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Meditação - A Arte de Ser Feliz.

por Luci Freire

Publicado dia 8/2/2008 em Autoconhecimento

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Ser feliz, estar de bem com a vida, viver na plenitude, conectar, transbordar em alegria, preencher o ser de si mesmo, sentir a paz, tocar em Deus... Muitas são as definições de quem sabe o que é meditar, de quem se entrega, de quem se permite e de quem não tem medo de ser feliz.

Em meditação o ser artístico explora um universo de sensações diferenciadas de tudo aquilo que ele já vivenciou. Esse universo que se aproxima vem repleto de novas constelações cada qual com um novo significado traduzido através da abertura de sua percepção extra-sensorial. A percepção extra-sensorial nada mais é do que uma forma mais aguçada e potencializada de perceber o mundo interior e exterior com mais substância, com mais cor, mais beleza, mais contentamento e mais sutileza. Nesse desdobramento da própria criatividade interior, quando em estado meditativo, vem o despertar do ser artístico, o despertar do ser feliz.

Muitos são os caminhos, muitas são as técnicas, muitos são os meios, porém meditar é um estado só: o de sentir e não o de pensar, o de saborear e não o de recitar, o de perceber e não o de racionalizar, o de gozar e não o de sofrer.

Como chegar lá? A mente é atuante e não cede, os pensamentos comandam e direcionam, o corpo é inquieto e não relaxa. Brincar com a mente, com o corpo, com o ego, despojar-se de velhos conceitos como a inibição, o medo de fracassar, o medo de perder o controle e de ferir o Eu, tantas vezes aprisionados em falsos conceitos, se defender e se proteger formando uma grande couraça apenas criando um distanciamento cada vez maior e maior de seu verdadeiro Eu.

Nessa brincadeira de distrair a mente vem o corpo, suas sensações e o prazer de estar consigo mesmo, de sentir o corpo até então esquecido e adormecido (não pela fisiocultura, mas sim pela percepção). É ele o grande trampolim para a meditação. É no corpo feliz, vivo, vibrante e atuante que a mente cede lugar ao verdadeiro estado de meditação – ao silêncio da mente, ao corpo vivo e sadio totalmente inteirado e conectado em suas esferas eletromagnéticas, astrais e espirituais.

A mente morre? Não, a mente não morre. A mente se expande e se transforma em consciência pura, até porque se o corpo vibrante é o trampolim, a consciência pura é a grande testemunha, a testemunha da sua própria unidade da que transcende e evolui através de suas novas constelações, porque se abriu para o novo e perdeu o medo de ser feliz.

Para meditar é preciso ser criativo, é preciso acreditar e confiar que um novo ser poderá emergir.

Luci Freire
Ma Amrit Devarupa

A mente é o conjunto de todas as suas crenças. Abertura significa ausência da mente. Abertura significa pôr a mente de lado e mostrar-se disposto a ver a vida de uma
nova maneira, nunca com os mesmos olhos.
Osho

Texto revisado por Cris

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Sobre o Autor: Luci Freire   
Luci Freire - Psicóloga com experiência em atendimento clínico com especialização em Terapias Corporais e Vibracionais. Formação Internacional em Terapia Floral, Gestalt Terapia, Bioenergética, Reiki, Terapia da Polaridade, Oligoterapia e Iridologia Orgânica e Comportamental.
E-mail: [email protected]
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