maternal seja ainda forte entre as mulheres, percebo que pelo fato de terem se tornado mais independentes, vêm aumentando, consequentemente, o seu grau de exigência em relação à qualidade de vida. Ter filhos já não significa mais uma "obrigação social", mas algo a ser estrategicamente pensado e projetado, ou seja, quando e como ter filhos...

E, teoricamente, ter filhos inteligentes, saudáveis e de bom caráter, não deixa de ser uma meta que implica atingir um nível de relacionamento familiar que contemple expectativas que a maioria das pessoas tem e desejam: uma família ideal.

Contudo, essa tendência sob o ponto de vista genético é coerente. Porém, sob o ponto de vista espiritual, não há garantia de que os espíritos reencarnados sejam cópias fiéis das expectativas de seus pais biológicos.

Coloco essa questão porque temos duas teorias reencarnacionistas que podemos analisar. A primeira é antiga no espiritismo (como referência de consulta) e informa que vivemos num mundo de "expiação", onde as imperfeições dos espíritos que aqui reencarnam são colocadas em permanente prova (testagem) na matéria. A segunda teoria, também espírita, informa-nos que a partir do segundo milênio o planeta passa por processo de transformação, isto é, de um mundo de expiação para um mundo de "regeneração" onde os seres que aqui reencarnam, chegam com uma consciência diferenciada em relação aos anteriores que estão sendo remanejados para mundos espiritualmente inferiores se comparados com a Terra.

Acredito na segunda hipótese por ser uma análise coerente em relação à primeira hipótese, e porque a consciência humana, assim como o universo, encontra-se em permanente expansão. Acredito também que com o surgimento da tendência feminina de escolher parceiros que tenham o perfil de pai idealizado, esteja implícito, sutil e imperceptível, o processo da segunda teoria, ou seja, a realidade planetária de uma humanidade em fase de regeneração...

Nesse sentido, se associarmos o fator científico (genética) ao fator espiritual da segunda teoria, temos base para entender as motivações conscientes e inconscientes que estão levando cada vez mais mulheres a planejarem seus filhos conforme seus desejos.

Se observarmos a questão através desse prisma, verificaremos não tratar-se de uma tendência discriminatória ou preconceituosa, porque não desmerece raça, origem ou condição social, mas aponta para a natural tendência evolutiva da humanidade que contempla a busca do ideal de protótipo humano: o ser integral.

As mulheres estão certas!

Psicanalista Clínico e Interdimensional.
Consultas online/MSN: visite o site do autor.

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: [email protected]
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