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Liberte-se do sofrimento


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Enquanto você passar a vida buscando justificativas e culpados pelo seu sofrimento, continuará prisioneiro do sofrimento. É uma verdade que você sofre, mas você deve começar a se perguntar, com muita honestidade, quais os verdadeiros motivos pelos quais você vive essas situações de vida que sempre o mantém no sofrimento.
Se você estiver realmente disposto a enfrentar suas verdades interiores, poderá começar a perceber que reclama do sofrimento que vive, mas que na verdade não quer abandonar o lugar de vítima que conquistou. Se prosseguir querendo ser a eterna vítima, acreditando que com isso “Deus o salvará”, seu sofrimento se potencializará.

A libertação e cura de qualquer mal que esteja acontecendo em sua vida, só depende de você. É você que atrai essas situações de vida, é você que atrai pessoas sempre da mesma frequência e comportamentos, para garantir que sempre viverá as mesmas situações, aquelas que se repetem, situações que poderão ocorrer mesmo que o cenário mude e mesmo que as pessoas sejam outras.

Por que será que você vive prisioneiro de seus círculos viciosos? Por que será que a esta altura da sua vida você conseguiu finalmente constatar que vive prisioneiro de padrões de experiências que se repetem, inúmeras vezes, sem que nada mude?

Quando consegue se libertar de uma situação do mesmo padrão de sempre, está somente se livrando da situação e não do padrão e é por isso, que após se recuperar da dor que as experiências lhe trazem, você se ergue, se refaz e novamente está criando ilusões, acreditando, fantasiosamente, que poderá fazer diferente da próxima vez, mas lá estará você, mais uma vez atraindo o mesmo tipo de pessoas e/ou situações de vida, que estão apenas em contextos e cenários diferentes, e com pessoas diferentes, mas sempre reproduzindo a mesma história de sempre.

Chega um momento de sua vida em que já está bem claro que experiências de sua vida se repetem dentro de um padrão e você é capaz de perceber que se trata de um círculo vicioso, dentro do qual está preso e “jura que quer sair, mas não consegue”.

A verdade é que, apesar de todo o sofrimento que viver dentro deste círculo vicioso lhe traz, você está “viciado” nele. Por mais que já esteja consciente que esse tipo de experiência de vida lhe faz mal, ainda assim, esse tipo de experiência é sua “droga”, sem perceber, você se viciou nessa “droga” e, por mais que sinta e saiba o quanto isso lhe faz mal, não consegue se libertar do vício. Vou reforçar o que estou dizendo, para que seu ego não o distraia e nem o iluda, fazendo você voltar a se queixar dizendo que não quer isso e que a culpa é dos outros ou da vida. Entenda bem, é você o viciado nisso, assim como o drogado em cocaína, por exemplo. Mesmo que ele sinta as consequências maléficas do uso dessa droga, e por mais que ele tenha consciência de que precisa se libertar do vício, ainda assim, ele não consegue, porque a droga o leva a perder o contato com a realidade, pois para todo drogado, a vida é um sofrimento e, por isso, ele usa a droga como forma de viver momentos de delírio, êxtase e alucinações, onde encontra um prazer. Quando ele volta desses estados, sofre consequências disso e isso o motiva a usar mais droga. Ele está se destruindo, percebe isso, mas acredita que sofrerá muito mais se não usar mais a droga e assim está prisioneiro do seu círculo literalmente vicioso.

Seus mecanismos de sobrevivência, dentro das suas experiências de vida que se repetem, sem nunca lhe trazerem o prazer que tanto busca, são a sua droga e você está viciado nisso, mesmo que lhe faça mal. E porque esse vício lhe faz tanto mal e mesmo assim, você vive buscando mais disso, vivendo as mesmas histórias que apenas contém cenário e pessoas diferentes, você cria sempre mais ilusões quando se prepara para uma nova história, acreditando que essa nova experiência lhe trará mais vida e, ao contrário disso, a nova experiência com a qual você se envolveu tão ilusoriamente, obviamente, lhe trará mais do mesmo velho sofrimento.

E você, após passar por esta experiência, poderá se iludir acreditando que poderá “consertar as coisas e as pessoas envolvidas”, para tentar ter um desfecho diferente, quando na verdade, encontrará mais dos velhos resultados de insatisfações e sofrimento. São suas ilusões a respeito dos fatos que lhe fazem sofrer.

Você se ilude achando que poderá mudar os outros para que sejam bons para você, e se ilude achando que se não der certo isso, então encontrará outras pessoas que possam ser boas para você. Neste contexto de ilusões sem fim, você está sempre se colocando novamente em experiências iguais às outras que viveu. E mais sofrimento você experimenta.

Chega um momento em sua vida em que você já se acostumou ao sofrimento e até está mais calejado com relação a ele, mas o sofrimento obviamente machuca muito, e mesmo este calejamento não ajuda a não sentir tanto sofrimento. Perceba que você nunca se livra do sofrimento, mas sempre está tentando encontrar meios de aliviar o sofrimento. Assim, em algum momento, acreditando que nunca poderá se libertar do sofrimento, também começa a “gostar de sofrer”. Você percebe que sua vida tem momentos de grande intensidade – que é o que você vive buscando -, justamente quando o sofrimento é intenso. Gostando dessa intensidade, pois isso faz você ficar totalmente envolvido com “algo”, no caso o sofrimento, que você acaba gostando mais dele e isso te torna masoquista.

Assim, o sofrimento prazeroso, do masoquista que há em você, se torna uma adorável droga. Essa droga, como todas as drogas reais, lhe faz um grande mal, mas você está tão viciado na “droga sofrimento”, que já não consegue se libertar dela. Toda droga, sejam as reais ou as “drogas sentimentais e comportamentais”, sempre levam a pessoa a um outro estado, que a ajuda a fugir da realidade.

Portanto, assim como um drogado que busca a cocaína para se entorpecer por alguns momentos, para não ter que lidar com a realidade de sua vida frustrante e vazia, e para ter momentos de intensidade em “outros níveis”, você também sustenta as condições de sua vida, atraindo situações de vida que se repetem, para que isso garanta que você obterá mais da “preciosa droga sofrimento”.

Seja humilde e constate: você está viciado no sofrimento, pois prefere sentir algo tão intenso, mesmo que seja doloroso, a não sentir nada. Sentir “o nada”, sentir indiferença pela vida, sentir um vazio assustador dentro de você é a sua mais intensa dor, mas esta você não suporta, de verdade este tipo de dor do vazio existencial é insuportável, é de um sofrimento extremo, muito pior do que o seu sofrimento corriqueiro, ao qual você já está habituado, condicionado, apegado e... viciado!

Se você começar a se perceber neste nível de percepção e entendimento, e começar a aceitar que é um viciado na “droga sofrimento”, poderá começar a ver a vida de outra forma, o que te levará a sair da condição de vítima, e a perceber que é uma verdade que “os outros lhe fazem sofrer”, mas agora saberá que é você quem busca isso, que atrai exatamente os contextos, situações e pessoas que garantidamente o farão sofrer. Você busca o sofrimento, pois se tornou masoquista. O masoquista, como você sabe, adora a dor, adora sofrer, mesmo que sinta dor real, ele gosta disso. É um absurdo, com certeza, mas infelizmente quase a totalidade da humanidade funciona assim.

No sexo sadomasoquista, por ex., isto é fácil de perceber. O sádico está machucando fisicamente o masoquista e este está gritando de dor, porém, mesmo que ele esteja implorando para o sádico parar de o ferir, isto é apenas parte deste jogo insano, pois ele gosta da dor e não quer que o sádico pare. Esta é uma forma mais extrema de masoquismo. E pontuo isto para que perceba que, por mais que pareça absurdo eu afirmar que você, que vive sofrendo e choramingando como uma vítima indefesa da vida e injustiçada por Deus, e vive implorando para Deus salvá-lo do sofrimento que vive, ainda assim, você está prisioneiro do masoquismo, do prazer encontrado nos momentos em que vive a intensidade de seu sofrimento, após mais um desfecho igual a tantos outros de uma experiência de vida.

Portanto, pare de se sentir uma vítima esquecida por Deus e, com muita força de vontade para se curar e muita humildade, permita-se perceber que você está sempre buscando situações de vida que lhe garantam um desfecho de extremo sofrimento, porque você é viciado na “droga sofrimento”.

Caso você não tenha coragem de constatar essa verdade de forma tão profunda, a ponto de se perceber como masoquista, aconselho que pelo menos comece reconhecendo que é você quem atrai as mesmas situações de vida e a mesma qualidade de pessoas que terão sempre o potencial para te ferir.

Se você está prisioneiro deste padrão de comportamento, de sempre viver histórias que lhe tragam sofrimento, tem que reconhecer que é você quem atrai e que não é a vida e nem Deus, que comete injustiças contra você.

Se você não suporta mais sofrer, este é um bom começo, pois o viciado em qualquer tipo de droga só consegue se libertar do vício na droga quando reconhece que é ele quem se abandonou no vício e, portanto, ninguém é responsável por isso a não ser ele mesmo. No caso do vício da “droga sofrimento”, é um pouco mais complexo, pois isto implica em interações com pessoas e não somente consigo mesmo e com a droga em si. Por isso, é mais difícil (mas é possível) reconhecer que você é um grande viciado nesse grande jogo de experiências de vida que se repetem, pois você também já está habituado, dentro deste contexto, a sempre culpar os outros, pois faz parte da jornada do seu vício, passar pelos episódios de vitimismo, para depois então chegar ao êxtase do grande sofrimento.

O importante é você começar reconhecendo que se as experiências de sua vida se repetem num padrão, o único responsável é você. Quero reforçar bem isto, para que seu ego não possa lhe convencer do contrário. Vamos supor que você tivesse total consciência de seu masoquismo e de todo o seu prazer na dor. E vamos supor que então você, conscientemente, planejasse uma nova experiência de vida que, em seu desfecho, garantisse um extremo sofrimento. Assim, estrategicamente, você iria criar, em suas fantasias, todo um cenário perfeito para que isso pudesse ocorrer. Vamos supor também que você fosse fazer um roteiro, como se fosse para uma peça de teatro. Nesse roteiro, você escolheria, conscientemente, todos os elementos, condições, vivências, situações e perfil de pessoas que garantissem a você viver o cenário perfeito e que, neste roteiro, certamente você seria a grande vítima que viveria uma situação em que fosse vítima das armadilhas das pessoas, que usariam você e depois o rejeitariam, por exemplo, porque a dor da rejeição lhe leva sempre ao sofrimento extremo. Assim, você idealizaria o cenário, o contexto da história do roteiro, convidaria pessoas para representarem os personagens habituais de sua vida que sempre te trazem dor e, finalmente, montaria a peça, vivendo o seu papel em sincronia com o papel que cada um desempenhasse. Assim, a peça acontecerá e você inicialmente será a pessoa inocente, pura e bondosa, querendo o melhor para todos e para si, a pessoa ingênua (falsamente) que acredita na benevolência dos outros e, no fluir dos acontecimentos, de repente, você seria vítima de uma situação causada pelos outros (é o contexto que você criou, onde você nunca é o culpado, mas sim, os outros), e nessa história você seria cruelmente rejeitado e isso lhe remeteria ao poço profundo e sombrio do seu sofrimento mais mórbido e doloroso. Pronto. Cenário perfeito, contexto perfeito, pessoas perfeitas. Tudo perfeitamente planejado e idealizado por você, para garantir que seria a pobre vítima no final da história, que sofreria intensamente por mais uma dor da rejeição.

Vendo as coisas sob esta ótica, fica mais fácil perceber que você é o grande roteirista de sua vida e que é você quem escolhe, inconscientemente, todo o cenário, as situações e as pessoas que sempre garantirão que você sofrerá em vários momentos de suas histórias, e sofrerá sempre com as histórias que sempre terão o mesmo fim: seu sofrimento extremo. Inconscientemente, é exatamente assim que você “funciona”, criando seu sistema de crenças negativas a respeito da vida e dos outros em sua vida e fortalecendo essas crenças, cada vez que você vive novamente a mesma experiência de sofrimento “causada pelos outros”.

Reflita sobre isso e quando novamente se sentir vítima da vida, prisioneiro de uma situação que você acredita que não tem saída, se questione. Pergunte-se: esta versão dos fatos que eu estou criando e acreditando ser a mais pura verdade, é realmente a verdade real? Será que sou mesmo a vítima de um sofrimento eterno, indefesa e impossibilitada de me libertar, ou será que sou o único responsável por atrair sempre as mesmas condições de vida?

Só de você se fazer estas perguntas, com certeza, você abrirá “portais internos”, que o conduzirão naturalmente a acessar recursos que carrega, para começar a mudar sua vida. Todas as respostas, todas as responsabilidades sobre os acontecimentos de sua vida e todos os recursos para encontrar a cura real, estão dentro de você. Se não fizer um esforço para sair da arrogância do seu ego e para assumir a humildade, para começar a constatar sua responsabilidade plena sobre sua vida, você nunca conseguirá sair do sofrimento que o destrói. Reflita sobre isso e peça à sua alma para lhe guiar para o caminho da cura e assim você iniciará um novo momento de vida, com mais responsabilidade e comprometimento sobre sua vida.

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Conteúdo desenvolvido por: Teresa Cristina Pascotto   
Atuo a partir de meus dons naturais, sou sensitiva, possuo uma capacidade de percepção extrassensorial transcendente. Desenvolvi a Terapia Transcendente, que objetiva conduzir à Cura Real. Atuo em níveis profundos do inconsciente e nas realidades paralelas em inúmeras dimensôes. Acesso as multidimensionalidades Estelares. Trago Verdades Sagradas.
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