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Eu não quero trabalhar, eu quero ser mulher



Eu tenho investido muito em terapias e programas de autoconhecimento. Uma porque eu sou viciada, tenho que admitir :), mas também porque é a minha maneira de purificar o meu canal como terapeuta e de trabalhar no meu próprio desenvolvimento.

Uma das terapias que faço é um trabalho de corpo com a Paula Romano. Eu adoro essa aula porque por 50 minutos eu tiro a mente da frente. "A mente mente, o corpo não", repete a Paula. Numa das danças, eu comecei a me sentir muito feminina, de bem com o meu corpo, delicada, e então me veio esse insight: "Eu não quero trabalhar, eu quero ser mulher"

A minha mente se recusava a entender aquela frase, mas em algum lugar dentro do meu Ser, eu sabia que aquilo era verdade.

No final da aula, a Paula me perguntou: "por que uma coisa invalida a outra?"

Conclui que essa energia de ir atrás de clientes, de projetos, de fazer acontecer, de fazer dinheiro, é muito masculina, meio agressiva até. Qual o símbolo de meta, de objetivos, de direção? É uma seta, que também é o símbolo do masculino.

E então a Paula me lembrou da característica maior do feminino, que é o amar e, pra mim, o cuidar. Dormi com aquilo na cabeça.

No dia seguinte, quando abri os olhos, estava claro: eu faço o meu trabalho com amor, mas a minha motivação estava sendo o medo, que é exatamente o contrário do amor.

Explico: se o que me move são pensamentos como: "preciso pensar no futuro", "preciso guardar dinheiro", "preciso ser independente", estou sendo guiada pelo medo. Se eu faço um post porque ainda não publiquei os três da semana e as pessoas precisam se lembrar de mim, estou sendo guiada pelo medo - e pela escassez. De novo. Aquele velho pensamento de que "tudo que eu tenho um dia vai acabar".

E mais: se eu estou fazendo algo pensando no futuro, ou se os meus medos são baseados em experiências do passado, está tudo errado. Não estou presente. De novo.

Então, não é que eu não queira mais trabalhar, ou que eu não goste mais de trabalhar: eu adoro atender meus clientes, saber que algo que eu fiz trouxe alívio a alguém de alguma forma. Mas eu dei mais um passo em direção à minha essência ao entender que eu preciso estar no fluxo, que é uma qualidade feminina: a coisa maleável, flexível, adaptável.

Eu vou continuar fazendo minha parte, agora não mais como uma meta, e sim como um recado ao Universo de que eu estou aberta para SERvir e cuidar. E me lembrar que nada é eterno - e se o que eu tenho hoje acabar, está tudo bem, porque o Universo é maravilhosamente abundante - de onde veio isto que eu tenho hoje, tem muito, muito mais.

"Como posso ser a energia que permitiria ao Universo me presentear além dos meus sonhos mais incríveis?"

Eu entrego, eu confio, eu aceito e agradeço.

Atendimentos por skype de Terapia Multidimensional para a cura e equilíbrio dos corpos emocional, mental e astral, impactando o corpo físico; ferramenta de tipos psicológicos MBTI®; coaching; aconselhamento. Email: dulcineiasantos@hotmail.com. Siga-me no youtube: link

Texto Revisado

Publicado dia 20/3/2018
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Autor: Dulcineia Santos   
Terapeuta holística, coach e autora do livro "A Namorada do Dom", que pode ser adquirido por email. Qualificada autorizada da ferramenta MBTI® pelo Myers-Briggs Foundation na Florida, USA. Estudou Antroposofia por 3 anos na Suíça. Assine o canal no youtube: http://bit.ly/siga_youtub
E-mail: dulcineiasantos@hotmail.com | Mais artigos.

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