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FILHOS ADOLESCENTES (Parte I)



O tempo passou e levamos um susto: estamos diante de filhos adolescentes! Nesta fase eles tudo querem: roupas de marca, festinhas, shows, saídas constantes com amigos, esportes, enfim, acreditam que podem tudo e nada de mal vai lhes acontecer. Quando não conseguem determinadas situações irrompem em queixas diversas dizendo que todos os amigos vão a festas, só eles nunca podem, que não são mais crianças, que não confiamos neles, que não os amamos, trancam-se no quarto, permanecem silenciosos, enfim, usam argumentos chantagiosos que nos surpreendem, nos deixando perplexos e nos fazem questionar: Será que meu(minha) filho(a) já está na idade de ir a shows?

Nesta fase os adolescentes sentem-se incompreendidos por todos: seja pelo corpo que está desproporcional, pelas espinhas que teimam em aparecer ou pelo fato de sentirem falta da atenção dos pais e teimarem em demonstrar (através de algumas atitudes) que já são adultos. É um momento que exige nossa atenção redobrada, principalmente pela oscilação de humor e insegurança que apresentam. Devemos questioná-los, mas sem invadi-los, verificar quem são suas companhias, conhecê-los, porque o adolescente é extremamente desconfiado, irrita-se se duvidarmos de seus comentários, fechando-se em copas.

Ocorre que como pais que somos, temos o dever de mostrar caminhos (seguros), porque nós somos a estrutura, a referência desses jovens e, embora ostentem tamanho, (físico), seus pensamentos ainda são tênues, necessitando de orientação constante. Os valores (respeito, horários, funções da casa, reuniões de família, visita a avós, viagens com os pais, porque eles não querem sair com os pais) que outrora aprendemos com nossos pais parecem estar ultrapassados. Parecem? Pois então, vamos resgatá-los! É necessário urgência na ressignificação de nossos atos como progenitores. Faz-se necessário um diálogo coerente e indispensável, principalmente definitivo (para que qualquer choro não derrube nossos argumentos).

Pais (pai e mãe porque esta é uma tarefa dos dois), reflitam! Não se deixem sucumbir pelas exigências de seu filho adolescente! Resistam! Sejam coerentes em seus argumentos e resgatem valores adormecidos! Seu filho, num futuro próximo, irá lhe agradecer.

Iara Maria Heck
Psicopedagoga Clínica
(51)3563-1761 e 3527-2653

Texto revisado por Cris
Publicado dia 30/5/2007

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