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Geobiologia - A Medicina do Habitat

Atualizado dia 2/23/2007 5:32:55 PM em Autoconhecimento
por Aline Mendes


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A Geobiologia analisa a relação existente entre os seres vivos e o local onde eles habitam. Ela acredita que esta relação é tão importante quanto a relação entre os seres e sua alimentação, ou seja, que um lugar pode fornecer energia biológica de qualidade a seus moradores, criando assim condições favoráveis para que a vida se expresse da forma mais natural e evolutiva possível, bem como um ambiente pode ser o responsável pela desnutrição energética dos que nele vivem caso esteja em desarmonia.

A Geobiologia é atualmente considerada uma ciência por diversas universidades da Espanha, Alemanha, Suíça e França devido à comprovação científica de que os lugares podem gerar doença ou promover a saúde das pessoas que neles vivem.

Vários aspectos são levados em conta sob a ótica geobiológica no intuito de determinar o grau de salubridade de uma moradia. O primeiro deles é o fator natural. A geobiologia prova que existe uma influência das águas subterrâneas e das falhas geológicas, que se situam a diversos metros sob o solo, na superfície. Esta influência repercute verticalmente e tem a capacidade de alterar o funcionamento celular de uma ou de outra maneira, levando a um desequilíbrio metabólico que pode ser expresso, ao longo do tempo, por diversos sintomas, como cansaço, falta de concentração, debilidade óssea, baixa de defesas do organismo, tristezas, depressão, problemas pulmonares como asma e, quando estão em combinação com eletricidade, leucemia infantil, arteriosclerose e câncer. Evitar, portanto, situar camas e mesas de escritório, macas de terapia e qualquer outro posicionamento de móveis que façam seu usuário permanecer ali por mais do que duas horas diárias, é de vital importância.

Dentro deste mesmo aspecto natural observa-se que o campo magnético terrestre é composto de linhas de força que possuem um alto padrão vibracional e que cortam o planeta nas direções dos pontos cardeais a uma distância de aproximadamente dois metros uma da outra. Os cruzamentos destas linhas são igualmente danosos para o corpo, em especial as células animais, e devem ser identificados e evitados, principalmente se se situam sobre zonas alteradas por águas e falhas, ocasião na qual são potencializados.

Estes fatores podem ser amenizados utilizando-se pedras colocadas em pontos chaves de redistribuição espacial da energia, e também com a acupuntura do terreno com varetas de bambu. Esta harmonização promove um bem estar no ambiente como um todo, porém ainda sim é interessante se evitar que a cama e a mesa do escritório sejam colocadas em zonas alteradas, mesmo que harmoniosas.

O segundo fator levado em conta é a arquitetura da moradia. E isto é visto não só com relação às formas do edifício mas também com relação ao ambiente no qual este está inserido. Dados empíricos mostram que formas mais largas do que altas são mais aprazíveis do que grandes prédios. Também a boa circulação interna definida pelas paredes é um dado importante pois promove reciclagem e dinamismo. Outros aspectos também são levados em consideração como luminosidade interna, materiais de construção, parte elétrica, etc. Já a relação com o ambiente é vista de forma a que a casa possua uma correta adequação ao relevo circundante e um bom direcionamento com relação aos principais fluxos energéticos reinantes, como vales ou encontro de montanhas, proximidade de rios e lagos, localização quanto aos pontos cardeais para melhor aproveitamento da energia solar e sua possível utilização e/ou transformação em energia elétrica.

Numa terceira fase a Geobiologia analisa a parte de contaminação artificial gerada por radiações não-ionizantes (redes elétricas de alta tensão, aparelhos elétricos e eletrônicos, pára-raios, antenas e aparelhos de celular, etc.) e por radiações ionizantes (fornos de micro-ondas, centrais elétricas e atômicas, radiações naturais do terreno, etc.)

No Brasil, esta visão científica da relação entre o ambiente e as pessoas começa a ser estudada e é fundamental que engenheiros, arquitetos, profissionais da área médica, dentre outros profissionais, principalmente pesquisadores de vanguarda, se atualizem, auxiliem, e se conscientizem da incidência dos fatores geobiológicos e da contaminação eletro-magnética sobre a saúde da população; não apenas como um diferencial em seus serviços mas também para uma melhoria geral da qualidade de vida das pessoas.

Autor: Allan Lopes Pires
Artigo publicado sob autorização expressa do autor.

Texto revisado por Cris

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Conteúdo desenvolvido por: Aline Mendes   
Aline Mendes · Terapia de Ambientes | arquitetura · interiores · feng shui · geobiologia | www.alinemendes.com.br
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