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Joguinhos de Conquista


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Algumas situações me trazem reflexões sobre atitudes do ser humano que se revelam muito contraditórias.

Li numa rede social como é difícil mostrar desinteresse quando estamos interessados em alguém... quão contraditório é isso?

Comentei que não entendo isso, alguém respondeu que é cultural.

Não entendo mesmo, possuo uma natureza prática e uma disposição pra aceitar o que é (o que não significa que seja fácil, mas possuo essa natureza... risos).

E desde então tenho refletido sobre a razão desse comportamento e o que me parece mais plausível é que não se trata de mostrar desinteresse para atrair – como muitas vezes pensamos – mas, sim, para evitar sentir-se rejeitado.

Se esse interesse não se mostrar recíproco, somente eu saberei que não sou correspondido. Ninguém mais. E eu que lute, como dizem. Porém, se o outro souber disso estarei numa posição de vulnerabilidade e isso significa que o outro tem o poder sobre meu bem-estar.

Necessário considerar que o interesse por alguém não é algo voluntário. Acorda-se e então vem a decisão: hoje vou me interessar por tal pessoa. Que bom se assim fosse, não? Poderíamos escolher por quem nos apaixonar, seria bem mais fácil escolher a pessoa certa, porém, não acontece assim. O interesse surge e pronto.

E então são mil dicas de joguinhos (que, cá entre nós, me irritam profundamente). Alguns acreditam que podem ‘’fazer’’ o outro gostar, que é possível algo assim.

Outros dirão que, sim, é possível. Eu fui conquistado, eu conquistei. Ledo engano. A semente do gostar já existia e ela germinou. Se trata de afinidade. De conexão. Ela existe ou não. Podemos nos dispor a alimentá-la ou não. De deixar o medo da vulnerabilidade de lado, ou não.

Abandonar a vulnerabilidade pode ser algo muito complicado uma vez que vemos o outro sob a polaridade “oposta’’, ou seja, em oposição. Se é assim, como poderei ‘’baixar a guarda’’? E desta forma nos reprimimos e ficamos à espreita esperando que alguém demonstre seu interesse primeiro, quando ambos os lados desejam sentir-se interessantes, ambos possuem o mesmo desejo.

Todos desejam ser amados, se sentir importantes. Por que não demonstrar? Uns não demonstram, outros também não. Como saber se ninguém abre o jogo? Quem sabe o que poderia acontecer se nós deixássemos explícito nosso interesse? Não há obrigação em corresponder ou ser correspondido. E tudo bem. Ainda assim é bom saber e não preciso usar isso para ferir o outro e vice e versa. E desta forma segue o baile, seguem os jogos. E o coração como fica nisso?

Não tememos ser infelizes, tememos a felicidade. Outra contradição?

Mônica Turolla

08/12/2020


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