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EM BUSCA DA FELICIDADE



Falar sobre este estado de espírito é de uma complexidade enorme, pois cada um tem a sua visão acerca deste assunto.

A felicidade normalmente está associada a algum fator externo (pessoas, empregos, bens materiais, realizações, etc). Neste caso ela depende da observação/participação que o indivíduo faz/tem a respeito de uma situação específica, baseado em sua escala de valores própria. A felicidade se baseia em realizar aquilo que o indivíduo acha que é importante para ele obter ou ter contato em sua vida.

Apesar dessa sensação ter presença constante em nossa vida, não percebemos que este comportamento não corresponde com o significado profundo do que seja realmente conquistar a felicidade real.

Na visão oriental, a felicidade absoluta se apresenta de maneira diferente; para estes pensadores, atingir a felicidade é se liberar da necessidade de desejar e realizar aquilo que se almeja, este sentimento é denominado de NIRVANA.

Existem dois tipos de felicidades: a Felicidade Real e a Felicidade Baseada em Fatores Externos ou fictícia.

A felicidade real independe da observação/participação do indivíduo em um evento específico. Ela não está associada a nenhum tipo de ganho pessoal ou social, independe de uma escala de valores, ela simplesmente existe pelo que o indivíduo é e não pelo que ele tem contato em sua vida ou possui.

"Uma pessoa é infeliz por que não sabe que é feliz, é a única razão. Somente isso, somente isso! Quem assim o descobrir se tornará feliz instantaneamente."
Fedor Michailovich Dostoevski

A Felicidade baseada em Fatores externos ou felicidade fictícia, como vimos antes, é aquela em que o indivíduo associa este sentimento aos fatores externos, que são baseados em conceitos mentais, níveis sociais, intelectuais, financeiros, materiais, dentre outros. Ela só existe enquanto o objeto exterior existir, e a felicidade que se baseia em questões internas é incondicional, independe de causas e da temporaneidade.

É desta forma que percebemos que a felicidade não está na riqueza material, na casa nova, no carro novo, naquela carreira e em uma determinada pessoa. Jamais se associará à escala de valores de um indivíduo ou grupo com que ele se relaciona. Quando não conseguimos encontrar alegria dentro de nós, é improfícuo procurar em outra parte. Quando associamos a nossa felicidade aos fatores externos estamos fadados ao desapontamento, pois nem sempre as nossas expectativas são realizadas dentro de um padrão de aceitação.

Um simples exercício que nos permite erradicar a idéia de uma felicidade ilusória de nossas vidas consiste em mentalizar sempre que a felicidade não está naquilo que conseguimos, e sim entrar em sintonia positiva com aquilo que já temos e, principalmente, com aquilo que somos.

Devemos sempre buscar uma satisfação com aquilo que já possuímos. É claro que não há problema nenhum em se almejar uma vida melhor, querer conquistar novos horizontes, mas, a maneira com que se relaciona com essas metas é que deve ser observado. Saber que nem tudo o que desejamos é o que necessitamos realmente, e acima de tudo, sermos felizes assim mesmo.

Existe um ditado que diz: “Poucas coisas são necessárias para fazer um homem sábio feliz, mas, nada neste mundo fará a felicidade de uma pessoa inconformada”.

Em que categoria você se enquadra?

A infelicidade do ser humano é caracterizada pela sua admirável necessidade de querer controlar o mundo à sua volta. Para que sejamos felizes, devemos abandonar esse conceito de controle, relacionando-nos positivamente com o que o Universo tem de melhor para nos oferecer.

A vida é uma jornada, não um resultado final e é importante aceitarmos a nós mesmos e aos outros da maneira como somos. Podemos não gostar dos resultados, nem aprovar o comportamento de outras pessoas, mas a vida se resume essencialmente na experiência e num despertar para a unidade do amor.

Culpar, julgar e nos compararmos com o nível consciencial dos outros também não é útil. Enquanto estivermos trabalhando para liberar nossos mecanismos de controle, devemos manter nosso equilíbrio e conservar nosso senso de humor. Devemos nos colocar num tranqüilo estado de Unidade.

Quando verdadeiramente sentirmos que nosso coração está aberto a novos horizontes e que estamos tranqüilos com relação a tudo o que está acontecendo à nossa volta, estaremos conectados equilibradamente à nossa energia interna.

Quando houver dúvida, respire fundo, procure o lado construtivo do que está acontecendo, crie condições para elevar o nível da sua energia pessoal. É claro que não existe uma “receita definitiva” para se conquistar a felicidade, basicamente devemos buscar todas as informações possíveis que uma situação pode nos passar e transformar o conhecimento adquirido em atitudes construtivas em nosso cotidiano.

Artigo retirado do Livro "O QUE REALMENTE SOMOS?", de
Rogério Pires
Terapeuta e Psicoterapeuta Holístico
CRT 37461
www.phatae.com

Texto revisado por Cris
Publicado dia 29/1/2007

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