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Não quero a verdade!


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No momento em que você abrir a boca para dizer alguma verdade, prepare-se, pois irá sofrer críticas, reprimendas e reações violentas de toda espécie. Isso acontece porque ninguém quer ouvir ou conhecer verdade, as pessoas querem continuar submersas em seu mundo de ilusões e só estarão receptivas às opiniões com as quais concordem, ou seja, o indivíduo quer ouvir a sua própria opinião na boca do outro e não vai aceitar qualquer conceito contrário.

Em um primeiro momento ele vai tentar desqualificar a sua visão, talvez até rir e tentar ridicularizá-lo. Em um segundo momento irá irritar-se e reagir de forma mais agressiva, até colocar-se atrás de uma trincheira ideológica contraria para atacar e destruir aquilo que você preconizou.

Nietzsche tinha muita razão: […] Quanta é a verdade que um espírito suporta, quanta é a verdade a que ele se aventura?
– Eis o que sempre foi para mim o genuíno critério dos valores. Toda conquista, cada passo adiante no domínio do conhecimento, tem sua origem na coragem […] pois a única coisa que, por princípio, condenamos até agora é a verdade.” Nietzsche, em “Ecce Homo”.

Quando falo em verdade estou me referindo ao óbvio, aquilo que insiste em permanecer  oculto, mas  que está  presente, o tempo todo, diante dos  nossos olhos. O homem ainda não consegue perceber  o óbvio, pois caiu em uma toca do coelho, está preso no mundo de Alice, enfrentando a si mesmo como se estivesse sendo treinado pelo próprio Universo para o despertar. 
Vivemos tempos sombrios onde a mentira impera, pois parece que os poderosos aprenderam finalmente como dominar as massas através da repetição constante de mentiras, talvez tenham encontrado a receita no propagandista Nazista, Joseph Goebbels. O fato é que não importa  mais a verdade, o que importa é massificar informações que desinformam e escravizam aqueles que não possuem discernimento (diga-se de passagem, a maioria). Muitos buscam instrução em redes sociais e grupos de whatsapp, isso é triste e lamentável. A que ponto chegamos? Parece que o conto do tocador de flautas que consegue arrastar os ratos da cidade está se confirmando nos tempos atuais, pois vejo quanto é fácil seduzir os incautos com melodias mau intencionadas.

Fakenews ainda abastecem o populário. O cérebro humano adora atalhos e abre mão de qualquer esforço de pesquisas e investigações se encontrar a síntese pronta para agarrar-se de desenvolver-se conceitualmente. O homem precisa aprender a combater a mentira, precisa aprender a questionar verdades religiosas, filosóficas, narrativas políticas, teses científicas e não precisa entrar em guerra com ninguém.
Isso serve para qualquer um que esteja entrincheirado ideologicamente e queira encontrar a saída desse mundo de Alice. 

Texto Revisado

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Autor: Paulo Tavarez   
Conheça meu artigos: Terapeuta Holístico, Palestrante, Psicapômetra, Instrutor de Yoga, Pesquisador, escritor, nada disso me define. Eu sou o que Eu sou! Conheça mais sobre mim em: www.paulotavarez.com - Instagram: @paulo.tavarez
E-mail: paulo.tavarez@cellena.com.br | Mais artigos.

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