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MARTE, A RAIVA E O AGIR - Parte 2

por Lucya Vervloet

Publicado dia 27/3/2008 em Autoconhecimento

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Em 20 de março, deu-se o início do Ano Astrológico de 2008. A “bola” vermelha está rolando desde então. Dizem que estou entrando em meu inferno astral, como não acredito... O que sei e sinto é que ando muito bem disposta e animada! Não fossem alguns desconfortos...

Estou alerta com seus efeitos em minha psique no que se refere à movimentação no lar. Procuro aplacar meus ânimos a cada vez que sinto que vou me exceder em exigências e expectativas. Resolvi aumentar a dose de um medicamento que consumo para a menopausa que é à base de soja e que tem atenuado bastante alguns sintomas desagradáveis em meu corpo e emoções. Além da meditação, incluí um composto natural que me ajuda a acalmar e a relaxar mais: passiflora, mulungu e valeriana. Vez por outra tomo o suco fresco de um maracujá (polpa), adiciono um pouco d´água e bato no liquidificador. Tenho obtido um excelente resultado, em especial durante alguns dias do mês. Acalma e refresca. Uma bênção!

Viver no corpo humano pode ser uma experiência muito agradável, quando se tem uma maior consciência do que de pior pode nos suceder e o poder de evitá-lo. Ou quando se possui meios espirituais e materiais necessários para se aplacar as situações e golpes da vida quando inevitáveis. No meu caso, nunca fui muito adepta ao sofrer por sofrer. Sempre procurei uma explicação para as dores do mundo. Durante muito tempo as encontrei nos estudos Rosacuz. Hoje posso dizer que meus questionamentos se exauriram e minha prioridade é a paz.

Lembro-me de que quando estudei em um colégio de freiras em Brasília, fiz muita irmã ruborizar diante de minhas perguntas, ora pertinentes, mas “fora de questão”, ora pela “saia justa’ em frente aos outros alunos. Não me lembro, portanto, de ter sentido alguma raiva quando me colocavam de “joelho no milho”. Só me injuriava quando achava que o castigo era desproporcional e quando percebia que havia abuso de poder no “ar”. Ai, então, sai de baixo, ninguém mais podia com a energia marciana que saía por todos os meus poros. Vinham em forma de uma avalanche de protestos verbais, desenhos no quadro negro, nas carteiras, nos murais, etc. Revolucionava o ambiente outrora plácido e monótono. Era meu padrão, só sofria se achava que fizera por onde, do contrário...

Nossos padrões de comportamento vão se repetindo ao longo da vida. Como nos relacionamos com nossos primeiros mestres no lar, perpetuamos nas escolas, empregos, faculdades, etc. Se não colocarmos luz em cada recôndito escuro de nossa mente, donde surgem os pensamentos e ações, continuaremos fazendo o que sempre fizemos. E nossa vida vai se repetindo, repetindo e... Até que alguma energia divina rompa com este mecanismo através de uma perda iminente, uma doença, ou qualquer coisa que nos tire do “automático”.

Marte nos convoca para a ação, sacode-nos para o que deve ser feito, mas que ainda está acumulado, tira-nos da inércia e do medo que há algum tempo nos paralisam. Sua energia bem empregada pode nos defender de possíveis ataques à nossa integridade e sobrevivência. Mas o grande segredo é aprender a usá-la com sabedoria e inteligência. Para isso, os orientais também foram mestres em sua canalização e manejo.

Neste ano que se inicia, uma boa opção para alinhar-se com todo o potencial deste deus pode ser uma maior interação com as artes marciais. São exercícios que se bem executados podem nos proporcionar uma tremenda força muscular, um grande bem estar e algo muito importante para os tempos atuais que se chama autoconfiança sem arrogância. O domínio de si mesmo através da força marciana bem direcionada.

Existem também alternativas de menor impacto físico como o Tai Chi Chuan, que imita o movimento de alguns animais, o Chi kung, o Lian kung, o Yoga, o Pilates, entre outros. Nestes tempos que ainda convivemos com tantas mudanças abruptas, competição, estresse e violência, devemos ter em mente que a busca por alternativas de equilíbrio físico e mental devem ser sempre priorizadas. Afinal, não estamos vivendo o século da ansiedade e da depressão? Vamos nos proteger!

Texto revisado por: Cris

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Sobre o Autor: Lucya Vervloet   
Astrologia (básico na Regulus/SP) e autodidata. Participei de workshops de Runas, Tarot místico/terapêutico com Veet Pramad. Estudei Numerologia e quirologia. Iniciei-me na energia Reiki. Estudei 12 meses do Curso de Psicanálise/ES. Com uma visão universalista da vida dediquei-me ao aprendizado de idiomas e culturas estrangeiras.
E-mail: [email protected]
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