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Autoconhecimento: você está preparado?


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Autoconhecimento é um tema recorrente nas minhas falas, seja nas conversas entre amigos, nas transmissões ao vivo pelo Periscope, ou, ainda, nos meus textos.

E sempre que me refiro a essa palavrinha mágica surgem algumas interrogações na minha mente: para aqueles que estão familiarizados com essa lógica, autoconhecimento é algo autoexplicativo, não carece de definições ou mais esclarecimentos sobre o que se trata. Mas e quanto àquelas pessoas que, definitivamente, nunca pararam para pensar sobre o assunto? O que será que vem à cabeça quando pensam sobre o quanto se conhecem? E o que seria não se conhecer?

Não que eu me conheça completamente, longe disso. Mas a minha busca já dura tantos anos, desde quando eu me entendo por gente, que não sei quando foi que deu um estalo, do tipo: opa! Ta na hora de eu me conhecer!


E creia, esse estalo vem. Com relativa constância ouço relatos de pessoas que estão vivendo a vida sem se aprofundarem muito nessas questões interiores quando, por algum acaso do destino (geralmente alguma coisa ruim que acontece e foge do controle), elas se tocam de que não sabem muito a seu respeito e que talvez essa seja a hora de começarem a olhar melhor para essas questões.

Assim, dão início à incrível jornada sem volta. Porque, na minha avaliação, depois que você começa, não dá mais para voltar atrás. Como diria Einstein, “uma mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”.
Obviamente, neste caminho, nem tudo são flores, ou não seria a vida sendo vida. Tem uma parte complicada, logo no início, especialmente, que é inversamente proporcional à sua capacidade de fuçar as suas questões interiores. Ou seja, quanto menos você se conhece e mais se pesquisa, pior parece ficar. SÓ PARECE. Geralmente, acontece assim: quanto mais você futuca, mais descobre pontos fracos e calos doloridos que, em alguns momentos, preferiria não ter mexido! MAS CALMA AÍ. Não desiste, não!

Aprender qualquer coisa é difícil no começo. Foi assim quando você começou a andar! Quantos tombos tomou! E para aprender a andar de bicicleta sem rodinhas? E o tanto de água que engoliu para aprender a nadar? E aprender outra língua? Que desespero que dá no início! Você não achou que aprender sobre você mesmo seria tão diferente assim, né? O processo é o mesmo, e depois vai só melhorando!

Existem aqueles adeptos da filosofia de que feliz mesmo é quem vive na ignorância, mas eu tenho dificuldades de aceitar que seja mesmo assim (e isso aí é um problema todo meu. Se você vive feliz na ignorância, parabéns!). Pra mim, isso é só o seu ego tentando lhe enganar.

Eu acredito mesmo que para você conseguir ser feliz, pleno e realizado é preciso olhar para dentro e encarar os seus monstrinhos interiores, descobrir o que está lhe consumindo, lhe incomodando, limitando-o e então lidar com eles.

Como falei, logo no início, quando a gente começa a se olhar direito, conseguimos descobrir as nossas sombras, muitas vezes assustadoras. Depois, muitas vezes, esse processo de autoconhecimento começa a ficar complicado e é quando dá vontade de desistir (de novo, o ego boicotando).

Isso acontece porque quando você segue em frente, começa a descobrir que não é tão lindo e perfeito como gostaria de ser. Descobre que sente raiva, angústia, insegurança e começa a se julgar o pior ser humano da face da Terra. Esquece que todos os outros têm as mesmas emoções.

Só que nós não temos que nos culpar pelas nossas emoções e por quem nós somos. Nós devemos nos enxergar, nos aceitar e lidar com isso da melhor maneira.

Quando você descobrir uma sombra, ao invés de ficar triste, agradeça! Porque antes você não teria a oportunidade de mudar isso, afinal, como mudar algo que você nem sabe que existe? Como lidar com algo que você nem sequer sabia que estava ali?

E é aí que começa a sua liberdade. Depois que você começa a expandir a sua consciência não tem mais como voltar atrás. Viver na ignorância é para quem está vivendo nela, mas não tem consciência disso. Você já abriu seus olhos. Aproveite a viagem.


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Suellen Barone
Coach de Inteligência Emocional e Relacionamentos, especialista em Neurociências e Jornalista
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Conteúdo desenvolvido por: Suellen Barone   
Coach de inteligência emocional em relacionamentos, especialista em neurociências e jornalista.
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