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Constelar a doença


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Quando queremos entender a mensagem que uma doença quer nos transmitir, podemos solicitar uma constelação, que pode ser em grupo ou individual. Vários especialistas iniciando por Bert Hellinger diz que a doença é um movimento do espírito para curar a consciência familiar, levando o indivíduo à reconciliação com os excluídos do seu sistema.

A doença está a serviço da vida!

Podemos mudar o conceito de vitimização e aniquilamento olhando para algo que nos chama a atenção e que não está integrado em nós, na nossa alma, algo que rejeitamos como por exemplo, dor, doença, sintoma, incapacidade, Quando olhamos para isso como se fosse para uma pessoa, podemos perceber para onde o sintoma está olhando. E, então abrirmos esse novo olhar para despertar em nós essa nova metodologia que nos leva a conhecer, honrar a tudo o que é e que foi. Tudo o que é e que foi e como foi é permitir e aceitar esse tudo que aconteceu com algum antepassado nosso e suas relações e que tomamos e nos emaranhamos e repetimos. É essa repetição é sempre por amor, pois queremos que aquele antepassado seja visto, incluído e amado, assim como nós.

Brigitte Champetir de Ribes diz que o sistema familiar transmite toda a informação de seus membros para todos os seus membros, em um movimento circular contínuo que integra tudo o que vai acontecendo. É movido por duas forças contraditórias, cuja articulação está em um reequilíbrio perpétuo: uma força de coesão e uma força de individuação ou empoderamento, ambas a serviço da vida.

O mecanismo cego se dirige aos mais jovens do sistema, que estão a serviço dos que vieram antes, provocando um sofrimento neste membro jovem, que está respondendo por uma exclusão por alguém no passado, e cuja meta é ser visto, entendido, até a reinclusão do excluído. Este processo pode ser favorecido através da constelação. Tanto o que excluiu, como o excluído, tinham se distanciado da vida, e o retorno à vida consiste nesta reconciliação. Quando a pessoa diz: eu escolho a vida.

Eu escolho a saúde.

O doente ou descendente, designado para indicar esta exclusão e esta separação da vida, vai imitar os ancestrais com os quais está emaranhado, fazendo o mesmo, rejeitando a vida como ela é, excluindo ou sendo excluído. Brigitte estuda e faz um paralelo sobre os ensinamentos do Dr. Hamer, que descobriu que se um conflito não se resolver, se somatizará em doença. Quando o doente diz sim à sua situação, sim à sua doença, ele entra em sintonia com o movimento do espírito, iniciando-se a compensação adulta.
E a força de cura começa a se manifestar nele. A doença é um caminho de volta à vida.

Texto revisado


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Conteúdo desenvolvido por: Eliana Borelli   
Eliana Vieira Borelli, Psicoterapeuta, Atendimento individual, grupal e on-line, fone: 5499737676
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