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Ciladas da iluminação

por Vera Godoy

Publicado dia 6/3/2008 em Autoconhecimento

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O que é realmente estar a Serviço da Luz? Será que lá no âmago de meu ser, creio estar atuando para a Luz e para a Unidade? Penso que por me devotar às orientações do Plano Superior, praticar seus ensinamentos, estou servindo a Ele?
Quando medito, sou honesto e encontro-me com minha sombra, ou somente divago através das energias luminosas e acredito que por isso estou no caminho da luz?
Muitos trabalhadores e praticantes das Filosofias vindas das oitavas superiores entram com enorme facilidade neste engano, que os sábios nativos, muitas vezes ditos “incultos”, chamam de “ciladas da iluminação”.
Quando estamos nesse caminho somos testados e chamados constantemente a dar testemunhos de nossa fé nas questões pessoais e materiais. Esquecemos as palavras de Jesus com relação ao “Óbolo da Viúva”.
Muitos não conseguem doar (tanto material quanto em serviço e tempo) nem aquilo que lhes sobra, que não lhes faz falta, ou mesmo que possuem em abundância, em prol do serviço à Luz. Muitas vezes, quando convocados a ajudar, julgam-se importunados com problemas que não sentem serem seus; muitas vezes desistem do caminho. Quando isto ocorre, precisamos nos perguntar: Estamos servindo a uma causa maior, ou somente recebendo o que é bom e que satisfaz as necessidades de nossos egos?

Ouvimos uma queixa dentro de uma sessão da Terapia para Ampliação da Consciência, onde a paciente, trabalhadora da Luz, dizia: “não sou reconhecida... dôo toda minha energia para a família e não recebo nem mesmo consideração e agradecimento; pelo contrário, parece que, quanto mais dou, mais me exigem. Virou minha obrigação só fazer pelos outros e a troca não é recíproca? Sou uma trabalhadora, inclusive em trabalhos voluntários para carentes. O que estou ganhando com isso”?

Ao iniciarmos o tratamento, a primeira coisa que foi canalizada para ela como resposta às suas queixas, foi: “desenvolver gratidão”.
Surpresa, ela disse: ainda tenho que ser grata pelo que não recebo?

Precisamos entender que em um trabalho com as Energias Superiores e Sutis não recebemos as respostas que nosso ego quer ouvir, mas sim aquelas que ele “precisa” ouvir. Nossas verdades são, na maioria das vezes, fruto de expectativas, de nosso mental inferior, ou de nosso ‘ego egoísta’. A vida só espelhava para ela seu próprio reflexo.

- E onde estou precisando desenvolver gratidão, perguntou?
Pediram que ela refletisse em sua atuação na vida como um todo, não só com os familiares, alvos de suas queixas.
“O quanto você se doa incondicionalmente, até para o Plano Superior, para o qual diz trabalhar, sem expectativas de reconhecimento? Você é grata pelo que recebe deste Plano, sem contabilizar seus gastos com Ele?

Então reflita sobre a gratidão esta semana”!
No seu retorno, disse:

- Percebi que realmente contabilizo tudo que gasto com esse trabalho: gasolina, coisas materiais que doei e até meu tempo. Não estava percebendo que recebi muito mais do que doei, pois esses ganhos não chegaram a mim na forma, na matéria. Mas, ganhei em autoconhecimento, desenvolvimento da minha sensibilidade, energia qualificada em minhas atuações; compreendi que ganhei muito mais que doei e que meu trabalho, na verdade, não era “uma doação” e sim um presente do Plano, na forma de instrumento para meu crescimento interior e evolução espiritual.

Desse modo, ela passou a praticar com amor incondicional e sem expectativas, tentando somente cooperar para que o serviço se expandisse e mais pessoas pudessem usufruir.
E a resposta foi rápida, pois, dentro de sua casa, a reverberação dessa energia se fez presente no comportamento mais harmonioso de seus familiares.

Ampliar a Consciência não traz para nós respostas baseadas em programações exteriores instaladas no mental. Por exemplo: dei e quero receber de volta.
Nosso ego disfarça nosso comportamento bondoso atrás de egoísmo, orgulho e reconhecimento, mas a consciência desnuda qualquer dissimulação, fazendo-nos encarar quem realmente somos e como agimos.

Na matéria, doamos e somos instigados a querer também o que é de ordem material, e um grande vazio se instala então em nosso coração, pois, como disse Jesus: “A felicidade não é desse mundo”. Aqui, ela é ditada pela personalidade, é falsa e proporcionada pelos desejos atendidos.
É preciso descobrir o caminho do meio que nos leva à Ascensão, um ponto de harmonia, aprendendo a dar prioridades às nossas verdades mais profundas, com o coração cheio de gratidão.
E a vida se tornará uma completa bênção!

Vera Godoy – Terapeuta Teac, Florais e cursos iniciáticos.
Participe do TEAC - TERAPIA ENERGÉTICA PARA AMPLIAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Vera Godoy   
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