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Desejos para 2008

por Julio Lótus

Publicado dia 12/1/2008 em Autoconhecimento

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Como em todos os inícios de ano toda a humanidade volta suas expectativas e esperanças para um ano diferente do que finda, um ano novo repleto de paz, amor, felicidade, prosperidade, valorização profissional, evolução espiritual, etc, etc...

Neste início de ano certamente não é diferente, mas e se dessa vez nossos desejos fossem outros? E se somente neste início de ano não desejássemos nada de pessoal, nada de individual, mas nossos desejos se voltassem para todos os nossos semelhantes, para toda a humanidade? Quais seriam esses nossos desejos?

Bem, eu começaria por desejar que a natureza se recompusesse! Que a camada de ozônio eliminasse o tal “buraco” cavado sistemática e alucinantemente pelas máquinas industriais que movem a ganância humana. Desejaria que fosse firmado um acordo de honra entre todos os governantes das nações da Terra, para que ao invés do lucro exacerbado visassem a continuidade da raça humana possibilitando a seqüência de nossa evolução. Porque acredito que nossos filhos e netos merecem a oportunidade de não incorrer nos mesmos erros que cometemos e que geraram em todos nós as piores expectativas de sub-sobrevivência.

Desejaria que as florestas renascessem tão maravilhosas e deslumbrantes como eram antes de nossa perniciosa intervenção, exterminando milhares de exemplares vegetais. Flores que mal chegamos a conhecer, belezas que jamais serão identificadas ou classificadas em quaisquer registros de botânica. Espécies raras em outros tempos e inexistentes em nossos dias, as quais não pudemos desfrutar de suas propriedades ou beleza.

Gostaria também que o reino animal ressurgisse com toda a sua variedade de espécimes que já existiram na face da Terra e que aprendêssemos a conviver com ele de tal forma que a harmonia fosse a tônica dessa convivência.

Seria tão bom se as águas, a principal substância de nossa força vital, tornasse a existir com a abundância, a energia e a limpidez de outrora, propiciando-nos o prazer constante de utilizá-la de forma consciente no banho, na confecção de nossa alimentação, na manutenção de nossos lares.

Por fim, que pudéssemos voltar a respirar o ar mais puro que já houve e que hoje em dia nem nos interiores dos lugares mais distantes que podemos alcançar, existe mais. A qualidade de só fazer o bem por sua simples e pura ingestão.

Se assim fosse restar-nos-ia apenas aprendermos a viver em comunidade. A nos respeitar como seres viventes e inteligentes que somos. A nos amar uns aos outros, como insistentemente, tantas vezes nos ensinaram em nosso lar, na escola, nas ruas, nas igrejas, no trabalho, na televisão e em todos os lugares que já freqüentamos.

Talvez seja utopia ter desejos como os que acabo de revelar, mas é fundamental sonhar!Então, que todos possamos ter um ano novo repleto de comportamentos de amor.

Texto revisado por Cris


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