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As raízes do sofrimento

por Flávio Bastos

Publicado dia 15/4/2008 em Autoconhecimento

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Tudo tem uma origem, um começo. Nada inicia do meio ou do fim e nesse sentido natural das Leis Divinas, o sofrimento tem as suas raízes que conforme o Budismo e o Espiritismo encontram-se no apego, na ignorância da Lei de Causa e Efeito, no ódio, no orgulho e no egoísmo.

A felicidade não chega sozinha. Precisamos fazer esforço para ir ao seu encontro. Podemos esperar muito tempo, mas ela somente emitirá sinais que esteja se aproximando quando passarmos a seguir o modo justo de agir que nos foi apresentado pelos grandes mestres e constitui a base de todas as religiões.

Os ensinamentos deixados por Buda e Cristo, quando postos em prática na vida cotidiana, são capazes de cortar as raízes do sofrimento, pois são como sementes que se semeadas em solo fértil darão bons frutos. Tais ensinamentos, se vividos dia após dia, no devido tempo, não deixarão de produzir em nós as transformações mentais que nos levarão a agir de um modo diferente. Um modo que nos permitirá evitar a prática de ações não-virtuosas, cujos efeitos são o sofrimento.

Afirmam os budistas que a transformação da nossa mente não deveria ser tentada com o único objetivo de melhorar a nossa vida, mas também levando-se em consideração que tais melhorias se farão sentir também nas próximas existências.

Segundo o Budismo, existe uma notável diferença entre quem segue os ensinamentos dos grandes mestres e quem não os segue. Os primeiros costumam ser calmos e gentis e sabem enfrentar as contrariedades da vida de modo calmo e confiante, enquanto os segundos são irascíveis e tempestuosos e as suas soluções, às vezes se mostram capazes de resolver um problema; via de regra fazem surgir um outro problema, reflexo do anterior.

Contudo, os erros cometidos no passado recente ou remoto não significam, absolutamente, uma sentença perpétua de condenação ao sofrimento. Se fosse assim, não haveria a necessidade da existência da vida como uma nova oportunidade do espírito reencarnado (re)conciliar-se com o modo justo e virtuoso de agir em benefício próprio e em benefício de seus semelhantes.

Por outro lado, o processo de purificação espiritual está relacionado ao desenvolvimento de níveis de consciência e de percepções das realidades multi-dimensionais da existência humana, condição que gradativamente vai nos afastando dos níveis de sofrimento que nós mesmos provocamos com os erros cometidos durante as sucessivas vivências.

Não existe um Deus severo que castiga e pune, pois a Fonte de Amor e Sabedoria Universal encontra-se representada como uma centelha na consciência de todos nós, pronta para ser acionada em nosso benefício quando desperta pela nossa vontade.

Portanto, se desejarmos afastar de nossas vidas o sofrimento, a receita encontra-se nessa "fagulha Divina" que precisa ser acionada para que a sua luz se expanda e aos poucos comece a libertar-nos das atávicas inferioridades, que como num ciclo vicioso, envolve o espírito adormecido para as verdades da vida.

Não esqueçamos que temos o poder de mudar circunstâncias passadas e que no cosmos existe a Lei do Equilíbrio, ou seja, o bem que fizermos hoje pode muito bem exaurir o mal eventual que tivermos praticado no passado.

Talvez...
o ser humano ainda não saiba do poder da auto-cura e...
talvez não saiba que esse poder adormeceu em seu peito,
quando deixou de sonhar o sonho do amor!

Deixe o seu peito abrir o espaço sem medo, sem dor...
A voz que cala, sufoca a saída do ar e da vida.
O sentimento abafado vai fazendo dor.
Somos instrumentos da vida e do amor,
somos chamas acesas e quentes,
somos vozes que precisam manifestar sem medo.

Talvez o ser não entenda que possui asas de anjo
para voar a energia do amor maior
Talvez... o ser já saiba mas esconda em si.

Todos podemos participar... todos devemos co-criar.
Você como instituição,
você como ser,
pode e deve fazer a sua parte...
Encaminhe o conhecimento para que ele possa fazer crescer.
A qualidade de vida se exprime por atitudes individuais e coletivas.
Somos parte de um corpo planetário,
somos parte de um sistema de amor à criação. Você pode intervir!

Talvez... o ser já saiba mas esconda em si, o poder do Amor Maior.

Autoria desconhecida

Psicanalista Clínico e Interdimensional.
flaviobastos

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Flávio Bastos   
Flavio Bastos é criador intuitivo da Psicoterapia Interdimensional (PI) e psicanalista clínico. Outros cursos: Terapia Regressiva Evolutiva, Psicoterapia Reencarnacionista, Terapia Floral, Psicoterapia Holística, Parapsicologia, Capacitação em Dependência Química, Hipnose e Auto-hipnose e Dimensão Espiritual na Psicologia e Psicoterapia.
E-mail: [email protected]
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