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MÃE...... TODO MUNDO QUER!

por Maria Lúcia Pellizzaro Gregori

Publicado dia 20/4/2008 em Autoconhecimento

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"Mããããããeeeeeee!"

Ela ouve... ela vem... ela acolhe... ela alimenta... ela nutre... ela educa... ela intui... ela aninha... ela TUDO!

Mãe é um ser que a gente não perde nunca porque é feita de um amor infinito que ultrapassa todas as dimensões e permanece junto conosco eternamente. Esse fio de ouro que liga as mães aos filhos se entrelaça com todos os fios de todas as mães e cada vez mais ele abraça o Planeta, num reconhecimento também à Mãe Terra que sustenta todos nós.

Mãe mendiga... mãe solteira... mãe encarcerada...mãe executiva... mãe artista... mãe doméstica... mãe casada... mãe que cuida todo o tempo... mãe que sufoca... mãe que não gerou o filho no seu ventre mas que criou o filho de alguém que não pode tê-lo consigo... mãe que gera um filho e o devolve a Deus a duras penas... todas elas, não importa o estado aparente de manifestação da sua maternidade, têm dentro de si uma bênção especial.

No estreito limite da nossa razão não podemos compreender aquela que julgamos ignorante e não merecedora dessa oportunidade de cuidar de um Ser. Não temos ainda uma mente superior capaz de entender as diferenças e as dificuldades maternas. Todas as mães estão em teste. Estão todas aprendendo e, de alguma forma, o amor está presente. Todas estão no semear e no colher. Todas são dignas de um olhar de admiração, de perdão, de agradecimento, de compaixão, seja lá como estejam dando conta da sua missão.

As mães erram por amor. Ser mãe... num sentido mais abrangente, não significa necessariamente ser mulher.
O pai está presente em toda possibilidade de ser mãe. Pais-Mães existem aos montes. E os animais? Estes expressam a maternidade quase que como uma escola para os humanos.

Mãe é um estado... um jeito de amar... um jeito de ser...
Mãe está presente em pequeninas coisas que fazemos pois esta condição permanece viva dentro de nós o tempo todo.

Aquele que não conheceu sua mãe... conheceu “sua” mãe... alguém cuidou...

Tenho saudade da minha mãe, saudade de vê-la... isso é humano... mas de repente eu me pego sendo ela numa atitude, num pensamento... reconheço que sou capaz de enfrentar momentos fortes porque um dia ela ficou brava e me ensinou a suportar a pressão. Sou capaz de persistir mesmo que esteja muito difícil, porque um dia ela me provou que eu consigo.

Muitas vezes tenho a coragem de não fazer nada... de parar e chorar... e sei que nesse momento ela me carrega... me põe em seus braços... e, envolta num silêncio profundo, eu me aconchego no seu colo.

Ela não é mais palpável mas é “Presente”!
Ela não é mais matéria mas continua Verdade!
Ela não aparece mas se Manifesta!

Mãe não morre... vai dar uma volta!

Texto revisado por Cris

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Autor: Maria Lúcia Pellizzaro Gregori   
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