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CRIANÇAS SENTEM... ADULTOS PENSAM

por Simone Sales

Publicado dia 12/11/2008 em Autoconhecimento

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Quando nascemos estamos destituídos de qualquer pensamento, idéia, pré-conceito, porque ainda não aprendemos a pensar.

O que nos impulsiona, então, nessa fase? Vamos observar?

O recém-nascido desenvolve sua percepção experimentando as coisas através da sensação, assim como fazia na barriga da mãe. Enquanto vai crescendo outros sentidos são aguçados, como o tato e a gustação. Eles começam a tentar sentir as coisas com suas mãozinhas, vão experimentando a cada passo. Da mesma forma, começam a colocar as coisas na boca para simplesmente experimentar.

Nessa época a nossa percepção é mais aguçada porque simplesmente sentimos e não nos preocupamos em pensar a respeito do que quer que seja. Somos nós mesmos, a nossa essência mais pura, por assim dizer.

Com o decorrer do tempo passamos a observar os outros e nosso comportamento se modifica. Nesta etapa passamos a dar mais atenção ao que os outros pensam e seguimos adiante copiando modelos, sem pensar se isso é bom ou ruim. É como se fosse uma forma natural de crescer, de evoluir, apenas aprendendo com o que nosso meio tem a nos oferecer. Seguimos em frente e nos distanciamos ainda mais da nossa essência, do que somos.

Quando chegamos a certa idade, mais ou menos pela faixa de 12 aos 18 anos, começamos a nos incomodar com as coisas que as pessoas, de maneira geral, dizem. Daí a sensação maior de estarmos perdidos, de querermos, ou não, fazer coisas diferentes, do nosso jeito. Esse é o momento que rotulamos de fase complicada da adolescência. Por que é tão complicado?

Quando somos crianças tudo gira em torno de nós. Somos o centro do mundo. Conforme vamos crescendo começamos a prestar atenção à nossa volta e recebemos inúmeras informações que são novas. Essa é a fase onde todos "mandam" e nós "obedecemos". A partir daí, começamos a sentir que algo está fora do lugar e começamos a questionar tudo e todos, cada um do seu jeito, é claro. Se o que aprendemos estiver próximo do que sentimos seguimos em frente sem muitos problemas. Mas, se o que sentimos não bate com o que nos foi passado de informação, acabamos por entrar em conflito.

O conflito aqui é em relação a nós mesmos, e por não entendermos isso claramente (nunca ensinaram pra gente, não é mesmo?) acabamos por descontar toda nossa frustração em cima das pessoas mais próximas a nós (pais, professores, etc.). O que está acontecendo realmente?

Inconscientemente estamos tentando seguir nosso coração, mas a mente teima em nos sobrepujar e acaba por vencer. E vamos nos distanciando ainda mais de nós mesmos.

Confusos e sem orientação seguimos em frente achando que temos tudo sob controle. Em determinado momento de nossas vidas nos sentimos pressionados e não achamos resposta para esse desconforto. Então, olhamos para fora e começamos a culpar os outros pelas nossas tristezas e frustrações. Agora sentimos que não temos controle de nada, principalmente da nossa vida.  O que fazer?

Está na hora de procurar respostas. Busque suas respostas. 
Quer saber mais sobre este assunto? Entre em contato com a gente.

Simone Sales
Terapeuta e Instrutora de Meditação Ráshuah
(21)  2484-1571
www.rashuah.com.br

Texto revisado por Cris

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