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EU E VOCÊ

Atualizado dia 5/4/2006 1:14:31 PM em Autoconhecimento
por Maria Cristina Tanajura


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Vontade de fazer, não sei o quê!!! Alguma coisa forte, verdadeira… por que não, escrever? Para falar pra você que também sinto as mesmas tristezas, que espero que se realizem tantos sonhos, que sinto tanto medo – de vez em quando – e que me sinto tão só, apesar de tudo fazer para que isso não me preencha de um sentimento mentiroso de solidão.

Assim como você, não acordo sabendo como vai ser o meu dia, mas procuro entregá-lo ao Deus do Universo, que sabe o que nunca saberemos e que pode tudo. Peço-Lhe que me fortaleça para o que der e vier. Que me dê condição de entender os caminhos, principalmente, que me avise quando eu estiver na contramão…

Não sei seu nome, nem seu sexo, onde nasceu ou que idade tem, como é o seu corpo, mas o que sei é que me pareço com você e muito. Será que quando me vir passar, tão diferente de você na aparência, vai se lembrar disso e me olhar com carinho e atenção? Ou será que vai me julgar pelo que lhe mostro e rotular-me de alguma coisa que nunca vou chegar a saber?

Estamos no mesmo espaço, no mesmo tempo, não por acaso, mas porque de alguma forma sintonizamos um com o outro e precisamos aprender as mesmas lições! Será que se você me perceber sua colega e cúmplice, vai querer me ajudar quando eu estiver em apuros? Quando notar que escondo a tristeza, seria tão bom que me desse um sorriso - eu lhe daria outro de volta – e acho que nosso dia, daí por diante, seria muito mais feliz!

Quando você estiver desanimado, porque não conversa com o primeiro que encontrar, no ponto do ônibus, na fila do banco, andando pela calçada e troca uma palavra que seja, com ele? Um “Bom dia” dito com consciência, já será o suficiente. O outro acordará de seu exílio interno e talvez perceba o carinho que existe no seu olhar… e num segundo rápido, sentirá que você e ele, afinal, são da mesma “tribo”, apesar de tudo que aparente o contrário.

Quando a dor chegar em meu coração, se você também tem um, porque não me acolhe, para que eu possa lhe contar o que se passa comigo e para que nós dois juntos possamos celebrar a sabedoria da Vida, que colocou justamente você, no meu caminho, naquele momento?

Será que podemos nos tocar com carinho e sem medo? Porque não? Não é tão bom quando existe simpatia, a gente chegar perto de alguém e aí ficar? Qual a lei que nos impede e o que há de errado nisso?

Talvez você seja aquele vizinho que vejo quase todos os dias de passagem, no elevador e que nem sequer sabe meu nome... nem eu o seu...

E você que trabalha comigo e na mesa ao lado? Como pensa, o que sente? Já lhe falei sobre meus sonhos e no que acredito? Já lhe dei espaço na minha vida para que se apresente e me mostre que é tão parecido comigo? Que tem carências semelhantes às minhas, dores que incomodam e que já conheço, alegrias que ajudam a fazer o dia menos pesado?

Venha, meu irmão e vamos comemorar o fato de estarmos juntos!

Texto revisado por Cris

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Conteúdo desenvolvido por: Maria Cristina Tanajura   
Socióloga, terapeuta transpessoal.
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