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Natureza, nossa Mestra



Quando tenho a felicidade e o privilégio de estar mais junto à natureza, sempre agradeço a Deus por aquele momento! Porque me refaço, me reencontro mais facilmente, porque me percebo com mais clareza, porque me sinto reenergizada.

Em meio a tanta confusão, tanto desacerto, violência, injustiça, desonestidade, a natureza continua tranquila, plácida, equilibrada, respeitando os seus horários e ciclos. Dias amanhecem e anoitecem, sempre na hora conhecida. O Sol não nos falta, altaneiro, embelezando e vivificando tudo o que existe no nosso planeta. Infelizmente, muitas vezes nos deparamos com paisagens desgastadas, tristes, consequência da insânia e imprevidência humanas, que não percebem o erro que cometem quando imaginam que cortar uma árvore não lhe causa dor, quando ofendem os animais e as flores como se eles não sentissem aquela violência, quando devastam o que nos é doado de graça, como se não fôssemos parte integrante deste cenário e não fôssemos duramente penalizados por cada atrocidade que praticamos contra o nosso lar. Sim, a Terra é o nosso ninho, queiramos pensar nisso ou não. Dela retiramos tudo o que nos é indispensável e tudo o que dizemos termos descoberto, já existia muito antes de nós na natureza. Nós apenas percebemos leis naturais, usamos ou copiamos substâncias que já estavam por aqui quando aportamos para mais uma vivência de aprendizado e trabalho.

Somos todos um... será que já internalizamos isso, a ponto de olharmos o irmão como se olhássemos para nós mesmos? Será que a dor do outro já passou a ser compreendida por cada um de nós, desde quando somos humanos como ele e temos todos a mesma essência, anseios, direitos, deveres?

Será que podemos olhar uma flor com o respeito que devemos a uma criança? A natureza à nossa volta, com o carinho que dispensamos à nossa casa ou apartamento? O animal que encontramos, como um ser que sente, que evolui e que precisa de nosso amor para se aprimorar?

Acho que tudo isso representa uma mudança de consciência, uma evolução. Perceber que não somos donos do mundo, mas habitantes de um local onde outros seres também habitam, tendo nós missões a cumprir, tanto quanto eles. Todos somos necessários: do menor inseto ao mais inteligente ser humano que habita este planeta. Nada deveria ser desrespeitado, violentado, diminuído. Uma doença em qualquer lugar, adoece um pouco o todo, e cada um de nós é responsável pela felicidade ou infelicidade dos habitantes desta morada cósmica, sejam eles seres animados ou inanimados. Mesmo os minerais, na sua primária condição, sofrem a influência do meio e evoluem...

Poderíamos viver respeitando o que tocamos, usando com reverência o que nos for necessário para a sobrevivência e cuidando de tudo o que existe, com muita gratidão. Na verdade, nada mais faríamos do que demonstrar agradecimento pela herança divina que nos foi legada. E nada mais faríamos do que nossa obrigação. Imaginem como o mundo seria, se todos nós tivéssemos essa consciência?

Se o quadro que lhe vier à mente for bonito, como o que está sendo desenhado na minha, vamos dar força a ele, vamos trabalhar dentro de nossas possibilidades com o nosso exemplo, principalmente, para que ele se concretize! As mudanças para pior estão muito rápidas!!! Para melhor, também o serão. Basta acreditar e mudar, desde já...

Texto revisado por Cris
Publicado dia 5/7/2007

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Autor: Maria Cristina Tanajura   
Socióloga, terapeuta transpessoal.
E-mail: tinatanajura@terra.com.br | Mais artigos.

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