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Deus tem roupas para os anjos



Foi muito interessante a recepção e a reação das pessoas com o artigo Os Mistérios da Conexão, e muitas escreveram informando o que sentiram e como sentiram. Peço permissão a vocês para relatar algumas opiniões e dar o meu ponto de vista.

Uma delas, residente em Campinas, diz que “não sei se é acaso, mas já não estou triste como antes. Estou conseguindo me observar mais, nesses dois dias de Processo, vendo as coisas erradas que faço e aceitando meus sentimentos e emoções. Sem isso não há como mudar, né? Uma novidade, depois de dois anos de procura, surgiram duas oportunidades de trabalho...”.
Realmente, é como se você estivesse envolvida por uma sombra e a conexão com o Universo pode aclarar a percepção que você tem de si mesma, pois a coloca em outra dimensão; você sai dos limites do corpo físico para viver, mesmo que por uns instantes, como um ser interexistente, ultrapassando, com seus pensamentos e emoções, as fronteiras do mundo terreno.

Esse momento especial se assemelha àquele vivido na Antigüidade, quando uma mulher em meio à multidão tocou as fímbrias das vestes de Jesus e foi curada. Na verdade, a conexão pode ser um encontro com a Luz. Esse descobrimento pode gerar transformações (curas), autoconsciência (como citado acima). E o fato de “aparecer” oportunidades significa, sim, que você deixa de estar oculta.
Explico melhor: minha irmã, ainda jovem, ficou envolvida por essa “nuvem cinzenta”; foi numa empresa, procurar emprego, indicada por uma amiga. No Departamento Pessoal (agora se diz RH), disseram que não havia vaga. Dias depois, meu pai a levou num Centro Espírita, tomou passes, bebeu água fluidificada, ouviu a palestra, voltou reconfortada. Resolveu que iria orar à noite e ao acordar e com essas atitudes, estava conseguindo guardar em seu coração a sensação de segurança e paz que conquistara no encontro espiritual (nesse momento, se dissipara a nuvem cinzenta, com certeza sua aura devia estar azul ou violeta). A amiga ficara chateada, achando que minha irmã mentira, que não tinha ido à empresa. Para provar o contrário, ela retornou lá. No RH a receberam dizendo que havia vaga e que ela tinha o perfil necessário para o cargo de tecelã, e o mais surpreendente: o rapaz do RH disse que ela nunca estivera ali. Pois bem, ela trabalhou durante nove anos, nessa empresa.

Uma outra internauta diz que “fiquei com dor de cabeça e, ontem, dia 27, ainda estava com ela. Senti perto da minha cama alguém que parecia ser um chinês, estava de costas, e eu meio sonolenta”. Como se vê, a percepção varia bastante, podendo ser constatada até pela visão. Nesse caso, a presença do Chinês, um Espírito Amigo que integra a equipe do Projeto Mutação, foi notada, o que transmite segurança e convicção que abre as portas para a saúde ou paz.
E a dor de cabeça sentida representa a reação que pode se dar sempre que temos a intenção de realizar transformações em nossa vida. É uma barreira que instintivamente criamos. Nosso universo mental e emocional recebe essa nova situação como um elemento estranho e pode querer rejeitá-la, é como o doente que se recusa a tomar o remédio que vai curá-lo.

Pesquisadores da Fundação Menninger descobriram que a dor de cabeça é quase sempre a doença da mudança. A nossa resistência a mudanças acaba enviando mensagens de perigo para o nosso cérebro. O cérebro não distingue o imaginário do real. A todos os efeitos ele responde com uma ação.

Também pode se dar esse desconforto porque permitimos a colocação (ação de Espíritos, assediando ou implantando aparelhos) ou nós mesmos elaboramos mentalmente (formas pensamentos) travas e bloqueios que instalamos em nosso corpo energético.
Para se retirar ou dissolver essas travas, aparelhos ou formas pensamentos, às vezes é preciso uma ação constante, persistente mesmo, dos Apoiadores e da própria criatura.
Por esse motivo, eu recomendo que a criatura faça o Projeto Mutação e os exercícios e procedimentos que o compõe. Há casos que esse programa de ação se torna indispensável.

Em outros casos, o processo é percebido de uma maneira simbólica. Uma amiga que mora na Espanha e faz o processo por seu filho, conta sua experiência: “Achei interessante que durante o tempo que eu dedicava ao exercício, sempre me vinha “sem querer” uma visualização: uma vasilha de madeira na minha mão, que eu ia enchendo com uma substância escura proveniente do meu filho, que eu dissolvia mexendo com uma colher, e que depois eu despejava pelo ralo, jogando a água por cima. E às vezes me vinha a imagem de mãos descendo do alto, sobre a cabeça dele. É curioso, mas “essas idéias apareciam de improviso”, sem eu querer pensar em nada parecido”.
Veja que nesse caso, a mulher visualizava sem querer e tudo acontecia de improviso, sem qualquer intenção, alem daquela que a motivou a escrever para mim.
Após esses fatos, me informou que o filho teve melhoras consideráveis, ficando apenas “as vozes” que ainda o atormentam. Muito boa a experiência e o resultado conseguido por essa mãe. Talvez seja porque as mães tenham o dom divino, são as portadoras da vida. Nada nem ninguém é mais divino na Terra do que a mãe; essa criatura transcende tudo que se possa imaginar.

Mas cabe aqui algumas perguntas: De quem seriam aquelas mãos? E como ela pode realizar esse processo, sem mesmo estar querendo imaginar ou pensar? A sua vontade e livre arbítrio não contam? E de onde vem a água, a vasilha e tudo o mais?. Vou falar sobre isso em outro artigo.

No Livro dos Médiuns, escrito por Allan Kardec, há um capítulo intrigante, que fala do Laboratório do Mundo Invisível, onde há explicações sobre essas possibilidades do mundo astral.

E me vem à lembrança o curioso diálogo entre Joana D’ Arc e os homens que executaram a sua sentença de morte, quando ela estava atada ao poste para ser queimada em praça pública. Enquanto eles se preparavam para atear fogo em seu corpo, ela conversava com os anjos, que a envolviam em “suas asas”, uma visão simbólica de um singelo fenômeno de ectoplasmia, onde as ações de Seres do Mundo de Mais Além ou de si própria, podem atrair para o seu corpo Capas de Energia de Luz, para protegê-la da dor (esta capa de luz, tem a ver com a nuvem azul ou violeta que envolveu minha irmã na segunda visita a empresa). Esta capa protetora ou as asas dos anjos (visão católica) é um processo realizado com a energia sutil do mundo paralelo e que permitiu a Joana não sentir dor alguma, enquanto as labaredas de fogo consumiam seu corpo virginal.

Naquele grave momento, os homens, ousados, indagaram se os seus anjos tinham vestes. Com a singeleza de uma donzela que se entregara a uma missão divina, a de libertar a França, ela diz: “E por acaso, Deus não terá roupas para os Anjos?

Conheça o Projeto Mutação - Nova Etapa

Texto revisado por: Cris
Publicado dia 12/7/2007

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Autor: Wilson Francisco   
Terapeuta Holístico. Desenvolve processo que faz a Leitura da Alma; Toque Quântico para dar qualidade à circulação e aos campos vibracionais; Purificação do Tronco Familiar e Cura de Antepassados para Resgatar, Atualizar e Realizar o Ser Divino que há em você. Agendar pelo WhatsApp 011 - 959224182 ou pelo email wilson153@gmail.com
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