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Dramas de Controle



Canalizamos, normalmente, uma quantidade de energia muito pequena, praticamente o essencial para sobrevivermos. Sendo assim, necessitamos de outras fontes para obtenção de energia. Para as nossas atividades cotidianas, canalizamos energia através dos alimentos, da respiração, através dos chacras, dentre outras. Mas uma das mais preocupantes formas de obtermos energia, é através de outras pessoas... isso mesmo... roubamos energia de outras pessoas.

Quando duas ou mais pessoas interagem, eles literalmente fundem seu campo eletromagnético, juntando as energias, fazendo com que se tornem um único padrão vibracional. Dessa maneira, quem vai controlar essa energia?

Se um dos dois consegue dominar o padrão energético, fazendo com que o outro aceite o seu ponto de vista, então esse ser capturou para si a energia de ambos, sentindo assim uma imediata sensação de poder, euforia, segurança, etc (podemos observar esse fenômeno quando duas pessoas discutem; o que perde a discussão se sente inferiorizado, diminuído, que é o fator energético perdido). Quando isso acontece denominamos Drama de Controle.

Este fenômeno foi muito bem colocado por James Redfield em seu livro “A Profecia Celestina” e explicado mais profundamente em “A Visão Celestina”. James Redfield diz que existem 4 tipos principais de Dramas de Controles:

O Coitado: o mais passivo dos controladores; neste drama de controle a pessoa ao invés de brigar diretamente pela energia, procura ganhar a atenção manipulando o sentimento de solidariedade de sua vítima.
Podemos perceber que entramos no campo vibracional deste drama quando somos atraídos imediatamente para um tipo de diálogo que nos tira do nosso centro de equilíbrio. Começamos a nos sentir culpados sem motivo aparente, é como se estivéssemos sendo colocados nesse papel pela outra pessoa. Toda vez que a pessoa deste drama precisar de energia, inconscientemente vai exercê-lo para obter atenção, e para onde a atenção é dirigida, energia é enviada. No mundo do “Coitado”, a única maneira de agir é pedir simpatia através da culpa e de rejeições denunciadas.

O Distante: saindo um pouco da passividade o próximo Drama de Controle a ser estudado é “O Distante”. Percebemos que estamos entrando em um padrão vibracional relativo a esse drama quando iniciamos uma conversa e de repente percebemos que não estamos conseguindo obter uma resposta direta, ou melhor dizendo, a pessoa se mantém distante, desligada, misteriosa em suas respostas, forçando-nos a gastar tempo (energia) recolhendo informações que normalmente são fornecidas de maneira simples e casual. Ao fazer isso, estamos intensamente concentrados no mundo da pessoa, olhando pelos seus olhos, obtendo assim, o seu ponto de vista e assim estamos lhe dando a carga de energia que ela busca.
Temos que saber discernir entre pessoas que utilizam o Drama de Controle do Distante e pessoas que, em determinadas situações, preferem o anonimato.

O Interrogador: o Interrogador é um Drama de Controle mais agressivo e que permeia a maioria de toda a sociedade moderna. A estratégia usada é a crítica para adquirir energia dos outros.
Diferente dos anteriores, onde a estratégia era obter a energia através da atenção, o Interrogador faz com que tenhamos a impressão de estarmos sendo sempre vigiados; faz com que tenhamos a sensação de incapacidade através do questionamento, fazendo com que seu padrão vibracional se sobreponha o nosso, controlando e obtendo a nossa energia.
O método inconsciente utilizado pelo Interrogador é apontar alguma coisa sobre nós que nos desequilibre, na esperança de nos convencer da sua verdade em relação à crítica para que adotemos a sua visão do mundo, assumindo o seu ponto de vista; quando isso acontece, fornecemos ao Interrogador um fluxo regular de energia.

O Intimidador: o mais agressivo dos Dramas de Controle. Podemos perceber que entramos no Drama de Controle do Intimidador quando, além de nos sentirmos exaustos e cansados, sentimo-nos ameaçados, amedrontados e até em perigo.
Pessoas que utilizam esse Drama de Controle servem-se de métodos que geram o medo, deixando bem claro que a qualquer momento podem explodir em raiva ou se descontrolar, podendo até utilizar violência. A estratégia do Intimidador é controlar o nosso padrão vibracional através do medo e da imposição. Quando alguém nos dá o entendimento de que pode ser violento ou superior, ou crie um ambiente qualquer em que nos sentimos ameaçados, fazemos questão de observá-la atentamente e, como vimos antes, onde a atenção é dispensada a energia é enviada. Sentimos-nos confusos e com medo, começamos a enxergar a situação com a possibilidade de nos machucarmos, começamos a imaginar a situação tornando-se real, ou seja, olhamos o mundo sobre o ponto de vista do Intimidador e, ao fazer isso, damos energia a ele.

Como lidar com o Drama de Controle?

A resposta do Universo em relação ao Drama de Controle é produzir exatamente o tipo de mundo que a pessoa espera e, desse modo, o drama é um círculo vicioso e sempre acaba se justificando. Embora não se dê conta disso, o Drama de Controle está preso numa armadilha sem saída.

O Drama de Controle se baseia num conjunto de teorias inconscientes a respeito do mundo, então, a melhor maneira de se lidar com qualquer tipo de Drama de Controle é trazê-lo para o mundo consciente, fazer com que a pessoa tenha consciência do que está acontecendo, mesmo que indiretamente.

Superando os nossos Dramas de Controle!

A tendência humana é ignorar ou rejeitar as queixas alheias em relação ao nosso padrão de comportamento para darmos continuidade ao estilo de vida que escolhemos. Dentro da consciência humana podemos detectar a enorme dificuldade em enxergar o nosso comportamento de modo mais objetivo ou mais direto. Estando consciente a respeito das disputas energéticas na sociedade humana, o nosso desafio maior é nos observarmos atentamente, para que possamos identificar o nosso conjunto particular de teorias e as intenções que constituem o nosso Drama de Controle e encontrar outra experiência que nos permita a abertura para a nossa energia interior.

Baseado nos livros "A Profecia Celestina" e "Visão Celestina", de James Redfield.

Por Rogério Pires
Terapeuta e Psicoterapeuta Holístico
CRT 37461
www.phatae.com

Texto revisado por Cris
Publicado dia 16/1/2007

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