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CARTA PARA QUEM QUISER LER

por Deborah Valente B. Douglas
CARTA PARA QUEM QUISER LER

Publicado dia 25/4/2009 em Autoconhecimento

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Olá! Como está você? Comigo, tudo bem.
Estou pondo para fora, em palavras escritas, aquilo que a ferida teima em sangrar em memórias líquidas. Já tentei fazer curativo. Usei até penicilina. Noutro dia fui ao médico e ele me disse que a única cura era escrever. Mas aí eu disse: “E quem vai querer saber dessa minha ferida? Vou escrever para quem?" "Escreva para quem quiser ler", disse ele.

Então, como você se interessou por esta carta, vou lhe contar o que me aflige.
Não são dores de amores, não. Não é úlcera gástrica, quando o ácido corrói parte de seu estômago. A ferida que tenho chama-se "úlcera quase impossível. Sabe como ela começou? Quando o que eu pensava que era certo se tornou errado.
Vou explicar melhor: começou quando ser esperto se tornou sinônimo de roubo e trapaça; quando ser inteligente se tornou sinônimo de como roubar sem ser notado; quando as crianças, ao invés de brincar, ficaram nos faróis - a mando dos próprios pais - pedindo um “trocadinho”!

Nem te conto! Começou a subir um ardor que percorria as mãos e subia pela cabeça até desembocar na mente que, prontamente, pensou em uma atitude para sanar a doença. Mas foi difícil, pois nas bulas dos remédios estava escrito que ele só funcionava com muita gente junta. Aí, ficou difícil. Até encontrei gente com os mesmos sintomas que os meus, mas o médico deles não disse para que escrevessem. Disse somente para reclamarem. Mas, reclamando, jogando ao vento acaba sendo levado embora.

Conclusão: minha ferida ainda está sangrando. O próximo passo é tomar uma injeção de ânimo, misturada com paciência e esperança. Ânimo para continuar escrevendo para quem quiser ler. Paciência para poder ver sem sofrer. E esperança de que tudo, mesmo que seja a longo prazo, irá mudar para melhor.

Agora me conte de você. E sua ferida já cicatrizou? Não deixe de me dar notícias suas.

Um grande abraço!

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Deborah Valente B. Douglas   
Comecei no Stum em 2001. Escrevia artigos como forma de desabafo, mas vi que a qualidade não estava boa. Estudei bastante e me aperfeçoei na poesia. Hoje tenho dois livros editados, O UM e ATOS REVERSOS, sob o pseudônimo de Alma Collins. Escrever é a sublimação do pensamento posto no papel. Espero que gostem
E-mail: [email protected]
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