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Lidando com a Frustração


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Desde que nascemos, aprendemos que nem tudo o que desejamos acontece. Porém, muitos de nós, apesar de crescidos, formados em vários cursos e faculdades, tendo até morado fora do país e vivenciado casamentos e separações, ainda continuam agindo como crianças mimadas que não podem receber um não como resposta. Infelizmente a vida é cheia de “nãos”.

O sentimento de frustração não é nada fácil. Passamos por isso quando queremos namorar alguém e esse alguém não nos deseja, quando queremos passar num concurso e não alcançamos a nota necessária, quando queremos que nosso filho se comporte de uma maneira que achamos adequada e ele não nos ouve, quando queremos um emprego novo e ele não aparece... ou mesmo nas coisas simples que dão errado quando -por exemplo-, perdemos o horário do cinema ou levamos uma fechada no trânsito. As situações podem ser banais ou de fato estarem carregadas de significado, mas a energia da contrariedade e da raiva por nossos intentos não darem certo nasceu da mesma fonte: o nosso ego.

Amigo leitor, não pense que sou contra o ego ou que vou dizer que devemos nos inspirar num ser de luz como Madre Tereza e imaginar que não devemos nos abalar com as contrariedades da vida, porque essa seria a situação ideal, uma sublimação de nossa personalidade e uma visão profunda e constante como alguém verdadeiramente espiritualizado deve ter. Mas não somos assim. Pelo menos por enquanto, somos pessoas comuns que em alguns momentos encontram maior equilíbrio e que em outras horas sofrem, se desconcertam e perdem a razão.

Ficar com raiva é natural, sentir um sufoco no coração e falar um monte de inconveniências e depois se arrepender também. O que não é normal é continuar nesta vibração e acolher a raiva como consolo e a vingança como alivio, porque essas energias geram muita dor, causam doenças e não permitem a nossa evolução. Isso sem falar nos espíritos que se ligam à nossa infelicidade para nos cobrar erros do passado e do presente.

Muitas situações podem ser encaradas como testes na nossa evolução e dependendo das nossas atitudes podem simplesmente serenar e ficar tudo tranqüilo.

Ângela chegou até mim com a indicação de um profissional de saúde.

Moça jovem e bonita, no auge dos seus vinte e seis anos resolveu morar sozinha e estava sofrendo muito para bancar sua decisão. Longe dos pais há mais de um ano não estava conseguindo fechar suas contas no final do mês, porém não queria voltar a viver com a família, porque considerava essa atitude o mesmo que andar para trás. Tudo isso ela me contou depois da sessão de Vidas Passadas que mostrou uma existência em que ela foi um jovem nascido entre pessoas muito simples da roça, que saiu de casa em busca de fortuna e liberdade, sendo que depois de muito sofrimento terminou por retornar ao convívio familiar; mas nunca mais viu os pais, que já tinham morrido...

A família às vezes nos traz muita frustração; amigos, então, é melhor nem comentar... Nosso desempenho profissional sem reconhecimento também gera frustração porque nada disso depende apenas de nós, de nosso empenho em fazer o certo, nem do nosso desejo de obter resultados. Assim, as frustrações são desafios constantes que podem levar à depressão, num estado lastimável gerado pela contrariedade. Mas o que podemos mudar em tudo isso?

Ângela sofria sobremaneira, encontrando-se exatamente neste impasse.

- “Não sei o que fazer, estou cheia de dívidas e não consigo mudar de emprego. Faço as entrevistas, chego na boca do emprego e a vaga fica para uma outra pessoa”, disse ela num desabafo.

Sugeri que ela pensasse em voltar ao convívio com a família, porque felizmente ela tinha uma família sadia e este laço é muito importante na vida das pessoas. Todos nós por, mais difíceis que sejam as relações, sempre tiramos referências da nossa família e espiritualmente aprendemos que não estamos juntos por acaso e sim por um comprometimento espiritual e para termos uma troca de experiências.

Sei que a minha sugestão não representava algo fácil porque todo jovem quer sua liberdade e voltar atrás num caminho exige uma boa dose de humildade, mas devemos lembrar que humildade não significa se humilhar, se tornar inferior e que nem mesmo deveria ser um sacrifício. Voltar atrás nesse caso poderia inclusive ser um ato de sabedoria e amor-próprio. Por que ficar frustrada e cheia de dívidas se a vida poderia ser bem mais fácil?

Tudo muda com a maneira pela qual encaramos os problemas. Todos os dias a vida nos traz experiências e escolhas que podem ser lições transformadoras ou focos de dor e tristeza. Você pode escolher não sofrer mudando a forma de encarar os fatos.

Boa sorte!

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Texto revisado por: Cris

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Conteúdo desenvolvido por: Maria Silvia Orlovas   
Maria Silvia Orlovas é uma forte sensitiva que possui um dom muito especial de ver as vidas passadas das pessoas à sua volta e receber orientações dos seus mentores.
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