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FREQUÊNCIAS NOCIVAS

por Dr. Miguel Ferrari Júnior

Publicado dia 18/4/2008 em Autoconhecimento

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Em todo ambiente que estamos podemos notar somente 5% das freqüências que ali existem. Essas freqüências que podemos captar são as das cores dos objetos, da luz existente e dos sons que ali ressoam. Cerca de 95% das freqüências não são captadas pelos sensores de um indivíduo, porém, poderão ser sintonizadas e, dessa maneira, teremos uma freqüência nociva aos órgãos e ao equilíbrio.

Pela lei da física, a toda corrente elétrica corresponde um campo eletromagnético. Devido a esse fenômeno físico, toda a fiação elétrica, ao ser usada, está criando um campo eletromagnético que possui uma freqüência. As emissoras de TV possuem antenas que enviam para o aparelho as imagens e o som e isso é feito através de freqüências. Os celulares recebem uma freqüência de rádio para captarem a ligação telefônica. Os computadores, os aparelhos de micro-ondas, as geladeiras, os transformadores, os aquecedores, enfim todo aparelho eletro-eletrônico emite uma freqüência que está se movimentando dentro do ambiente.

Por mais incrível que possa parecer, os seres vivos e a Terra também emitem uma freqüência, portanto, não há como “escapar” das freqüências existentes tanto nos ambientes abertos como nos ambientes fechados.

Em 1992, na Faculdade de Psicologia da FMU, foi conduzida uma experiência com as “cobaias” na cadeira de Psicologia Experimental, que consistia no seguinte procedimento: Um grupo de cobaias aleatoriamente escolhido foi colocado em uma sala onde computadores funcionavam 24 horas. Outro grupo foi colocado em uma sala em que o ambiente era normal. Após 24 horas as cobaias eram levadas para a caixa de Skiner para fazerem os testes de freqüência de ativação e beberem água. Os resultados foram assustadores.

A conclusão foi que as cobaias que estiveram expostas aos computadores apresentavam uma baixa freqüência para beberem a água e apresentavam movimentações muito lentas – depressão. Logo em seguida essas mesmas cobaias passaram por uma freqüência que é oposta à freqüência dos computadores e voltaram à condição normal de vida.

Analisando este e outros estudos feitos nos USA e Europa e principalmente na Rússia, foi verificado que as células da glia são as primeiras células a serem afetadas pelas freqüências nocivas, portanto é muito comum haver sintomas como depressão, desânimo, cansaço sem causa aparente, distúrbios do sono, agressividade “gratuita”, raivas e outros sintomas fisiológicos como arritmia cardíaca, taquicardia, tonturas, vômitos, perda auditiva e visual, dores em articulações, etc.

A melhor solução como terapêutica é descobrir em que faixa de freqüência está havendo a sintonia (através de uma aparelho de biorressonância) e mudar a faixa de freqüência do indivíduo para não haver mais essas sintonias. Para tanto, deveremos utilizar sistemas que emitem uma contra-frequência e nos ajudem a mudar essa nossa freqüência, como por exemplo, os Cristais, os Florais e mesmo a Homeopatia.

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Dr. Miguel Ferrari Júnior   
Dr. Miguel Ferrari Júnior, biofísico e psicólogo, atua há 16 anos na área da saúde. Realiza diagnósticos e tratamentos e usa como instrumento a medicina frequencial , a bioressonancia.
E-mail: [email protected]
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