auravide auravide

CARMA E PATOLOGIAS

por Estar Ser Integral

Publicado dia 8/5/2008 em Autoconhecimento

Compartilhe

Facebook   E-mail   Whatsapp


Falemos de herança.

Sabemos que ao nascer trazemos uma carga genética que indica tendências de constituição de nosso corpo físico/material. Rasgos de identidade com nossos familiares desde o estético e o temperamento. Também, relativo à saúde podemos ou não desenvolver algum sintoma/enfermidade ou pelo menos teremos um potencial elemento de desequilíbrio que segundo nosso estilo de vida se apresentará ou não.

A ciência descobriu que essa carga genética encontra-se no ADN. A serpentina da vida.
Também possuímos um ADN espiritual. Quando sentimos nossa vocação, quando nos surpreendemos com habilidades inatas estamos fazendo referência a essa sabedoria que sempre esteve em nós e que não foi aprendida, desde o externo, ao menos nesta vida.

Da mesma forma existem recidivas nos desafios que vamos trilhando que emulam aqueles que foram padecidos por pessoas de nosso sangue dentro da árvore genealógica. Se pararmos para analisar, vamos verificar que muitas vezes transitamos crises que sabemos fazem parte do histórico de nossos parentes de quem descendemos e daqueles com os quais nos conectamos em linha horizontal.

Como dedução, podemos falar em um ADN material e um imaterial. Considerando que somos uma unidade em nós mesmos, somos compostos de matéria/não matéria. Costumamos assumi-las distinguindo-as ao falar sobre físico e emoções/sentimentos. No entanto, ambas estão presentes de maneira permanente em nossa constituição. Onde está a não-matéria do corpo físico?

Os paradigmas dessa resposta são a Mente/Consciência e a Energia Vital. O cérebro é a parte física habilitante de pensamentos, conceitos, estratégias que “passeiam” e são elaboradas. A mente rege, analisa, determina e valoriza tudo o que foi perpetrado no cérebro em sua função não-material descrita. Há uma interação contínua entre o material e o não-material. Mas não podemos afirmar que o não-material deixe de existir se desagregado do material. Mas, sim, podemos dizer que o material depende do não-material para funcionar como tal.

E isso acontece porque o material não é outra coisa senão o não-material em diferente freqüência. Simplificando, podemos afirmar que energia e mente são os aspectos sutis da matéria.

Ao introduzir o tema do carma e das patologias fizemos referência às possibilidades sutis e materiais inerentes a ambos já que são interativos tais conceitos. Dessa maneira é a cosmovisão da física quântica que admite coisas e movimentos como possibilidades. E que a escolha e a determinação da coisa e do movimento são da consciência. Sabemos que consciência é um estado de poder que permite que cada coisa seja ela mesma e não outra. Faz parte do nosso instinto primário. É inerente a tudo e a todos.

Se somos interação do material e do não-material nossa saúde física depende de nossa saúde e equilíbrio emocional. Vivemos rodeados de agentes patogênicos materiais (vírus, bactérias, fungos, substâncias radioativas e poluentes) e baixas pressões emocionais constantes. Em outras palavras, estamos circundados por agressões constantes, traumas, oriundos de exigências da vida cotidiana, seja no âmbito familiar, no laboral, nas notícias de eventos violentos oferecidos pela mídia, no trânsito das ruas e muito mais. A exigência de suportar tudo isso termina por desencadear alguma enfermidade (sintoma). Vivemos a era do estresse que não é outra coisa senão o produto do profundo desequilíbrio que se instala na matéria a partir da invasão provocada por esses agentes, repercutindo em nosso não-material. Ditos traumas perturbam nosso campo eletromagnético que termina por não poder sustentar o equilíbrio de seu funcionamento e dispor da energia que necessita para defender-se dos agentes agressores.

Então, surge a patologia. As mais comuns são reconhecidas com facilidade. Outras e, de forma especial, as auto-imunes são irreconhecíveis e não tratáveis e incuráveis. Sabe-se que todo o repertório de tratamentos a elas designados são apenas paliativos e que não controlam seu avanço que este, sim, tem um final previsto. Para as doenças mais comuns o tratamento é um veneno que mata o agente. Como por exemplo, um antibiótico que, como seu próprio nome indica, é um anti-vida para a bactéria ou micróbio invasor. Para as consideradas crônicas e imunedeficientes as drogas se remetem ao desaparecimento imediato do processo inflamatório, da dor ou da lesão em si mesma.

Mas, não se inclui de maneira severa o cuidado com as emoções disparadoras do desequilíbrio em vista da interação matéria/não-matéria. Ataca-se o sintoma e não a gênesis de seu aparecimento. Trata-se o sintoma, mas não a energia da pessoa que se encontra comprometida com a fragilidade inata caracterizada nos seus ADNs físico e espiritual.

É, pois, no nosso comprometimento com essa realidade interativa não dual (Estado de Consciência) que geramos o equilíbrio necessário para promover a interação física-matéria com a energia sutil/alma, não-material, para resgatar nosso carma evitando patologias de qualquer espécie e para ter uma saúde real.

Alice de Queiroz
Naturopata Practitioner de Nes-Nutrienergetics Systems.

Texto revisado por Cris

Compartilhe

Facebook   E-mail   Whatsapp
  estamos online

Gostou deste Artigo?    Sim    Não   

starstarstarstarstar Avaliação: 5 | Votos: 3

Autor: Estar Ser Integral   
Visite o Site do autor e leia mais artigos..   


Veja também
artigo Treinando a não-mente
artigo Horário
artigo Ativação dos sentidos interiores
artigo Amigos extrafísicos

© Copyright - Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução dos textos aqui contidos sem a prévia autorização dos autores.


auravide

 

Voltar ao Topo

Siga-nos


Somos Todos UM no Smartphone
Google Play


© Copyright 2000-2020 SomosTodosUM - O SEU SITE DE AUTOCONHECIMENTO. Todos os direitos reservados. Política de Privacidade - Site Parceiro do UOL Universa