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Entregue-se para o Amor que você é!

Entregue-se para o Amor que você é!

por Rodrigo Durante
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Enquanto utilizamos nossas crenças e emoções para sabermos quem somos, estamos sujeitos a todo tipo de oscilação nesta faixa dual de frequência vibratória. Podemos ir  do medo à coragem, da depressão à euforia, do amor à aversão em questão de segundos. A dualidade, tão complicada às vezes de vivenciar, é necessária para a experiência na matéria, não sendo possível abrirmos mão de alguma emoção que não gostamos de sentir.
As emoções positivas são representantes de características espirituais mais elevadas que trazemos em nós, mas que não nos eram tão perceptíveis nas dimensões superiores. Por esta razão, encontramos uma forma de nos experimentar, de conhecer a nós mesmos através dos contrastes. Assim, encarnamos aqui e, experimentando a dualidade emocional conhecemos a tristeza, por exemplo, para reconhecemos a alegria. A carência, para reconhecermos a plenitude. Com a rejeição, reconhecemos o amor e, com a inquietação, a paz.

Nossas características Divinas, inerentes a quem somos, eram finalmente reconhecidas nesta dimensão tão densa que vivemos hoje através das polaridades. O sofrimento não era parte da nossa vida e, no começo desta experiência, a percepção das emoções negativas era tão breve quanto apenas o necessário para reconhecermos seu oposto, o Divino em nós. Assim tudo ia bem, não fossem as emoções sentidas através do corpo físico tão fortes e avassaladoras que aos poucos entorpeceram nosso aparelho sensorial mais sutil, fazendo com que, aos poucos, esquecêssemos de quem verdadeiramente éramos, seres Divinos, unos e completos. Desprovidos de nossa consciência plena, não percebemos outras influências negativas que passaram a acontecer e criávamos formas-pensamento desequilibradas à cada reação emocional que tínhamos, alimentando karmas que iam além deste planeta.

Hoje, vivemos em busca do equilíbrio e consciência perdidos, lidando com os frutos desequilibrados das nossas próprias criações. Sem consciência de nossas partes Superiores e de tudo de bom que somos, buscamos preencher vazios existenciais com artificialidades e nos proteger de perigos imaginários com apoios ilusórios. Em plena cegueira espiritual, chegamos até mesmo a prejudicar nosso planeta e a brigar com nossos irmãos, sem reconhecer mais o Divino em nenhum de nós.

Na faixa frequencial da dualidade emocional, uma vez acreditando que somos o personagem criado intelectualmente para sobreviver aqui, buscamos coisas e situações na ilusão de que com tais conquistas seremos felizes, seguros e completos novamente. E assim, em ilusão, estruturamos nossa sociedade, na luta e competição para disputar quem ficará com o raro prêmio da realização.

Aqui, em nossos esforços para encontrarmos a paz, por exemplo, muitas vezes reforçamos seu oposto, com as lutas desnecessárias que travamos para conquistá-la. Enquanto as emoções negativas que nos apegamos funcionam como uma força dentro de nós que nos induzem ao erro, ao sofrimento e ao desequilíbrio, nossa parte Divina, no entanto, permanece pura e inalterada esperando nossa decisão de retorno, nos servindo como um farol que nos direciona novamente pelo caminho do coração ao equilíbrio com nós mesmos, com o outro, com o planeta e com o universo.

Enquanto alimentamos nossas buscas por satisfação emocional, reforçamos a crença no personagem e fortalecemos os véus da ilusão. Assim, para conhecermos a nós mesmos ou qualquer característica Divina do nosso ser, não precisamos mais lutar, basta darmos uma pequena pausa nas nossas buscas mentais e relaxarmos em nosso coração, nos entregando à Paz, ao Amor e Alegria que já somos, que não precisam de nenhum esforço ou estímulo externo dual para existir. Para o Divino não há erro, medo, carência, escassez, tristeza, raiva, culpa, depressão, disputas, vergonha ou humilhação, há apenas o Amor universal, a aceitação incondicional, a Paz e Plenitude que sempre estiveram em nós!

Em Paz,
Rodrigo Durante

Texto Revisado

 

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Atualizado em 24/06/2020

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