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Coisas sobre Gravidez e Reencarnação

por Tony Valentim

Publicado dia 9/2/2017 em Autoconhecimento

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Um dos temas mais abordados em minhas consultas é a dúvida de ansiosas e especiais mulheres que anseiam por serem mães, questionando "quando" e "se" o tão precioso sonho vai se manifestar.
Mais do que um simples "sim" ou "não", é preciso que haja por parte das ternas candidatas ao oficio de mãe que buscam auxílio espiritual, a compreensão de como funciona verdadeiramente o mecanismo da gravidez sob a ótica da reencarnação.

Em outras palavras, quando surge a pergunta "serei mãe?", há de se entender que é apenas uma forma diferente de perguntar: "algum espírito que já está no plano espiritual, vai reencarnar no mundo através do meu ventre?"

Sim, pois embora geremos filhos fisiologicamente, na verdade não criamos o espírito que vai animar aquele corpo e formatar aquela alma: esse espírito já existe.

A ecosfera da Terra tem de 24 a 30 bilhões de espíritos, cada qual na atividade e caminho que lhe compete para a evolução. Se hoje somos quase 8 bilhões encarnados, significa que temos entre 16 e 24 bilhões de individualidades sem corpo, apenas espíritos, atuando nos planos invisíveis da vida.

Quando nos perguntamos se vamos ser pais ou mães, estamos na verdade é nos perguntando se nossa candidatura para receber um desses espíritos, será aceita.

No entanto, não se trata de um processo aleatório. Não é pelo simples fato de querermos, e nem pelo fato de haver toda essa disponibilidade de espíritos (inclusive ansiosos pela oportunidade de reencarnarem), que o processo acontece de forma irrestrita. Uma gravidez somente emerge onde há condição vibratória adequada entre os pais e as almas reencarnantes, sejam através de um carma coletivo a ser quitado, ou pela simples escolha livre de ambas as partes por haver afinidades entre elas. Por exemplo: o criminoso que cometeu atos terríveis no passado, provavelmente encarnará pelo ventre de uma mulher que tenha por exemplo, participado dos desmandos cometidos na época. Ja casais que hoje estão imersos em brigas e desentendimentos, jamais poderão receber espíritos que se sentiriam aniquilados com esse padrão vibratório e conquistaram mérito para nascer em uma família mais equilibrada. Os casos são inúmeros, mas podemos dividí-los assim:

1. Reencarnação Voluntária (Livre)
Grandes missionários que vêm à Terra em tarefa de valor incontestável. Possuem liberdade de escolha muito grande, pois eles mesmo determinam as tarefas a serem desenvolvidas, o local onde vão nascer, os pais e as diversas situações de sua existência. Muito escassas são essas encarnações se comparadas às demais;

2. Reencarnação Semi-Voluntária (Proposta)
Leva em conta o livre-arbítrio relativo de que dispõe o Espírito; mentores estudam seus débitos e méritos, programando, em seguida, com a participação do espírito, os principais acontecimentos da próxima existência na carne, formando uma espécie de contrato reencarnatório (que a Kabbalah decifra completamente na vida de qualquer pessoa encarnada) tendo em vista a liquidação ou minoração de dívidas e as possibilidades de progresso. Mas isto não é imposto, podendo o indivíduo discutir certas questões e propor alterações, que serão aceitas ou não. É a modalidade de muitos de nós, dotados de suficiente acuidade mental no espaço para discernir o que é interesse genuíno e o que é ilusão, na vida terrena;

3. Reencarnação Compulsória
É aquela que colhe o Espírito sem prévia concordância dele e até sem o seu conhecimento. Própria dos Espíritos cuja perturbação impede análise lúcida da situação ou cujas faltas são tão graves que anulam a liberdade de escolha. É uma imposição feita pela Lei de Causa e Efeito para atender a casos cuja recuperação exige longas expiações. Os arranjos reencarnatórios são feitos por entidades amigas de condição evolutiva superior que preparam todos os detalhes daquela nova existência, que via de regra, ocorre através do ventre de mães capacitadas a atender às exigências de corrigenda necessária à evolução daquele espírito. O processo de reencarnação compulsória, na realidade, dispensa a preparação antecipada e concentrada dos técnicos da espiritualidade. Eles atuam com menos planejamento, já que tudo pode desenrolar-se naturalmente, obedecendo aos impositivos do automatismo sexual que rege a encarnação dos seres. É o caso por exemplo daquela gravidez que ocorreu "inesperadamente" após aquela visita ao motel depois de uma noite de prazer com uma pessoa que não se conhece. Mas mesmo nesses casos, a entidade reencarnante sofre supervisão atenta.

O caso espirita mais famoso é o de Laércio, pai de André Luiz:

Enquanto na terra, mentiu, enganou, traiu, fez más escolhas, e morreu.

Sua esposa traída, nunca descobriu as traições, mas era espiritualmente elevada e tinha uma fé inabalável no Cristo. Ela também morre.

Desencarnados, o casal se separa: ele vai para regiões Umbralinas pesadas onde passa a ser perseguido, e ela vai para regiões celestiais elevadas, onde tem acesso a tudo o que aconteceu com o marido, inclusive à traição. Decide ela então, como espírito, POR AMOR VERDADEIRO aproveitar o descuido de uma jovem leviana na Terra e ajuda no processo da volta do marido ao corpo, fazendo os espermatozóides vencerem o ambiente hostil e gerar o óvulo que imediatamente recebe o espírito de Laércio.

A esposa em seguida, decide reencarnar, sem precisar (por escolha própria - por princípio de amor verdadeiro) para nascer na Terra em condições e em família próxima à daquela jovem mãe leviana, para que após alguns anos, as duas crianças já transformadas em adolescentes, se encontrassem, se apaixonassem, e se casassem novamente, para dessa vez, tentarem de novo.

O caso é belíssimo mas aqui resumo em função do óbvio. Se desejar saber a trama completa, leia o livro "Nosso Lar", psicografado por Chico Xavier, ditado pelo espírito André Luiz.

O fato é que cada processo reencarnatório é único, mas sempre obedece a lei de compatibilidade e necessidade entre espírito reencarnante e/ou futuros pais.

Manoel Philomeno de Miranda, na obra "Painéis da Obsessão", esclarece:

"Cada criatura recebe de acordo com as necessidades da própria evolução. Merece todavia, considerar que existência alguma se encontra ao azar, distante de carinhosa ajuda e de socorros providenciais. Da mesma forma que a faixa mais larga da reencarnações ocorre através de fenômenos automatistas, numa programática coletiva, esta não se dá sem que os superiores encarregados dos renascimentos, na Terra, tomem cuidadoso conhecimento."

Com relação aos Espíritos vinculados ao planeta Terra, informa-nos André Luiz, que a maioria deles reencarna-se de forma compulsória.

Fases da Reencarnação

Não existem duas encarnações iguais, mas podemos, didaticamente, separar em fases, os momentos sucessivos que acompanham o mergulho do Espírito na carne. André Luiz [Missionários da Luz] estuda a reencarnação mostrando-nos como se desenvolve uma encarnação do tipo semi-voluntária:

1ª Fase: Planejamento Encarnatório
Esta fase desenvolve-se no plano espiritual, onde o reencarnante ao lado de seus mentores vai planejar a sua futura encarnação. Lembra Kardec que são planejados apenas os grandes lances da existência, aqueles que podem realmente influir no destino da criatura, por isso, há larga parte da vida da pessoa que não é regida pelo destino, mas sim, pelas suas escolhas, tendências e comportamentos. Há casos em que o casamento, os filhos, a profissão, o tempo médio de vida na Terra e as principais doenças cármicas são nessa fase bem determinados. Detalhes mais importantes do futuro corpo podem ser determinados nesse período. São os mapas cromossômicos, descritos pelo autor, que traduzem a herança genética do pai e da mãe e que irão determinar as características hereditárias do reencarnante, e que podem ser transformados em linguagem mais popular através da Kabbalah individual da criatura.

2ª Fase: Contato fluídico com os pais
É a fase em que o reencarnante, em contato mais íntimo com os futuros pais, vai preparando-se para a nova existência. É uma fase importante, onde o Espírito mantém-se em processo de ligação fluídica direta com os pais. A medida que se intensifica semelhante aproximação, o reencarnante vai perdendo os pontos de contato com a esfera espiritual.

3ª Fase: Ligação do Espírito à matéria
a) Redução Perispiritual: o Espírito passa a sofrer uma redução de corpo espiritual, por uma redução dos espaços intermoleculares. Perde "matéria psi", e atingindo uma pequena dimensão, vai ser acoplado ao centro genésico da mãe. Acredita-se que a redução perispiritual será tanto mais intensa quanto mais involuído for o Espírito reencarnante;

b) Seleção do Espermatozóide: Acoplado ao centro genésico da futura mãe, o reencarnante miniaturizado aguarda a relação sexual para desencadear a reencarnação propriamente dita. Após a explosão dos espermatozóides, liberados na relação sexual, um deles será "escolhido" e devidamente magnetizado para vencer a corrida e alcançar a trompa de Falópio onde está o óvulo. Sem essa magnetização, nunca haverá gravidez. Essa magnetização do espermatozóide que deverá vencer a corrida é, muitas vezes, feita por técnicos da espiritualidade que selecionam o gameta que traz a carga genética apropriada, de acordo com os mapas cromossômicos, delineados anteriormente. Quando o reencarnante, pelo seu passado, não faz jus a uma equipe especializada, o processo se desenvolve segundo os princípios da sintonia magnética. O perispírito do reencarnante, por sintonia, atrai o espermatozóide que melhor se adapte às suas necessidades evolutivas, ou seja, aquele ser precisará ser formado de acordo com as experiências corretivas de dor ou de amor que ele e os pais precisarão vivenciar;

c) Fecundação: o gameta masculino ao alcançar o terço superior da Trompa de Falópio vai encontrar o óvulo e fecundá-lo. Nesse exato momento, o Espírito reencarnante que se encontra ajustado ao aparelho genital, liga-se magneticamente à célula ovo, não podendo mais ser substituído por outro Espírito. Aí acontece a vida, e a partir daí, qualquer força provocada para eliminar esse ovo, é cientificamente (pelo espiritismo científico) considerado aborto.

4ª Fase: Formação do feto Inicia-se com a fecundação e vai até o nascimento
Trata-se do período de múltiplas divisões celulares que vão dar origem ao embrião e logo depois ao feto. O reencarnante nesta fase está criando, através de seu perispírito, um campo magnético que vai atuar como molde onde as células físicas irão se ajustando. À semelhança de uma colmeia de abelhas que vai sendo paulatinamente preenchida, o corpo espiritual, como vigoroso modelo, atuará como ímã entre limalhas de ferro dando forma consistente ao futuro corpo físico. Os primeiros 21 dias após a fecundação são de extrema importância para a formação do futuro corpo - época em que estão se formando os órgãos e sistemas - e por esse motivo, a assistência espiritual nessa fase é muito intensa. A gestante não pode afastar-se do corpo, e são proibidas as visitas de outros espíritos à ela. Após o 21º dia, reduz-se a vigilância espiritual, que no entanto, continua presente até o final.

5ª Fase: Adaptação à Vida
O processo encarnatório, segundo André Luiz, não se completa ao nascimento, mas apenas aos 7 anos de idade, quando ocorre a plena integração do reencarnante aos implementos físicos.

Aspectos psicológicos do Reencarnante

O momento da encarnação é seguido de um estado de perturbação mais ou menos longo. Esta perturbação, algumas vezes bastante dolorosa, tem início quando da redução do perispírito e vai prolongando-se até ao nascimento, quando o grau de inconsciência atinge o apogeu. A partir do nascimento o reencarnante vai recobrando a lucidez à medida que a as células do sistema nervoso vão se amadurecendo. O grau e intensidade da perturbação depende de 3 fatores:

a) Período de Gestação: a perturbação vai aumentando à medida que a gestação se prolonga, sendo menor no início e máxima ao término da gravidez;

b) Evolução do Reencarnante: a reencarnação de Espíritos superiores acompanha-se de um estado de perturbação mais discreto e mais tardio. Os Espíritos mais inferiorizados, desde as primeiras horas da gestação mergulham-se em estado profundo de perturbação;

c) Estado Emocional dos Pais: os pensamentos dos pais, especialmente da mãe, se misturam com os pensamentos do reencarnante, havendo uma profunda troca de emoções e sensações. Mães ansiosas, deprimidas, queixosas, que adotam posturas moralmente incorretas e não buscam se melhorarem como pessoa, alimentando atitudes e decisões negativas, podem transmitir essas vibrações para o Espírito do feto, agravando o seu sofrimento e a sua angústia. Por outro lado, mães tranquilas, calmas, otimistas, que moralmente fazem o que é certo, valorizam a verdade e escolhem atitudes mais nobres e honestas, contribuem sensivelmente para o estado de equilíbrio do feto, transfundindo-lhe coragem, fé e esperança. Há registros na literatura espírita de Espíritos que abandonaram o útero materno em função da carga de emoções doentias recebidas da mãe, o que configura uma forma de aborto, que André Luiz denomina de Aborto Inconsciente. Manoel Philomeno de Miranda no livro "Temas da Vida e da Morte" informa que o reencarnante registra todos os estados familiares, todos os conflitos domésticos e isso poderá, muitas vezes, ser causa de uma infinidade de problemas emocionais ou físicos na futura criança, como enurese noturna, irritabilidade constante, insegurança, etc. Cabe porém, somente à mãe fazer os movimentos necessários para manter uma postura correta e honesta diante da vida, pois se for uma mãe que assumir uma postura que tenha moral, que não sinta culpa, que não alimente negatividades, e que sobretudo faça o que é certo dentro da moral humana naquele contexto de gravidez, a criança será protegida.

Abro um parênteses para compartilhar que atendo inúmeros casos em que moças descuidadas acabam engravidando inesperadamente e suas relações com a família se transformam em um caos. Essas jovens são humilhadas, enxovalhadas, julgadas, condenadas, criticadas, e toda essa negatividade será transmitida ao feto. Porém, o problema não está no ataque dos familiares, afinal, toda ação tem uma reação, e a ação do ato leviano que levou à gravidez, tem mesmo a natural reação de revolta de muitas famílias. Isso é o normal da vida. O problema está é na mãe querer justificar-se demais, mentir, omitir, criar mecanismos completamente desnecessários de defesa só por orgulho. Isso é que abre o canal largamente para aumentar o conflito familiar, e fazer com que toda essa carga recaia sobre a criança. A mulher que ficou grávida inesperadamente e com isso causou o natural e esperado conflito familiar, deve tomar a experiência como uma lição de humildade e dar aos familiares o direito de se revoltarem, pedir perdão pelo ato falho, assumir todas as verdades e consequências que envolvem esse ato, e pronto! Só com essa postura é que se inicia um revestimento poderoso que protege o bebê, e consequentemente, o futuro reencarnatório, fazendo com que a criança venha à luz em uma data e hora mais favoráveis a todos os planos abençoados daquele contexto. Se a mãe contudo não reconhece seu "erro", mistura problemas de outras naturezas com a gavidez, mente sobre fatos, oculta verdades, age com medo e desespero, ou qualquer coisa que lhe impute culpa ou orgulho, preferindo recorrer à subterfúgios negativos para enfrentar a situação, dificilmente algo impedirá que a carga seja transmitida à criança. Há quem possa dizer: "Ah, a garota ficou grávida de forma irresponsável, mas ja que ficou, ninguem pode atacá-la com golpes de repreensão". Ledo engano. Isso pode valer para amigos, mas não para familiares, sobretudo aqueles que buscaram dar uma educação moralista a seus filhos. É o mesmo que lançar um meteoro na Terra e esperar que ele não devaste o lugar onde cair. Se o meteoro foi lançado, não tenha dúvidas: ele vai causar devastação. Os golpes de repreensão são naturais, e na maioria dos casos, necessários. Tudo depende porém de como a mãe vai entrentá-los: se com humildade, melhor para a criança; se com revolta e combate às afrontas familiares, pior - muito pior - para a criança.

Mais aspectos psicológicos dos pais
Da mesma forma que o filho recebe da futura mãe os pensamentos e seus conteúdos emocionais, a mãe capta de uma forma mais evidente as vibrações emitidas pelo feto. A gestante é "uma criatura hipnotizada a longo prazo", exatamente porque traz seu campo psíquico invadido pelas impressões e vibrações do reencarnante. Funciona a mãe como um "exaustor de fluidos" e terá, consequentemente, uma alteração profunda em seu emocional. Algumas se enchem de entusiasmo e bem estar. Mulheres, às vezes ansiosas, que se equilibram durante a gestação, sentem-se bem, tranquilas, em função de uma carga emotiva sadia ou afim que está vindo do filho. Em outras oportunidades ocorre o inverso. Durante a gravidez, a mulher torna-se deprimida, tensa, há um decréscimo da vivacidade mental, um torpor intelectual, extravagâncias. Pode ser em função de vibrações pouco sadias ou de um Espírito que foi um desafeto do passado. O futuro pai pode também sofrer alterações em seu campo mental em função da presença de um novo Espírito em seu lar. Às vezes, vê-se possuído de terrível ciúme e passa a encher a mulher de atenção e carinho. Outras vezes, torna-se arredio, agressivo, deprimido. São vibrações de um Espírito ligado a ele por um passado feliz ou infeliz que agora retorna para prosseguir em sua marcha evolutiva, fortalecendo a amizade, se esta já existe, e desfazendo mágoas e desentendimentos se eles ocorreram.

Mas afinal, terei filhos? Se você não tem condições ou méritos para uma avaliação espiritual mais profunda, é muito simples saber se você terá filhos. Basta observar a palma de sua mão. A área que fica abaixo do dedo mindinho aponta se e quantos filhos você terá. O número de linhas que surgem das linhas de casamento indica o número de filhos que a pessoa provavelmente terá. Se for uma linha grossa, indica um rapaz; se for uma linha fina aponta para uma menina. Uma pequena forquilha aponta para gêmeos.
Quiromancia Tony



Mas há de ter em conta duas coisas importantíssimas:

A primeira é que por “filhos” pode não se entender necessariamente os filhos biológicos. Um sobrinho a quem se ama como um filho, um projeto pessoal ou até um animal de estimação podem surgir indicados na mão da pessoa, nas Linhas dos Filhos.

A segunda é que as mãos mostram um potencial, mas que compete sempre ao nosso livre-arbítrio, em última instância, realizá-lo ou não. Assim, mesmo que uma pessoa tenha em aberto a possibilidade de ter dois filhos, por exemplo, cabe-lhe sempre a decisão de optar por não os ter.

Uma coisa é certa: a gravidez, se encarada com seriedade, moral, verdade e absoluto posicionamento moralmente correto, independente dos problemas e transtornos, surpresas e desencantos que possam inicialmente gerar, transforma a mãe em uma criatura merecedora do amparo da luz, afinal, a "fila de espera" é muito grande, e há espíritos que lutam por 10, 20, 30 anos para merecerem uma oportunidade de reajuste na Terra.

Pense nisso!
 
Texto Revisado

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Sobre o Autor: Tony Valentim   
Tony é um ser comum, sem privilégios ou destaques que o diferenciem das demais pessoas. Devorador de livros, admirador de culturas religiosas sem preconceitos, e eterno aprendiz do Cristo. Mestre de nada, sábio de coisa alguma. Alguém como você, que chora, sorri, busca, luta, exercita a fé e cultiva no peito a doce flor da esperança.
E-mail: [email protected]
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