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Mulher, a opressão dói muito!


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 “Ser mulher é ser fera com alma de anjo”. Irlei H. Wiesel

A opressão dói. Comemorar o dia internacional da mulher é uma forma de relembrar a dor que a história testemunha. Existem questões raciais, de bullying, de maus tratos, de força física, de pressão psicológica, de humilhação, medo, pavor, omissão, solidão, abusos sexuais, maldade gratuita, ameaças severas, imposição sutil e escancarada, enfim a mulher sabe o que as memórias escondem.
A história armazena a dor das gerações anteriores. São nossos ancestrais que oprimiam, pisavam e comemoravam a força do poder masculino. O cenário mudou, mas não completamente. Muitos continuam pisando em almas femininas como se pisa numa grama qualquer. A sociedade ainda menospreza a capacidade de enfrentamento que a mulher herdou das gerações que a antecederam.

É impossível sobreviver em um ambiente hostil sem inteligência, força e capacidade de agüentar humilhação. Quem adquirir a sofisticada arte de não sucumbir à humilhação é porque está pronto para lutar com classe e discrição. Assim, na coletividade, o gênero feminino, está abrindo espaço, usando o poder da ancestralidade em agüentar a humilhação, para com calma e paciência derrubar resquícios de um tempo que insiste em permanecer atual.

A luta é a arma que mulheres não se esquecem de colocar na bolsa. Enganam-se quem pensa que a mulher carrega somente perfumarias na bolsa. Nem pensar! A mulher carrega a força do enfrentamento. Ela sabe que a luta é dela.
A beleza feminina é um atributo louvável, mas a força da luta é de fato, a beleza divina.

Ser mulher é ser fera com alma de anjo.

O impacto das dificuldades diárias exige cuidado. A regra geral para todos os gêneros deveria ser: mantenha-se no tapete pela competência e não pela desonestidade.

A boa notícia é que tanto o gênero masculino quanto o feminino estão dividindo o tapete. E onde isso acontece, a paz reina por completo e o dia sorri para ambos. Sabem por quê? É que neste contexto não existe luta, dor, opressão, existe compreensão, valorização e comunicação amorosa.

Grande parte da humanidade caminha em direção ao que é justo. Este é um legado bacana para deixar para as próximas gerações. Atitudes importantes nesta direção estão sendo tomadas. Não podemos desistir, por isso é fundamental comemorar o dia internacional da mulher para que nunca esqueçamos os tempos ruins que a classe feminina já viveu.

A opressão dói muito e ela dói por muitas gerações. Por isso, me curvo às guerreiras invisíveis que viviam em uma época terrível e massacrante.

Levemos em frente o legado deixado e lutemos pela paz!  

Irlei Hammes Wiesel
www.irleiwiesel.com.br – 8/03/2016




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