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Como resolver bloqueios em aprendizados




Paciente, feminina, por volta de quarenta anos, com queixa de não conseguir aprender inglês e alguns outros estudos.

Relato da paciente: Estados Unidos - eu estava no alto de um morro, era magra, morena, com cabelos compridos amarrados por lenço; me apoiava numa vara. Do alto eu via os animais lá embaixo, pastando tranqüilos, meu pensamento era de ir embora, como se eu estivesse vendo o mundo por cima, pensava em estudar, ser como as mulheres da cidade; mas meus pais não deixavam, principalmente minha mãe. Eu era mantida longe do mundo, do aprendizado, havia muito domínio. Quando ia à cidade, as pessoas vinham falar comigo e eu sentia vergonha, abaixava a cabeça, pois me sentia inferior a elas.

Havia um rapaz de terno escuro, bengala, chapéu, parecia fino, educado, simpático, sempre me cumprimentava e me cortejava. Era muito engraçado, resolvi conversar com ele, não ouvia bem o que falava, mas sentia e foi sumindo a vergonha, deixei que me levasse à casa dele.

Chegando lá encontrei uma casa grande, branca, tinha uma sala linda e rica, cortinas e sofás estampados, móveis com decoração dourada, muitos lustres. Sentamos no sofá e conversamos, o mordomo serviu bebida e comida. Em seguida subi as escadas, fui tomar banho numa banheira clara e comprida, o mordomo pendurou um vestido para eu vestir após o banho. Tínhamos acertado o casamento. Depois do banho, me vesti e desci a escadaria, embaixo encontrei a sala cheia de gente alegre, o juiz estava atrás da mesa, o livro aberto no meio dela. Como eu não sabia escrever, escreveram por mim, tudo era festa, eu estava casando com 22 anos.

Mais adiante eu sentia saudades dos meus pais, mas nunca mais os vi e não queria voltar àquele lugar. O tempo passou e um dia me encontro triste, com 30 anos, bordando, meu marido me tratava com desprezo e desdém, eu bordava roupinha de nenê e comecei a entender que eu perdera um filho, não podia mais ter, e meu marido me culpava. O tempo todo eu sentia o que ele falava, não havia ódio ou mágoa, mas muita tristeza; então me vi numa cama grande de madeira, eu estava morrendo de tristeza, a culpa não era minha. Ao meu lado o mordomo e uma senhora que segurava minha mão com muito carinho e amor; chorava por mim, ela realmente gostava muito de mim, de repente começou a soluçar, eu entendi que havia morrido. Vi-me em pé no canto do quarto olhando meu corpo; ao meu lado muitos vieram me buscar com seus trajes brancos em meio a muita luz, aos poucos fomos subindo, comecei a ver a cena sumindo ao longe e meu marido na sala arrependido do que fez.

Eu e meus companheiros chegamos a um jardim lindo, gramado, com flores, bancos, enquanto me explicavam o que aconteceu: minha mãe era a mesma desta encarnação; meu marido foi meu pai na vida atual e a empregada foi a minha querida avó, na atual. Além disso, esta vida passada colaborou para o bloqueio com estudos e inglês. Os seres de luz me mostraram que perdemos o corpo e continuamos como espíritos. Eu estava livre, podia ver, sentir a liberdade.

A partir dessa sessão os bloqueios da paciente desapareceram havendo um bom crescimento espiritual.

Muita luz e alegria a todos.Fones para contato: 11 5522 1694 e 9241 0077, atendo nas imediasções do aer. Congonhas.

Sonia

Texto revisado por Cris
Publicado dia 3/11/2007

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